Projeto Emiep - MT
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PLANO DE CURSO DO ENSINO MÉDIO INTEGRADO E PROFISSIONALIZANTE
Justificativa
Vivemos numa sociedade que esta passando por um processo de transformação em que os padrões dominantes de produção e consumo produzem devastação ambiental, redução e extinção de espécies da nossa biodiversidade, comunidades prejudiciais pela má distribuição dos benefícios de desenvolvimento agrícola no campo.
Os moradores do campo fazem parte de um vasto universo com capacidade de recuperar o bem estar com benefícios do desenvolvimento divididos equitativamente. A violência vem aumentando a medida que prevalece a injustiça, a pobreza, a ignorância e os conflitos violento causando grande sofrimento humano com a má distribuição de renda e com o descontrato dos sistemas ecológico e social. A segurança global está ameaçada.
É momento de avaliação de um mundo globalizado pelas falsas promessas de desenvolvimento que compromete o futuro. Precisamos reconhecer que por meio de uma diversidades de culturas e formas de vida que somos uma comunidade humana com direitos universais baseados no respeito pela natureza nos direitos humanos, na justiça econômica e numa cultura de paz.
A produção de alimentos agrícolas em larga escala tem sido uma pratica constante do homem ao longo de sua historia, porem tem tido um custo ambiental elevado, comprometendo a sustentabilidade dos ecossistemas agrícolas.
A agreocologia, como metodologia de trabalho a ser adotado no campo, tem ganhado, cada vez mais, espaço e, de acordo com o Ministério de Desenvolvimento Agrário – MDA, mais de 50 mil agricultores familiares brasileiros já praticam esse modelo, considerando como sendo a transição entre agricultura tradicional e sustentável.
O termo agroecologia vem sendo utilizado como referencia para as praticas agrícolas que buscam obter boa produtividade animal e vegetal aliada á diversidade de alimentos, com a percepção norteadora de que a terra é um Planeta Vivo e que as futuras gerações tem o mesmo direito das gerações atuais de viverem num ambiente saudável em que haja a proteção dos recursos naturais.
O curso de Agroecologia na Escola Estadual “Paulo Freire” se faz necessário para promoção de desenvolvimento sustentável do campo com a participação humana e qualidade de vida do produtor rural.
Os educandos do curso de Educação Integrada em Agreocologia terá oportunidade de emprego com capacidade de gestão de negócios na propriedade rural visando o desenvolvimento do meio em que vivem.
Filosofia e objetivos
A Escola Paulo Freire tem por filosofia a humanização das pessoas que ajude a formar os sujeitos sociais da construção de um projeto de desenvolvimento do campo e de país comprometido com a soberania nacional, com a Reforma Agrária e outras formas de desconcentração de renda e da propriedade. Com a solidariedade, com a democracia popular e com o respeito ao meio ambiente. Bem como, com as transformações culturais e uma nova forma de pensar e fazer a educação e a escola para a cidade e o campo, onde o próprio povo seja o condutor de seu projeto de formação humana.
Requisitos de Acesso
Ter concluído o Ensino Fundamental , caso o número de vagas for inferior ao número da chamada, será feito o processo seletivo.
Perfil Profissional de Conclusão
O profissional do Curso Técnico de nível médio em agroecologia deve apresentar um perfil que o possibilite a desempenhar atividades na produção agropecuária e extrativista fundamentados em princípios agroecologicos e técnicos de sistemas orgânicos de produção. Espera-se, desse profissional a capacidade de:
_ Desenvolver ações integradas unindo a preservação e conservação de recursos naturais sustentáveis.
_ Atuar na conservação do solo e da água;
_ Auxiliar ações integradas de agricultura familiar sustentável com acesso aos sistemas produtivos.
_ Participar de ações de conservação e armazenamento de matéria prima e de processamento e industrialização de produtos agroecologicos.
_ Interferir na certificação de produtos agroecologicos;
_ Utilizar energias alternativas;
_ Utilizar ferramentas de gestão;
_ Atuar em instituições públicas, privadas e do terceiro setor;
_ Atuar em instituições de pesquisa extensão;
_ Defender a preservação de parques reservas naturais;
_ Ter atitude ética;
_ Conhecer e utilizar as formas contemporâneas de linguagens, com vistas ao exercício da cidadania e à preservação para o trabalho.
Organização Curricular
A organização curricular do curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia observa as determinações legais presentes nos Parâmetros Curriculares do Ensino Médio, Parâmetro Curriculares Nacional de Educação Profissional e Tecnológica, Decreto nº. 5.154/04 – Resolução 384/04 – CEE/MT, Resolução 196/06 – CEE/MT.
· A proposta curricular do curso está estruturada por ano, por área de conhecimento, por habilidade e competência, com carga horária total de 3.920 horas distribuídas em quatro anos.
· O núcleo comum que integra as competências das áreas de conhecimento do ensino médio (Linguagens e Códigos e suas Tecnologias; Ciências Humanas e suas Tecnologias e Ciências da Natureza, Matemática e suas Tecnologias) e a área profissional de Agroecologia. A integração entre as áreas e as competências serão expressas no Plano de Ensino e no fazer pedagógico.
Metodologia
O curso deverá ser desenvolvido dentro de uma concepção que busca promover a integração do pensamento critico, do pensar criativo e da pratica como atuação consciente. A concepção pedagógico do curso parte do principio de que a tomada de consciência, por parte do aluno sobre os próprios processos, maximiza os resultados de aprendizagem. Para estimular o desenvolvimento da criatividade, as atividades pedagógicas envolvem baseados em:
_ Estudo de casos;
_ Exposições;
_ Orais;
_ Audiovisuais;
_ Atividades Práticas;
_ Aulas Práticas de Laboratório e Técnicas – cientificas;
_ Biblioteca;
_ Pesquisa de Campo;
_ Aulas Práticas no Campo;
_ Visitas Técnicas;
_ Palestras, Seminários;
_ Projetos Educacionais;
Os projetos Educacionais poderão ser desenvolvidos observando-se os seguintes procedimentos:
_ Escolha de um tema relacionado à proposta curricular;
_ Formulação do problema;
_ Desenvolvimento de técnicas e teóricas;
_ Definição do objeto;
_ Procedimentos metodológicos;
_ Recursos didáticos e financeiros;
_ Cronograma de atividades;
_ Procedimentos avaliativos;
Estagio Supervisionado
200 Horas, 2 turmas e 80 alunos.
Critérios de avaliação
_ Conduzir o educando a num profundamento interior, através da síntese dos conhecimentos assimilados como: provas, testes, argüições, verificações, trabalho de pesquisas, exercícios, trabalhos em grupo, trabalhos individuais, seminários.
_ Conduzir o educando a uma síntese de experiências que lhe permita situar-se no tempo e no espaço, dentro de uma visão global que lhe rodeia.
_ Conduzir o educando a assumir a dinâmica de seu processo educativo de que ele próprio é agente.
_ Formar no educando a consciência objetiva de si mesmo.
_ oferecer ao educador condições e controle dos processos de aprendizagem.
_ Apurar o rendimento escolar para fim de produção ou conclusão do curso.
Instalações e Equipamentos
Instalações
As instalações necessárias ao funcionamento do curso são:
- Salas de aula
- Laboratório de informática
Equipamentos
Laboratório de informática
- 10 Microcomputadores
- Sistema operacional (Linox)
- Lousa
- Impressora lase
Equipamentos de Multimídia
· Televisão
· DVD
· Data show
· Retro projetor
· Micro system
· Caixa de Som
· Maquina Fotográfica Digital
· Netbook
COMPETÊNCIAS CURRICULARES
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o: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
1ª Série – 2009 |
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Disciplina: |
Biologia I |
Carga-horária: |
40h |
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Competências/Habilidades |
1- Reconhecer a presença dos conhecimentos biológicos e de tecnologia no desenvolvimento da sociedade.
1.1 Perceber, por exemplo, que eles contribui para preservar e prolongar a vida humana ao possibilitarem a produção de medicamentos, vacinas, tecnologia para diagnóstico e tratamento, conservação de alimentos;
1.2- Reconhecer as formas pelas quais a Biologia está presente na cultura nos dias de hoje, seja influenciando o mundo, seja participando de manifestações culturais, literárias, artísticas; e reconhecer a sua importância na vida do campo;
2- Reconhecer os seres vivos como formados por diversos componentes bioquímicos,
2.1- Identificar os componentes bioquímicos presentes nos seres vivos e sua função;
3-Conhecer os processos de obtenção de energia pelos seres vivos – fotossíntese e respiração celular;
3.1- Perceber que a fotossíntese é a principal entrada de energia no ciclo vital;
3.2- Descrever o processo da fotossíntese;
3.3- Compreender a respiração como processo de obtenção de energia;
4- Compreender as relações intercelulares, tendo como base as estruturas celulares e seus comportamentos e sua reprodução;
4.1-Identificar na estrutura de diferentes seres vivos a organização celular e suas características;
4.2- Descrever o mecanismo básico de reprodução celular de todos os seres vivos;
4.3-Associar o processo de reprodução celular com a multiplicação celular que transforma o zigoto em adulto.
4.4- Conhecer os processos de divisão celular, compreendendo a importância deste para a perpetuação da espécie;
4.5- Identificar os tecidos biológicos constituintes dos organismos, bem como, suas estruturas e respectivas funções.
5 - Relacionar a existência de características comuns entre os seres vivos com sua origem única;
5.1-Descrever as hipóteses para a origem da vida;
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Bases Conceitual - Tecnológicas |
▫ Importância da Biologia ▫ Origem da vida: biogênese e abiogênese
▫ Bioquímica celular: composto orgânicos e inorgânicos
▫ Estrutura celular: organelas citoplasmáticos, núcleo, divisão celular (mitose e meiose) ▫ Noções
embriologia ▫ Histologia (tecido epitelial, tecido conjuntivo, tecido muscular nervoso)
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E. “Paulo freire” 2009
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Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
2ª Série – 2010 |
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Disciplina: |
Biologia II |
Carga-Horária: |
40h |
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Habilidades/ Competências |
1- Compreender que a classificação biológica, além de organizar a diversidade dos seres e de facilitar seu estudo, revela padrões de semelhança que evidenciam as relações de parentesco evolutivo entre diferentes grupos de organismos.
1.2- Utilizar os principais critérios de classificação, as regras de nomenclatura e as categorias taxonômicas reconhecidas atualmente;
1.3-Identificar as principais características de representantes de cada um dos cinco reinos, identificando especificidades relacionadas às condições ambientais;
1.4- Construir árvores filogenéticas para representar relações de parentesco ente diversos seres vivos;
2-Valorizar os conhecimentos científicos e técnicos sobre vírus, bactérias, protozoários e fungos e reconhecer que esses seres, mesmo sendo causadores de doenças graves, contribuem para a melhoria da vida humana;
2.1- Identificar a importância dos vírus, bactérias, protozoários e fungos para a vida na terra e sua contribuição na melhoria da vida humana;
2.3- Relacionar alguns destes seres como causadores de doenças;
3-Conhecer as semelhanças e diferenças entre os grandes grupos de plantas, de modo a possibilitar reflexões e análise sobre as relações de parentesco evolutivo entre os componentes do mundo vivo. Valorizar o conhecimento sistemático das plantas, tanto para identificar no mundo natural quando para compreender a importância das plantas no grande conjunto de seres vivos;
3.1 Identificar as diferenças entre os grupos das plantas percebendo o processo evolutivo desses grupos;
3.2 Reconhecer que o ciclo de vida das plantas e a sua fisiologia está intimamente ligada com o ambiente em que vivem
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Bases Conceitual – Tecnológicas |
▫ Sistema taxonomia. ▫ Vírus e viroses. ▫ Reino Monera e bacterioses
▫ Reino Fungi e micoses. ▫ Reino Vegetal ▫ Fisiologia vegetal
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E. “Paulo freire” 2009
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Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
3ª Série – 2011 |
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Disciplina: |
Biologia III |
Carga-Horária: |
40h |
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Habilidades/ Competências |
1- Reconhecer nossas semelhanças e diferenças com outros seres vivos – em particular com os do reino animal - de modo a possibilitar reflexões e análise não-preconceituosas sobre a posição que nossa espécie ocupa no mundo vivo. Valorizar o conhecimento sobre o organismo animal, reconhecendo sua importância tanto para a melhoria da vida humana como para o estabelecimento de relações mais equilibradas entre a espécie humana e outras espécies de seres vivos.
1.1 Caracterizar a diversidade de vida animal e sua distribuição nos diferentes ambientes;
1.2 Conhecer a organização estrutural corpórea dos poríferos, cnidários bem como a reprodução dos mesmos;
1.3- Identificar as principais características dos platelmintos, nematelmintos e medidas preventivas;
1.4- Analisar dados sobre condições de saneamento básico do município;
1.5- Conhecer a organização estrutural e corporal dos moluscos, anelídeos e seus processos reprodutivos;
1.6- Diferenciar os grupos de artrópodes, sua organização estrutural, corporal e o processo reprodutivo;
1.7-Conhecer a organização estrutural corpórea dos equinodermos bem como seu processo reprodutivo;
1.8-Diferenciar os grupos de cordados, processo evolutivo e reprodução.
2- Reconhecer em si mesmo os princípios fisiológicos que se aplicam a outro seres vivos, particularmente aos animais vertebrados, o que contribui para a reflexão sobre nossas relações de parentesco com os outros organismos. Valorizar os conhecimentos sobre a estrutura e o funcionamento dos sistemas de órgãos do corpo humano, reconhecendo-os com necessários tanto para identificação de eventuais distúrbios como para os cuidados com a manutenção da própria saúde.
2.1 Localizar os principais órgãos em um esquema representando o contorno do corpo humano;
2.2 Distinguir os diferentes tipos de doenças;
2.3 Escolher medidas que representem cuidados com o próprio corpo e promovam a saúde sexual e reprodutiva dos indivíduos;
2.4 Estalecer relações entre as várias funções vitais do organismo humano;
3-3 Avaliar a importância do aspecto econômico e ético envolvido na utilização da manifestação genética em saúde: a questão das potentes biológica e a exploração comercial das descobertas das tecnologias de DNA.
3.1- Conceituar os principais temas relacionados à genética;
3.2-Caracterizar as leis de Mendel;
3.3- Diferenciar os tipos de heranças genéticas: polialelia, interação gênica, herança quantitativa, linkagem e genética de população;
3.4- Caracterizar as principais técnicas utilizadas pela biotecnologia, como também, as suas aplicações nos diversos campos de conhecimentos;
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Bases Conceitual – Tecnológicas |
1. Classificação dos seres vivos; Diversidade dos seres vivos;
2. Corpo humano e saúde.
3. Genética: as leis de Mendel, herança genéticas e as técnicas usadas pela biotecnologia
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E. “Paulo freire” 2009
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Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
4ª Série – 2012 |
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Disciplina: |
Biologia IV |
Carga-Horária: |
40h |
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Habilidades/ Competências |
1. Conhecer as relações entre os seres vivos, incluindo o homem, e sua relação com o ambiente físico e biológico;
1.1 Identificar a partir de observação da realidade natural, as influências dos fatores físicos e biológicos em cada ser vivo e sua interdependência dentro de um ecossistema;
1.2 Reconhecer e avaliar o caráter ético do conhecimento científico e tecnológico e utilizar esses conhecimentos no exercício da cidadania e da melhoria da vida humana como para o estabelecimento de relações mais equilibradas entre a espécie humana e outras espécies de seres vivos.
2. Reconhecer que a vida se evolui com o passar do tempo para se adaptar com o meio ambiente e que o homem faz parte deste processo;
2.1 Analisar as diversas teorias que procuram explicar a evolução dos seres vivos;
2.2 Identificar os fatores que influenciam na evolução dos seres vivos;
2.3 Identificar as evidências da evolução dos seres vivos.
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Bases Conceitual - Tecnológicas |
1. Ecologia:
2. Fatores físicos e biológicos, cadeira alimentar, fluxo de energia, ecossistemas.
2. Evolução: Teoria da Evolução; o ambiente e a genética na seleção natural;
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E. “Paulo Freire” 2009
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Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
1ª Série – 2009 |
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Disciplina: |
Química I |
Carga-horária: |
40h |
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Competências/Habilidades |
1.Compreender o átomo , sua estrutura, e sua natureza
1.1 Identificar os modelos atômicos conhecidos e sua composição e energia envolvida;
1.2 Utilizar a tabela periódica como auxiliar na compreensão dos fenômenos químicos;
2. Reconhecer e compreender fenômenos envolvendo interações e transformações químicas, por exemplo, reconhecer a conservação no número de átomos de cada substâncias, assim como a conservação de energia, nas transformações químicas e nas representações das reações;
2.1 Identificar os principais tipos de reações químicas;
2.2 Representar através de fórmulas as reações químicas;
2.3 Compreender que as interações entre matéria e energia resultam em modificações da forma ou natureza da matéria;
3. Reconhecer os limites éticos que podem estar envolvidos no desenvolvimento da química e da tecnologia quando no estudo das funções químicas inorgânicas e suas aplicações em benefício do homem;
3.1 Identificar as principais funções inorgânicas;
3.2 Fazer uso de gráficos, tabelas e símbolos relacionados aos conhecimentos da química, articulados com o seu cotidiano de vida no campo.
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Bases Conceitual – Tecnológicas |
▫ Estrutura atômica; ▫ Ligações químicas; ▫ Funções químicas inorgânicas; ▫ Reações químicas;
▫ Leis das combinações químicas; ▫ Cálculos químicos
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E. “Paulo Freire” 2009
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Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
2ª Série -2010 |
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Disciplina: |
Química II |
Carga-horária: |
40h |
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Competências/Habilidades |
1.Conhecer materiais e equipamentos adequados para fazer medidas, cálculos e realizar experimentos
1.1 Selecionar instrumentos para medidas de massa, temperatura, volume, densidade e concentração;
1.2 Reconhecer o papel do conhecimento químico, no desenvolvimento tecnológico atual, em diferentes áreas do setor produtivo, industrial e agrícola;
1.3 Relacionar os diversos tipos de dispersões com suas aplicações em diversas áreas de conhecimento;
2. Traduzir através de investigação científica, a importância dos gases para a sobrevivência do homem;
3. Reconhecer através de experimentos quando um processo químico ocorre, analisando um intervalo de tempo do fenômeno;
3.1 Identificar as diferentes velocidades das diversas reações químicas;
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Bases Conceitual - Tecnológicas |
1. Estudos das dispersões
1.1 Medida de massa, de temperatura, de volume, densidade, e concentração
2. Gases
3. Velocidade das reações químicas
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E. “Paulo Freire” 2009
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Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
3ª Série -2011 |
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Disciplina: |
Química III |
Carga-horária: |
40h |
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Competências/Habilidades |
1. Conhecer o conhecimento das diversas áreas com os processos eletroquímicos e suas aplicações;
1.1 Realizar na prática alguns processos eletroquímicos e relacioná-los com o cotidiano;
2. Avaliar o uso da radioatividade no mundo moderno.
2.1 Identificar a origem da energia nuclear;
2.2 Identificar os usos da radioatividade pelo homem
2.3 Articular os conhecimentos teóricos adquiridos em química com o seu cotidiano de vida no campo.
3. Compreender as formas pelas quais a química influencia nossa interpretação do mundo atual, condicionando formas de pensar e interagir; por exemplo, discutir a associação irrefletida de “produtos químicos” com algo sempre nocivo ao ambiente ou saúde, ou “produtos orgânicos” como algo sempre benéfico;
3.1 Reconhecer a importância dos compostos orgânicos no cotidiano;
3.2 Selecionar dados experimentais que caracterizem um composto orgânico;
3.3 Relacionar as funções orgânicas a outras áreas de conhecimento;
3.4 Formular questões diagnósticas e propor soluções para problemas apresentados utilizando os elementos da química orgânica;
3.5 Identificar através de experimentos fatos ao diversos tipos de reações orgânicas;
3.6 Expressar dúvidas, idéias e conclusões acerca das fontes de energia.
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Bases Tecnológicas |
1. Eletroquímica
2. Radioatividade
3. Química orgânica
3.1 Química dos compostos do carbono;
3.2 Características gerais dos compostos orgânicos;
3.3.Funções orgânicas e suas aplicações
3.4.Estudo das estruturas dos compostos orgânicos ;
3.5.Principais reações envolvendo os compostos orgânicos;
3.6 Importância dos compostos orgânicos nas diversas áreas;
3.7 Aplicação dos compostos orgânicos.
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E. “Paulo Freire” 2009
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Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
4ª Série- 2012 |
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Disciplina: |
Química IV |
Carga-horária: |
40h |
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Competências/Habilidades |
1.Perceber a importância na determinação do caráter ácido-básico de uma substância
orgânica na vida diária.
2. Compreender como e quando ocorre uma reação em química orgânica.
3. Conhecer algumas reações específicas, consideradas importantes na química orgânica.
1.1 Reconhecer as diferenças entre o caráter ácido-básico definido por Arrhenius,
Brönsted-Lowry e Lewis.
1.2 Entender o significado de caráter ácido-básico em uma substância orgânica.
2.1 Reconhecer e diferenciar os diversos tipos de reação nos compostos orgânicos.
3.1 Conhecer, definir e classificar os principais Glicídios, Lípidios, Aminoácidos e Protéinas, suas características e aplicações na vida diária.
3.2 Definir, Identificar e perceber a importância dos polímeros na vida diária.
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Bases Conceitual – Tecnológicas |
1.1 Ácidos e bases de Arrhenius, Brönsted-Lowry e Lewis.
1.2 O caráter ácido e básico na química orgânica
2.1 Oxidação, redução e número de oxidação (Nox).
2.2 Reações de oxidação e de redução.
3.1 A classe dos glícidios.
3.2 Lípídios simples e complexos.
3.3 Definição, classificação e reações de aminoácidos e proteínas.
3.4 Definição de polímeros de adição, de condensação e sintéticos.
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E. “Paulo Freire” 2009
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Curso: |
Ensino Médio integrado |
Período/letivos: |
1ª Série – 2009 |
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Disciplina: |
Arte |
Carga-horária: |
40h |
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Competências |
1. Compreender o significado das ciências das artes e do processo de transformação da sociedade e da cultura.
2. Entender as diferentes manifestações artísticas, como expressões culturais de povos, etnias e grupos sociais diversificados.
3. Reconhecer a motivação social dos produtos culturais na sua perspectiva sincrônica e diacrônica.
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Habilidades |
1.1 Conhecer critérios culturalmente construídos embasados em conhecimentos afins filosófico, histórico, sociológico, antropológico, semiótica, científico e tecnológico;
1.2 Apreciar produtos de arte, em suas várias linguagens, desenvolvendo tanto a fruição quanto à análise e a consciência estética;
1.3 Realizar produções artísticas individuais e/ou coletivas;
1.4 Analisar, interpretar e representar textos de diferentes gêneros, estilos e épocas.
2.1 Analisar, refletir, respeitar e preservar as diversas manifestações da Arte – em suas funções múltiplas – utilizadas por diferentes grupos sociais e étnicos, interagindo com o patrimônio regional, nacional e internacional, que se deve conhecer e compreender em sua dimensão sócio-histórica;
2.2 Refletir, analisar e compreender os diferentes processos da arte, com seus diferentes instrumentos de ordem material e ideal, como manifestações socioculturais e históricas;
2.3 Compreender o contexto histórico e social de cada obra de arte;
2.4 Compreender as diferentes manifestações culturais.
3.1 Analisar as linguagens da arte considerando a sociedade, as culturas, as regiões e as épocas nos atos de reflexão, apreciação e contextualização de trabalhos artísticos (obras e reprodução) na sala de aula e em espaços culturais;
3.2 Identificar e respeitar as diferentes manifestações artísticas e suas relações de gênero, etnia, inclinação sexual, faixa etária, origem social ou geografia, crença e limitações físicas ou mentais, estabelecendo critérios de inclusão social nos atos de criação e apreciação de trabalhos artísticos;
3.3 Experimentar a linguagem teatral.
3.4 Expressar e representar idéias, opiniões, emoções, sensações por meio da oratória;
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Bases Conceitual – Tecnológicas |
1.1 A origem da arte;
1.2 A evolução da história da arte; consciência estética;
1.3 Estudo das diversas linguagens da arte;
1.4 A história do fato artístico: escola, estilos, gêneros e formas.
2.1 Funções múltiplas da arte; Diversidade da arte camponesa, da arte regional, nacional e internacional;
2.2 Elementos Visuais e conceituais de uma obra de Arte;
2.3 Apreciação de imagens e atividades lúdicas;
2.4 O que é cultura e como ela se apresenta.
3.1 Jogos tradicionais e jogos teatrais;
3.2 Evolução do teatro;
3.3 Estrutura dramática (ação / espaço/ personagem / público)
3.4 Oratória: a arte de falar em público.
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E. “Paulo Freire” 2009.
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Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
2ª Série – 2010 |
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Disciplina: |
Arte |
Carga-horária: |
40h |
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Competências |
1. Compreender as relações entre os seres humanos, a natureza, a arte e a tecnologia em seu contexto de vida.
2. Compreender as relações entre as artes visuais com outras modalidades artísticas e também com outras áreas do conhecimento.
3. Conhecer os elementos fundamentais da arte cênica.
4. Compreender a história a origem e os fatores determinantes socioculturais da dança.
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Habilidades |
1.1 Interpretar textos e as narrativas culturais, analisando as características da imagem ou da obra-de-arte de acordo com a sua própria referência cultural;
1.2. Realizar pesquisas por meio de entrevistas, consultas na Internet, nos livros teóricos relacionando o tema com outras disciplinas;
1.3. Construir o conhecimento sistematizado permitindo ao educando reconhecer as obras-de-arte, relacionando-as com os períodos artísticos;
1.4 Conhecer a arte do desenho técnico.
2.1 Conhecer técnicas de pintura e identificar os materiais;
2.2 Apreciar e identificar os múltiplos sentidos das imagens;
2.3 Expressar e representar idéias, emoções, sensações por meio da articulação de poéticas pessoais.
3.1 Compreender os diferentes textos teatrais;
3.2 Apreciar e adaptar os diferentes gêneros teatrais;
3.3 Apresentar a arte cênica através da criatividade;
3.4 Construir de figurinos e cenários adequados.
4.1 Aplicar as técnicas teórico-prático da dança;
4.2 Utilizar as mais diversas formas de linguagem da dança.
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Bases Conceitual - Tecnológicas |
1.1 Estudo sobre a história de uma imagem (significado da obra: função, local, data e produção do artista);
1.2 Produção e exploração de diversas técnicas e materiais;
1.3 O processo artístico em relação aos diferentes modos de produção;
1.4 Noções básicas de desenho técnico.
2.1Técnicas de pintura;
2.2 Leitura de imagens;
2.3 Releitura das obras.
3.1 História do teatro; Teatro do oprimido;
3.2 Adaptação de textos dramáticos de diferentes gêneros/ estilo e épocas;
3.3 Montagem cênica (tradicionais e tecnológicas), utilizando como recurso da linguagem: máscaras, cenários, figurinos, iluminação, maquiagem, adereços;
3.4 Apresentação da peça teatral.
4.1 História da Dança;
4.2 Evolução da Dança ao longo da história;
4.3 A Dança como expressão de sentimentos.
4.4 Funções múltiplas da arte; Diversidade da arte camponesa, da arte regional, nacional e internacional;
4.5 Oratória
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E. “Paulo Freire” 2009.
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Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
3ª Série – 2011 |
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Disciplina: |
Arte |
Carga-horária: |
40h |
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Competências |
1 Compreender a produção do papel histórico da arte brasileira.
2 Conhecer e valorizar a cultura africana na arte brasileira.
3 Conhecer os princípios da cultura indígena.
4 Compreender as diferentes características dos pintores modernistas.
5 Compreender o teatro em suas dimensões artísticas, estéticas, histórica, social e antropológica.
6 Compreender a variedade das manifestações musicais.
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Habilidades |
1.1 Analisar as manifestações artísticas, conhecendo, compreendendo e relacionando-as a arte ocidental;
1.2 Ler e compreender os fatos históricos contextualizando-os as práticas cotidianas;
1.3 Analisar as manifestações artísticas reconhecendo-as em sua diversidade histórico-cultural.
2.1 Identificar a influência da cultura africana na arte brasileira.
3.1 Identificar a cultura indígena e camponesa.
4.1 Utilizar variedades de materiais naturais e fabricados, multimeios, percebendo analisando e produzindo trabalhos de arte;
4.2 Trabalhar com imagens e sons disponíveis nas redes informatizadas reconstruindo-os ou interagindo-os em textos criados no espaço virtual ou dele recortados.
5.1 Leitura e compreensão de textos históricos, filosóficos e de crítica teatral;
5.2 Utilização da linguagem do teatro como meio de expressão.
6.1 Conhecer, apreciar e adotar atitudes de respeito diante da variedade de manifestações musicais;
6.2 Adquirir conhecimento sobre profissões e profissionais da área musical;
6.3 Construir instrumentos musicais convencionais e não convencionais a partir da pesquisa de diversos meios e materiais.
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Bases Conceitual - Tecnológicas |
1.1 História da arte brasileira;
1.2 Períodos da Arte Brasileira;
1.3 Semana da Arte Moderna.
2.1 Cultura africana na arte brasileira.
3.1 Cultura indígena e camponesa.
4.1 Pintores Modernistas Brasileiros;
4.2 Produção de imagens e testos no espaço virtual.
5.1 História do teatro no Brasil;
5.2 Adaptação em roteiros de: histórias, notícias, contos, fatos históricos, mitos, narrativas populares em diversos períodos históricos e da contemporaneidade.
6.1 História da Música Popular Brasileira;
6.2 Compositores Brasileiros;
6.3 Confecção de instrumentos musicais.
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E. “Paulo Freire” 2009
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Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
4ª Série – 2012 |
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Disciplina: |
Arte |
Carga-horária: |
40h |
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Competências |
1 Compreender as diferentes manifestações da arte visuais mato-grossense e da Amazônia.
2 Conhecer e compreender a diversidade musical do Mato-grosso.
3 Situar e compreender a diversidade cultural da dança Mato-grossense.
4 Compreender o teatro regional em suas dimensões artísticas, estéticas, históricas e sociais.
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Habilidades |
1.1 Contextualizar a arte Mato-grossense e da Amazônia no âmbito nacional e internacional;
1.2 Identificar e relacionar as características dos períodos artísticos às práticas regionais;
1.3 Realizar pesquisas e produções relacionadas aos artistas Mato-grossenses.
2.2 Interpretar e apreciar músicas do próprio meio sociocultural;
2.1 Compreender a diversidade de formas musicais existentes no estado do Mato Grosso.
3.1 Realizar pesquisas no campo teórico-prático da dança regional;
3.2 Diferenciar os tipos e características da dança de cada região do estado.
4.1 Conhecer a documentação existente nos acervos e arquivos públicos sobre o teatro, sua história e seus profissionais;
4.2 Conhecer e aplicar a produção teatral;
4.3 Aplicar técnicas de ética: social, pátrio, cidadão e profissional.
|
Bases Conceitual - Tecnológicas |
1.1 História da Arte Mato-grossense e da Amazônia;
1.2 Características regionais das obras;
1.3 Principais pintores da Arte Mato-grossense.
2.1 Música Mato-grossense;
2.2 Compositores Mato-grossenses.
3.1 História da Dança Regional;
3.2 Tipos de Dança Regional.
4.1 História do teatro Mato-grossense e regional;
4.2 Teatro em Alta Floresta;
4.3 Valorização dos profissionais do teatro.
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E. “Paulo Freire” 2009
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Curso: |
Ensino Médio integrado |
Período/letivos. |
1ª Série – 2009 |
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Disciplina: |
Português |
Carga-horária: |
120h |
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Competências |
1-Reconhecer as linguagens como elementos integradores dos sistemas de comunicação e construir uma consciência crítica sobre os usos que se fazem delas.
2-Compreender as relações entre o texto literário e o contexto histórico, social, político e cultural, valorizando a literatura como patrimônio nacional.
3-Utilizar a língua materna para estruturar a experiência e explicar a realidade.
4-Reconhecer e valorizar a linguagem de seu grupo social e as diferentes variedades do português, procurando combater o preconceito lingüístico.
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Habilidades |
1.1-Reconhecer as linguagens como elementos integradores dos sistemas de comunicação.
1.2-Distinguir os diferentes recursos das linguagens, utilizados em diferentes sistemas de comunicação e informação.
1.3-Recorrer aos conhecimentos sobre as linguagens dos sistemas de comunicação e informação, para resolver problemas sociais e do mundo do trabalho.
1.4-Relacionar informações sobre os sistemas de comunicação e informação, considerando sua função social.
1.5-Posicionar-se criticamente sobre os usos sociais que se fazem das linguagens e dos sistemas de comunicação e informação.
2.1-Identificar categorias pertinentes para analise e interpretação do texto literário.
3.1 Relacionar textos a um dado contexto (histórico, social, político, cultural etc.).
.4.1 Identificar, em textos de diferentes gêneros,as variedades linguísticas sociais, regionais e de registro (situações de formalidades e coloquiais).
4.2 Identificar a relação entre preconceitos sociais e usos lingüísticos.
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Bases Conceitual - Tecnológicas |
1.1-Comunicação
1.1.1 Elementos da Comunicação.
1.2 Linguagens
1.2.1 Verbal, não - verbal e digital;
1.2.2 Signo e símbolo;
1.2.43Denotação e conotação;
1.2.4 Funções da linguagem.
1.3 Língua falada e escrita
1.3.1 Convenção ortográfica, fonética, parágrafos;
1.3.2 Critérios gerais de acentuação gráfica.
1.4 Sistemas de Comunicação de massa.
1.5- Leitura e escrita de textos;
1.5.1 Definição de texto;
1.5.2 Leitura e compreensão de textos;
1.5.3 Definição de coesão e coerência;
2.1-A história e origem da língua portuguesa.
2.1.1.- Gêneros literários/ características;
2.1.2 Classificação dos gêneros;
2.1.3 Poesia e prosa;
2.1.4 Versificação;
2.1.5 Introdução à literatura brasileira;
3.1-Estudo de textos eruditos e sua relação com o contexto.
4.1 Identificar, em textos de diferentes gêneros,as variedades linguísticas sociais, regionais e de registro (situações de formalidades e coloquiais).
4.2 Identificar a relação entre preconceitos sociais e usos lingüísticos;
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E. “Paulo Freire” 2009
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Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
2ª Série – 2010 |
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Disciplina: |
Português |
Carga-horária: |
120h |
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Competências |
1-Compreender as relações entre o texto literário e o contexto histórico, social, político e cultural, valorizando a literatura como patrimônio nacional.
2-Utilizar a língua materna para estruturar a experiência e explicar a realidade.
3-Analisar criticamente os diferentes discursos, inclusive o próprio, desenvolvendo a capacidade de avaliação de textos.
|
Habilidades |
1.1-Reconhecer os procedimentos de construção do texto literário.
1.2-Utilizar os conhecimentos sobre a construção do texto literário para atribuir-lhe um sentido.
1.3 Relacionar textos a um dado contexto (histórico, político, social, cultural etc.).
1.4 Reconhecer a importância do patrimônio lingüístico para a preservação da memória e da identidade nacional.
2.1 Reconhecer temas,genêros, suportes textuais, formas e recursos expressivos.
2.2-Identificar os elementos organizacionais e estruturais de textos de diferentes genêros.
3.1 Inferir as possíveis intenções do autor marcadas no texto.
|
Bases Conceitual - Tecnológicas |
1.1.-Literatura – Da revolução política às transformações estéticas.
1.1.1. Romantismo Realismo e Naturalismo, Parnasianismo e Simbolismo
1.2-Pré-modernismo no Brasil;
1.2.1 Semana da arte Moderna / Características;
1.3-Estudo de textos eruditos e sua relação com o contexto;
1.4-Estrutura e Formação de palavras, classes de palavras;
1.4.1 Concordância nominal e verbal;
1.4.2 Frase, Oração e Período;
2.1 Estudo de texto de massa e erudita;
2.1.1 Tipos de discurso;
2.1.2 Elementos coesivos e coerência textual;
2.2Classificação do texto do ponto de vista da estrutura ( expositivo, narrativo,descritivo);
3.1- Caracterizar as marcas estruturais de textos e as intenções do autor;
3.1.1 Tipologias textuais;
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E. “Paulo Freire” 2009
|
Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
3ª Série – 2011 |
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Disciplina: |
Português |
Carga-horária: |
80h |
|
Competências |
1-Compreender as relações entre o texto literário e o contexto histórico, social, político e cultural, valorizando a literatura como patrimônio nacional.
2-Compreender a Língua Portuguesa como língua materna, geradora de significação e integradora da organização do mundo e da própria identidade.
3-Analisar criticamente os diferentes discursos, inclusive o próprio, desenvolvendo a capacidade de avaliação de textos.
4-Usar os conhecimentos adquiridos por meio da analise lingüística para expandir sua capacidade de uso da linguagem, ampliando a capacidade de análise crítica.
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Habilidades |
1.1-Identificar em um texto literário as relações entre tema estilo e contexto histórico de produção.
2.1 Reconhecer temas,genêros, suportes textuais, formas e recursos expressivos
3.1-Identificar em textos as marcas de valores e intenções que expressam interesses políticos, ideológicos e econômicos.
4.1-Identificar em textos os mecanismos lingüísticos na construção da argumentação.
|
Bases Conceitual - Tecnológicas |
1.1- Novas perspectivas estéticas;
1.1.1 Modernismo;
1.1.2 Pós-modernismo;
2.1-Estudo de varios tipos de textos e obras literárias;
2.2.1 Construção dos sentidos;
2.1.2 Intertextualidade e polifonia;
3.1- Relações de sentido dos textos;
3.1.1 A relação entre coesão e coerência;
3.1.2 Reestruturação do texto produzido;
4.1 Estrutura da língua;
4.1.1 Período composto por coordenação e subordinação;
. 4.1.2 Colocação pronominal;
. 4.1.3 Concordância verbal e nominal;
4.1.3 Introdução à sintaxe;
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E. “Paulo Freire” 2009
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Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
4ª Série – 2012 |
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Disciplina: |
Português |
Carga-horária: |
80h |
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Competências |
1-Compreender as relações entre o texto literário e o contexto histórico, social, político e cultural, valorizando a literatura como patrimônio nacional.
2-Compreender a Língua Portuguesa como língua materna, geradora de significação e integradora da organização do mundo e da própria identidade.
3-Analisar criticamente os diferentes discursos, inclusive o próprio, desenvolvendo a capacidade de avaliação de textos.
4-Usar os conhecimentos adquiridos por meio da analise lingüística para expandir sua capacidade de uso da linguagem, ampliando a capacidade de análise crítica
|
Habilidades |
1.1-Utilizar os conhecimentos sobre a construção do texto literário para atribuir-lhe um sentido.
2.1 Reconhecer em textos os procedimentos de persuasão utilizados pelo autor.
3.1Contrapor interpretações de um mesmo fato em diferentes textos.
4.1Identificar em textos de diferentes gêneros, as marcas lingüísticas (fonética, morfológicas, sintáticas e semânticas) que singularizam as diferentes variedades sociais, regionais e de registro.
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Bases Conceitual - Tecnológicas |
1.1 Literatura de Mato Grosso;
1.1 Tendências contemporâneas
2.1 Estudo de textos ficcionais e não-ficcionais;
3.1 Direrenças de informações de um fato em diferentes veículos de informação
3.1.1 Condições de produção;
4.1Gramática;
4.1.1 Regência verbal e nominal;
4.1.2 Sintaxe;
4.1.3 Figuras de estilos;
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E. “Paulo Freire” 2009
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Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
1ª Série – 2009 |
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Disciplina: |
Inglês |
Carga-horária: |
40h |
|
Competências |
1 Conhecer e usar a língua(s) estrangeira moderna(s) como instrumento de acesso a informações e a
outras culturas e grupos sociais.
2 Entender a estrutura da língua inglesa técnica e instrumental.
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Habilidades |
1.1 Identificar a estrutura básica da língua estrangeira ( listening).
1.2 Compreender a mensagem do texto em língua estrangeira.
2.1 Entender o inglês técnico através dos textos.
2.2 Trabalhar noções básicas para inglês instrumental.
2.3 Identificar termos técnicos da língua inglesa em agroecologia.
|
Bases Conceitual - Tecnológicas |
1.2 Sentido do texto.
2.1 Pré – leitura de textos técnicos.
2.1.1 Diferenças entre texto técnico e texto normal.
2.1.2 Identificação do assunto principal de texto técnico.
2.1.3 Definição e análise do assunto principal do texto.
2.1.4 Reconhecimento de quadros, esquemas e diagramas no texto.
2.2 Inglês instrumental.
2.2.1 Analogia dos assuntos lidos à situações reais.
2.3 Diferenças entre texto técnico e texto normal.
2.3 1 Identificação dos termos da língua inglesa usados em
administração rural
2.4 Identificação das idéias implícitas e explicitas dos textos em inglês.
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E. “Paulo Freire” 2009
|
Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
2ª Série – 2010 |
|
Disciplina: |
Inglês |
Carga-horária: |
40h |
|
Competências |
1. Compreender e analisar a estrutura e a organização da língua estrangeira.
2 Produzir texto orais e escritos empregando estratégias verbais e não verbais da língua inglesa.
3. Perceber a importância do domínio de idiomas estrangeiros nos diferentes grupos sociais.
4. Perceber característica da língua estrangeira e sua aplicação.
|
Habilidades |
1.1 Identificar a habilidade da língua estrangeira;
2.1 Aplicar técnicas da língua estrangeira moderna como um instrumento de acesso a informações;
3.1 Produzir textos empregando a estrutura da linguagem;
4.1 Reconhecer formas de registros adequados á situações nas quais se processa a comunicação;
|
Bases Conceitual - Tecnológicas |
1.1Técnicas de leitura: reading.
2.1 Instrumentos e forma textual.
3.1 Interpretação textual.
4.1Compreensão da estrutura lingüística textual.
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E. “Paulo Freire” 2009
|
Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
3ª Série – 2011 |
|
Disciplina: |
Inglês |
Carga-horária: |
40h |
Competências
1. Distinguir norma culta de linguagem informal.
2. Aplicar técnicas gramaticais em produção de texto.
3. Empregar as formas textuais considerando os aspectos socioculturais inerentes a
comunicação.
Habilidades
1.1 Empregar a língua estrangeira moderna na escrita (writing);
1.2 Reconhecer a língua estrangeira moderna nas formas de comunicação;
2.1 Utilizar os mecanismos de coerência e coesão na produção oral ou escrita;
3.1 Conhecer e empregar formas de produção e leitura;
Bases Conceitual - Tecnológicas
1.1 Técnicas de leitura: (writing).
1.1.2 Instrumentos e forma textual.
2.1 Aspectos verbais e não - verbais em situação verbal e não verbal.
3.1 Compreensão da estrutura lingüística textual.
3.1.2 Interpretação textual.
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E. “Paulo Freire” 2009
Curso: Ensino Médio Integrado Período letivo: 4º série - 2012 Disciplina: Inglês Carga-Horária: 40h/a Competências
1. Produzir enunciados apropriados a seus contextos em língua estrangeira, empregando as formas
gramaticais, estratégicas, sociolingüísticas e discursivas.
2. Relacionar textos e seus contextos por meio da análise dos recursos expressivos da linguagem
verbal.
3. Reconhecer a linguagem segundo intenção de época, e contextualizando a cultura local.
Habilidades
1.1. Reconhecer a língua estrangeira moderna como instrumento inerente à comunicação (speaking);
2.1. Empregar a língua estrangeira na fala e na escrita;
3.1 Analisar os recursos expressivos da linguagem verbal relacionando textos e contextos;
Bases Conceitual - Tecnológicas
1.1 Técnicas de leitura: (speaking).
2.1 Instrumentos e formas textuais.
3.1 Interpretação textual.
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E.”Paulo Freire” 2009.
|
Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
1ª Série/2009 |
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Disciplina: |
Matemática |
Carga-Horária: |
120h |
|
Competências/Habilidades |
1. Conhecer o raciocínio lógico e o uso correto da linguagem simbólica dos conjuntos,bem como conceituar e aplicar intervalos numéricos.
2. Entender graficamente um produto cartesiano.
3. Entender sistema de numeração decimal e binário, e sua aplicação.
4. Compreender função e sua notação.
5. Conhecer equação exponencial e suas aplicações.
6.Conhecer logaritmos.
7. Identificar e relacionar elementos a um conjunto conjuntos ( vice-versa).
8. Utilizar a simbologia correta de pertinências.
9. Reconhecer a notação própria de intervalo numérico e relacionar seus elementos.
10. Representar corretamente um intervalo na reta real.
11. Entender intervalo numérico como subconjuntos.
12. Conceituar pares ordenados (x,y).
13. Tabular produto cartesiano e mostrar a relação binária por diagramas;
14. Representar graficamente o produto cartesiano no plano cartesiano.
15. Compreender o sistema de numeração decimal e binário.
16. Identificar a escrita do numeral binário.
17. Converter numeral binário em decimal.
18. Entender que a relação binária é a base operacional do computador.
19. Reconhecer e diferenciar função de relação e representá-lo graficamente
20. Identificar numa função o seu conjunto domínio e imagem.
22. Reconhecer a lei de formação de uma função e sua aplicação.
23. Identificar as raízes ou zeros de uma função, bem como a concavidade da função quadrática;
24. Obter as coordenadas do vértice de uma parábola.
25. Reconhecer pelas características da função a quantidade de raízes de uma função quadrática ( discriminante).
26. Representar no plano cartesiano o gráfico de uma função quadrática.
27. Compreender e utilizar as regras e conceitos de potenciação e suas propriedades;
28. Reconhecer e definir função exponencial e sua forma algébrica;
29. Resolver e representar graficamente uma equação exponencial.
30. Utilizar os conhecimentos sobre a função exponencial e aplicá-los na resolução de problemas.
31. Conceituar e definir logaritmos e utilizá-los para resolução de problemas ( escala de Richer)
32. Entender que logaritmo é um expoente e verificar sua condição de existência;
33. Compreender e utilizar suas propriedades na resolução e simplificação de equações mais complexas.
|
Bases Conceitual - Tecnológicas |
1.1Conjuntos numéricos.
1.1 Intervalos numéricos.
2.1 Conjuntos e relações
3.1 Sistema de Numeração Binária.
4.1 Funções.
5.1 Função exponencial.
5.2 Potenciação e suas propriedades.
5.3 Expoente racional e radiciação.
6. Logaritmos.
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Administração Rural
Escola E.”Paulo Freire 2009”.
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Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
2ª Série/2010 |
|
Disciplina: |
Matemática |
Carga-Horária: |
120h |
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Competências |
1 Conhecer e compreender quando na resolução de um problema a seqüência envolvida é uma PA ou PG.
2.. Entender o cálculo e o Algoritmo da soma e interpolação de uma PA e PG.
3. Entender os elementos de um triângulo e retângulo e aplicar teorema de Pitágoras.
4. Conhecer relações trigonométricas.
5. Entender, definir e graduar circunferência trigonométrica.
|
Habilidades |
1.1 Diferenciar uma seqüência numérica de uma PA ou PG.
1.2 Compreender que a constante entre um termo e outro de uma progressão é a sua razão.
1.3 Aplicar esse conhecimento na resolução de diversos problemas no dia a dia.
2.1 Compreender e utilizar a fórmula geral na resolução de problemas;
2.2 Dominar a resolução de equações de 1° e 2° grau e exponenciais.
2.3 Desenvolver a formula da soma e do produto de uma PA e uma PG a partir de um problema.
2.4 Relacionar extremos de uma seqüência com a eqüidistância entre eles.
3.1 Identificar ângulo reto, em um triângulo retângulo.
3.2 Reconhecer os catetos e a hipotenusa em um triângulo retângulo.
3.3 Entender que a hipotenusa é sempre o lado maior do triângulo retângulo.
3.4 Entender e aplicar o teorema de Pitágoras na resolução de problemas de diversas áreas do conhecimento.
3.5 Reconhecer que o teorema de Pitágoras trabalha a proporção entre áreas geométricas.
3.6 Fazer o uso de planilhas eletrônicas.
4.1 Entender que cateto oposto e adjacente, estão em função do ângulo em evidência.
4.2 Identificar a relação entre as razões trigonométricas(sen,cos,tang) para qualquer triângulo.
4.3 Construir e demonstrar que razões trigonométricas, é um quociente.
4.4 Identificar a lógica matemática que norteia o seno e cosseno.
5.1 Compreender a diferença entre uma circunferência e um círculo.
5.2 Identificar nos quadrantes de uma circunferência o sinal do seno, cosseno e tangente de um ângulo.
5.3 Compreender medidas de comprimento de arcos, em graus e radianos.
5.4 Converter quando necessário grau radiano e vice e versa.
5.5 Identificar numa tabela as razões trigonométricas;
5.6 Compreender na prática o uso dessas razões, para cálculos de distância, alturas, etc.., presentes na topografia.
|
Bases Conceitual - Tecnológicas |
1.1 Seqüências ou sucessões numéricas.
1.2 Progressão aritmética (PA) e geométrica (PG).
1.3 Dominar conceitos de divisores e múltiplos.
2.1 Soma e produto dos termos de uma progressão.
2.3 Interpolação de meios aritméticos e geométricos numa progressão.
3.1 Triângulo retângulo.
3.2 Teorema de Pitágoras.
4.1 Trigonometria no triângulo retângulo.
4.2. Seno, co-seno e tangente de um ângulo
5.1 Trigonometria na circunferência
5.2 Proporção entre grandezas.
5.3 Regra de Três.
5.4 Bases 60(tempo relógio analógico).
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E. “Paulo Freire” 2009.
|
Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
3ª Série/2011 |
|
Disciplina: |
Matemática |
Carga-Horária: |
80h |
|
Competências |
1- Conhecer a representação de uma matriz, bem como sua aplicação e operações em outras áreas do conhecimento.
2- Compreender cálculos com determinantes adquirindo no entanto estrutura e aprofundamento da matemática;
3. Compreender enunciados, formular questões selecionando e interpretando informações de problemas de contagem.
|
Habilidades |
1.1 Utilizar a representação correta de uma matriz;
1.2 Calcular e representar numa matriz os seus elementos;
1.3 Identificar um elemento na matriz através de códigos;
1.4 Dominar conceitos das quadro operações básicas entre matrizes;
1.5 Resolver problemas e equações matriciais;
2.1 Definir e calcular determinantes;
2.2 Reconhecer que determinante é um número real;
2.3 Conhecer e aplicar as propriedades na resolução de problemas envolvendo cálculos de áreas;
2.4 Conhecer e utilizar-se do método prático de Sarrus e Laplace;
2.5 Reconhecer e utilizar-se de determinantes, em outras áreas do conhecimento para resolver problemas de produção, balanceamento de rações e outros.;
3.1 Aplicar fatorial e resolver equações com fatorial;
3.2 Usar o princípio da contagem na resolução de problemas cotidianos;
3.3 Reconhecer tipos de agrupamento envolvido em um problema;
3.4 Diferenciar em cada agrupamento a formúla correta para solução de problemas;
|
Bases Conceitual - Tecnológicas |
1.1 Matrizes
2.1 Determinantes
2.2 Equações de 1º e 2º grau
3.1 Fatoria
3.2 Análise combinatória
.3 Princípio da contagem
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E. ”Paulo Freire” 2009.
|
Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
4ª Série/2012 |
|
Disciplina: |
Matemática |
Carga-Horária: |
40h |
|
Competências |
1. Conhecer os elementos da geometria plana com tratamento algébrico;
2. Compreender na matemática financeira o cálculo de juros, percentagens e operações de lucro e prejuízo.
3. Compreender e utilizar tabelas e gráficos no estudo de fenômenos estatísticos.
|
Habilidades |
1.1 Compreender através da história que na geometria analítica a álgebra e a geometria estão juntas;
1.2 Identificar ponto reta e plano;
1.3 Resolver problemas de distância entre dois pontos, ponto médio e condição de alinhamento;
1.4 Determinar equações diversas da reta, utilizando-se de conceitos básicos de ponto, reta e plano;
1.5 Diferenciar coeficiente angular de coeficiente linear de uma reta;
1.6 Identificar posições relativas entre duas ou mais retas no plano;
2.1 Reconhecer que a porcentagem é o numero racional de base 100;
2.2 Compreender e aplicar a regra de três para resolução de problemas envolvendo porcentagem;
2.3 Utilizar quando necessário o algoritmo da resolução de problemas financeiros;
2.4 Entender e reconhecer as situações que envolve, lucro, prejuízo, capital, juros e montantes;
2.5 Aplicar os conhecimentos de porcentagens em outras áreas do conhecimento;
3.1 Conhecer e construir, tabelas, gráficos e tabulação de dados de acordo com a problematizarão;
3.2 Ler e interpretar tabelas, gráficos e pictogramas nas diversas situações nos meios de comunicação;
3.3 Analisar através da observação dos dados e tabelas os resultados;
3.4 Compreender que os conhecimentos de estatísticas serão utilizados nas várias áreas do conhecimento e pesquisa;
3.5 Compreender e comparar medidas de dispersão, de variância e desvio padrão;
|
Bases Conceitual – Tecnológicas |
1.1 Geometria Analítica
2.1 Matemática financeira
2.2 Juros simples e compostos
2.3 Percentagem
3.1 Estatísticas
3.2 População e amostra
3.3 Medidas de tendência central
3.4 Medidas de dispersão
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E.”Paulo Freire” 2007.
|
Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
1ª Série/2009 |
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Disciplina: |
Física |
Carga-Horária: |
40h |
|
Competências |
1. Entender os fenômenos naturais que constitui a física, através da história.
2. Conhecer e comparar as diversas unidades de medidas e suas grandezas.
3. Conhecer a representação de um numeral escrito no sistema decimal e binário.
4. Conhecer grandezas direta e inversamente proporcionais, para construção gráfica por meio de lei de formação.
5.Compreender os diversos tipos de movimento, bem como prevê-los e controlá-los e a finalidade da tecnologia de torná-los úteis à humanidade.
6. Entender que no Movimento Uniforme a velocidade durante um percurso é constante em relação ao tempo.
7. Entender que no movimento uniformemente variado (M.U.V), o movimento de um corpo depende da aceleração, e esta do tempo.
8.Compreender grandeza vetorial e escalar, bem como sua direção e sentido.
9. Conhecer e entender que força é o agente físico responsável pelo movimento e variação de velocidade de um corpo.
10. Compreender que as forças de ação e reação entre corpos são também força de inteiração,que sempre se manifesta simultaneamente e aos pares
|
Habilidades |
1.1 Comparar coisas relacionadas com ciência
1.2 Observar ao seu redor e compreender como as coisas que nos cerca estão ligadas com os movimentos:
1.3Mencionar alguns instrumentos de medição conhecida na história antiga e atual. .
1.4 Estabeleceu relação entre o conhecimento físico com outras áreas do saber cientifico.
2.1Medir e comparar uma grandeza com outra de mesma espécie adotada como unidade.
2.2 Conhecer o intercambio mundial.de informação cientifico adotado pela conferência geral de peso e medidas.
2.3 Reconhecer dentro das unidades fundamentais as diferentes grandezas . .
2.4 Compreender o byte como unidade de medir memória de um sistema operacional da diversas tecnologias.
3.1Conhecer a representação no sistema decimal binário.
3.2 Entender que um numeral apresentado na base dez e uma escrita científica,denominada notação científica.
3.3 Converter um numeral qualquer em notação científica, e binária e vice-versa.
4.1Entender que uma grandeza Y e diretamente proporcional a x quando a razão entre elas e constante e inversamente proporcional quando o produto entre elas é constante.
4.2 Relacionar grandeza, quantificar, identificar parâmetros relevantes.
4.3 Compreender e utilizar conceito leis e teoria de física.
5.1 Conhecer e entender movimento e referencial, percebendo assim quando um corpo esta em movimento ou em repouso.
5.2 Entender que na natureza tudo se move dependendo do seu ponto referencial ou seja em relação a quem.
5.3 Compreender deslocamento de um corpo,como sendo seu espaço percorrido em um determinado
tempo.
6.1 Compreender a velocidade constante de um disco num aparelho de som,a propagação do som, da luz e do giro da terra em torno do sol por exemplo.
6.2 Entender que a teoria da física e construída a partir de elementos simples.
6.3 Compreender movimentos simples, para só então entender que o movimento é a velocidade variando proporcionalmente ao tempo.
6.4 Entender que repouso e movimento, depende do referencial adotado.
7.1 Conhecer e entender a grandeza que mede a variação da velocidade em relação ao tempo é a aceleração.
7.2 Entender que grandeza e unidades de medida precisa estar em consonância.
7.3 Diferenciar a aceleração gravitacional de aceleração de um corpo ou móvel ou de um simples impulso.
7.4 Resolver situações problemas, identificar situação física suas leis e teorias.
7.5 Verificar experimentalmente a velocidade média de um corpo.
8.1Conhecer grandezas vetoriais e escalares como sendo entendendo vetor como um módulo com direção e sentido.
8.2 Entender vetor resultante com sendo a operação entre dois vetores
8.3 Representar graficamente com sentido e direção vetores quaisquer, em uma dada situação problema.
9.1 Conhecer a primeira lei de Newton (o principio da inércia).
9.2 Entender o conceito de uma força e a relação entre força e movimento.
9.3 Conhecer relação entre força e massa e aceleração, entendendo que massa é uma propriedade constante de um corpo.
10.1 Compreender a segunda lei de Newton (princípio da proporcionalidade)
10.2Entender que o peso de um corpo está em função da aceleração da gravidade.
10.3 Diferenciar massa e peso de um corpo;bem com utilizar corretamente suas unidades e medidas.
10.4 Conhecer a força aplicada a uma deformação de uma mola ou corpo elástico.
11.1Entender que uma força de ação corresponde a uma força de reação de mesma intensidade e direção,porem de sentido contrário.
11.2 Compreender força de ação e reação, em varias situações do dia-a-dia;lembrando que elas agem sempre em corpos distintos.
11.3 Utilizar as leis de Newton nas resoluções de problemas.
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Bases Conceitual – Tecnológicas |
1.1 Um pouco da história da física
1.2 Instrumentos e expressões de diferentes de ser contar,medir,comparar.
2.1 Medidas grandeza e unidades.
3.1 Notação cientifica.
3.2 Sistema de numeração binária.
4.1 gráficos e grandezas proporcionais.
4.2 Sistema de medidas internacional(SI)
5.1 movimento e referencial.
5.2 Deslocamento, espaço e velocidade média.
6.1 Movimento e velocidade constante(M.U).
6.2 Relação entre espaço e tempo, velocidade e tempo.
7.1 Movimento uniformemente variado (m.u.v).
8.1 Vetor, vetor oposto, sentido e direção de um vetor.
8.2 Operações com vetores.
9.1 Primeira lei de Newton
9.2 Força,massa e aceleração.
10.1 Segunda lei de Newton.
11.1Terceira lei Newton.
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E.”Paulo Freire” 2009.
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Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
2ª Série/2010 |
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Disciplina: |
Física |
Carga-Horária: |
40h |
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Competências |
1. Conhecer os diversos tipos de termômetros, bem como sua utilização e sua escala de conversão.
2. Entender os diversos tipos de dilatações térmicas de diferentes materiais.
3. Compreender caloria, calor específico, calor latente, capacidade térmica e várias formas de troca de calor.
4. Conhecer os diferentes tipos de gases sólidos e líquidos e suas transformações e aplicar a equação dos gases perfeitos.
5. Entender a realização do trabalho através do calor e o funcionamento dos diferentes tipos de máquinas térmicas.
6. Compreender a luz como forma de energia, suas diferentes formas de propagação, assim como os diferentes tipos de espelhos e lentes.
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Habilidades |
1.1. Perceber a importância dos termômetros nas indústrias, nas fábricas, em laboratórios e no nosso cotidiano.
1.2. Entender o funcionamento do termômetro e como utilizá-lo
1.3. Converter valores de temperaturas entre escalas Celsius, Fahrenheit e Kelvin.
2.1. Observar que o aquecimento de um sólido provoca aumento de seu comprimento.
2.2. Entender os diferentes coeficientes de dilatação: linear, superficial e volumétrica.
2.3. Estabelecer a equação que relaciona a dilatação com a temperatura.
3.1. Diferenciar caloria, calor latente e capacidade térmica.
3.2. Relacionar o calor fornecido a um corpo com sua massa e com a elevação de temperatura.
3.3. Relacionar troca de calor com variação de temperatura e mudança de fase ou estado físico.
4.1. Diferenciar os tipos de gases.
4.2 Caracterizar as transformações isobáricas, isotérmicas, isoméricas e adiabáticas.
4.3. Desenvolver a equação dos gases perfeitos.
5.1. Enunciar e interpretar a segunda lei da termodinâmica.
5.2. Aplicar o princípio da conservação de energia em sistemas termicamente isolados.
5.3. Definir os diferentes tipos de energia em diferentes tipos de máquinas térmicas.
6.1. Verificar que a luz se propaga em todas as direções.
6.2. Caracterizar e enunciar a óptica geométrica.
6.3. Explicar os diferentes tipos de espelhos e lentes.
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Bases Conceitual - Tecnológicas |
1.1. Termômetros
1.2. Temperatura e calor
1.3. Escalas termométricas
2.1. Introdução à dilatação térmica
2.2. Dilatação linear, superficial e volumétrica
2.3. Equações da dilatação térmica
3.1. Introdução à calorimetria
3.2. Princípio da igualdade de trocas de calor
3.3. Influência da temperatura no estado físico
4.1. Introdução ao estudo dos gases
4.2. Leis das transformações dos gases perfeitos
5.1. Segundo princípio da Termodinâmica
5.2. Transformação cíclica
5.3. Ciclo de Carnot
6.1. Conceitos de óptica geométrica
6.2. Princípios da óptica geométrica
6.3. Lentes e espelhos
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E.”Paulo Freire” 2009.
|
Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
3ª Série/2011 |
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Disciplina: |
Física |
Carga-Horária: |
40h |
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Competências |
1.Conhecer a eletricidade, as cargas elétricas e eletrização.
2.Entender a Lei de Coulomb.
3. Compreender o vetor campo elétrico e linhas de força.
4. Entender o trabalho da força elétrica e a relação entre trabalho e ddp.
5.Entender condutores e sua energia potencial.
6.Compreender capacitores e capacitância.
7.Compreender corrente elétrica, seu sentido e intensidade.
8.Entender resistência elétrica e a Lei de Ohm.
9. Conhecer os vários tipos de associações de resistores existentes.
10.Compreender geradores e receptores.
11.Compreender a construção do circuito elétrico.
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Habilidades |
1.2. Reconhecer a importância dos fenômenos eletrostáticos no desenvolvimento da eletricidade.
1.2. Reconhecer a existência de dois tipos de dois tipos de carga elétrica: positiva e negativa.
1.3. Descrever os processos de eletrização: atrito, contato e indução.
2.1. Caracterizar e aplicar a Lei Coulomb para cargas elétricas puntiformes
2.2. Definir unidade de carga elétrica.
2.3. Estabelecer graficamente a Lei de Coulomb
3.1. Descrever a influência de um corpo carregado eletricamente na região vizinha.
3.2.Descrever como se detecta um campo elétrico.
3.3. Avaliar a formação de linhas de força e sua distribuição.
4.1. Definir o trabalho da força elétrica bem como calcular o trabalho elétrico para mover a
carga elétrica em um ponto conservativo.
4.2. Caracterizar campo elétrico uniforme.
4.3. Desenvolver a relação matemática entre trabalho e tensão.
5.1 Definir condutores.
5.2. Determinar o potencial de equilíbrio de dois ou mais condutores colocado em contato.
5.3. Definir energia potencial elétrica de um condutor.
6.1. Entender capacitor e capacidade e sua função.
6.2. Caracterizar o armazenamento de energia em um capacitor.
6.3. Explicar a associação em série, paralela ou mista dos condensadores.
7.1. Caracterizar e interpretar a corrente elétrica.
7.2. Definir a intensidade da corrente elétrica.
7.3. Entender os efeitos da passagem da corrente elétrica.
7.4. Caracterizar o efeito Joule da Corrente e dar algumas de suas aplicações.
8.1. Definir a resistência elétrica de um condutor.
8.2. Entender e enunciar a Lei de ohms.
8.3. Relacionar a potência dos aparelhos de eletrodomésticos com a diferença de potencial nos seus terminais com intensidade da corrente que os atravessa a usar o conhecimento para calcular o consumo de eletricidade.
9.1. Reconhecer os dois tipos de associação: em série e paralelo.
9.2. Definir o valor do resistor equivalente de associações: em série, paralelo e misto.
9.3. Comparar a luminosidade de lâmpadas associadas em série e em paralelo.
10.1. Explicar o funcionamento de um gerador elétrico.
10.2. Calcular o rendimento de um gerador.
10.3. Explicar o funcionamento dos receptores.
11.1. Enunciar e aplicar a lei ohm generalizada.
11.2. Construir circuitos elétricos.
11.3. Identificar os elementos de um circuito elétrico.
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Bases Conceitual - Tecnológicas |
A carga elétrica
1.4. Eletrização de um corpo
1.5. Princípios da eletrostática
2.1. Força elétrica
2.2. Lei de Coulomb
3.1. Introdução campo elétrico
3.2. Vetor campo elétrico
3.3. Linhas de força
4.1. Trabalho e força elétrica
4.2. Expressão do trabalho e força elétrica.
4.3. Relação entre trabalho e ddp
5.1. Introdução a capacitores
6.2. Definição
6.3. Associação de condensadores.
7.1. Definição de corrente elétrica.
7.2. Sentido de corrente elétrica
7.3. Intensidade
8.1. Resistência elétrica
9.1. Associação em série
9.2. Associação em paralelo
9.3. Associação mista
11.1. Gerador
11.2. Força eletromotriz
11.3. Equação do gerador
11.4. Rendimento de um gerador
11.5. Associação de geradores.
11.6. Receptores
11.7. Equação de um receptor.
12.1. Lei de Ohm generalizada.
12.2. Leis de Kirchhoff.
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E.”Paulo Freire” 2 009.
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Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
4ª Série/2012 |
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Disciplina: |
Física |
Carga-Horária: |
40h |
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Competências |
1. Conhecer os movimentos ondulatórios, período, freqüência e comprimento de ondas, relacionando matematicamente.
2. Entender os meios que influenciam a propagação do som.
3. Entender campo magnético, substâncias e fenômenos.
|
Habilidades |
1.1.Caracterizar período, freqüência e comprimento de onda.
1.2.Relacionar matematicamente comprimento de onda, velocidade e freqüência.
1.3. Caracterizar os tipos de ondas
2.1.Caracterizar o som como uma fonte de energia que necessita de suporte material para sua propagação
2.2.Indicar as propriedades físicas do meio que influenciam na propagação do som
2.3.Indicar que os sons podem ser produzidos de diferentes maneiras e que são provocados por vibrações de fonte sonora
3.1.Compreender o funcionamento dos imãs e seus pólos
3.2.Conceituar campo magnético
3.3.Caracterizar e calcular força magnética aplicada a uma carga elétrica que se movimenta num campo magnético uniforme.
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Bases Conceitual – Tecnológicas |
1. Introdução a ondulatória
1.2.Ondas periódicas
1.3.Classificação das ondas
2.1.Ondas sonoras
2.2.Fenômenos sonoros
2.3.Efeito Doppler
3.1.Introdução ao eletromagnetismo
3.2.Fenômenos magnéticos
3.3.Campo magnético.
3.4.Força magnética
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E.”Paulo Freire” 2009.
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Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
1ª Série/2009 |
|
Disciplina: |
Educação Física |
Carga-Horária: |
40h |
|
Competências |
1. Conhecer o movimento humano, seus sentidos e significados.
2. Desenvolver a atividade física e a qualidade de vida.
3. Os jogos e a iniciação desportiva.
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Habilidades |
1.1 Desenvolver uma postura corporal.
1.2 Compreender e aplicar conceitos de valores éticos, morais necessários para a convivência humana.
2.1 Compreender a importância da atividade física para a saúde, relacionando-a
com os fatores sócio-culturais;
2.2 Reconhecer que as atividades de Educação Física estão relacionadas a
qualidade de vida.
3.1 Adquirir habilidades esportivas.
3.2 Conhecer e aplicar técnicas das diversas modalidades desportivas.
3.3 Reconhecer que o prazer pelo jogo independe da capacidade técnica.
|
Bases Conceitual - Tecnológicas |
1.1 Ginástica laboral.
1.2 Expressão corporal e a relação do movimento, trabalho ritmo.
1.3 Comunicação através da expressão corporal.
1.4 Ética, civismo e respeito mutuo.
2.1 História da evolução do ser humano.
2.2 Fatores sócio culturais.
2.3Atividades de lazer e qualidade de vida.
2.4 Exercícios em grupos, com ênfase em vivencias corporais.
2.5 Formas de ginástica Natural.
2.5.1 Atividades de natureza ecológica.
3.1 Jogos de formação geral
3.2 Recreativos
3.3 Cooperativos
3.4 Esportivos
3.5 Competitivos Inter-Sul e interclasse.
3.6 Jogos de iniciação esportiva
3.7 Modalidades esportivas
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E.”Paulo Freire” 2009.
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Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
2ª Série/2010 |
|
Disciplina: |
Educação Física |
Carga-Horária: |
40h |
|
Competências |
1. Desenvolver o resgate histórico das modalidades esportivas desenvolvidas nas diferentes classes sociais.
2. Conhecer as diversas modalidades esportivas e relacionar a teoria com a prática.
3. Atividades Esportivas
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Habilidades |
1.1 Reconhecer a história do esporte em diferentes épocas.
1.2 Identificar equipamentos esportivos para cada modalidade.
1.3 Técnicas de produção de materiais para a prática esportiva.
2.1 Reconhecer e valorizar a diversidade de modalidades esportivas na região.
2.2 Realizar práticas nas diversas modalidades de esportes.
2.3 Participar de jogos escolares, Inter-sul, estudantis nas esferas municipais e estaduais.
3.1 Utilizar atividades de esportes para promover a saúde.
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Bases Conceitual - Tecnológicas |
1.1 Brinquedo fabricado, brinquedo construído.
1.2 Tipos de brincadeiras,
1.3 Artes populares.
1.4 Materiais, construção de: pião, pipa, bola de gude, etc.
1.5 Brinquedos e brincadeiras infantis
2.1 Aplicar técnicas para a prática de: Basebol, tênis de campo, rugby.
3.1 Prática: Basquetebol, voleibol, futebol de salão, handebol atletismo
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E.”Paulo Freire” 2009.
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Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
3ª Série/2011 |
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Disciplina: |
Educação Física |
Carga-Horária: |
40h |
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Competências |
1 Promover Jogos esportivos e recreativos que possibilitem a promoção do bem social.
2 Elaborar e desenvolver programas desportivos na zona rural.
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Habilidades |
1.1 Incorporar o lazer em todas as atividades educacionais e culturais.
1.2 Compreender o significado do lazer.
1.3 Reconhecer a importância da recreação para a melhoria da qualidade de vida.
1.4 Desenvolver os fundamentos técnicos e táticos dos esportes.
2.1 Compreender as dinâmicas do ambiente de trabalho para o desenvolvimento de programas
de atividades esportivas.
2.2 Técnicas de recreação e esporte que promovam a prevenção de doenças.
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Bases Conceitual - Tecnológicas |
1.1 Origem e desenvolvimento da recreação e lazer.
1.2 Teoria e prática do lazer e recreação.
1.4 Análise e aplicação de suas regras, e fundamentos: Futebol de salão, Handebol, Voleibol, Basquetebol, Natação e Atletismo
2 .1 Qualidade de Vida - Lazer e Recreação
2.2 Lazer e sociedade
2.3 Princípios e aplicações práticas
2.4 Promoção e manutenção da saúde e trabalho.
2.5 Exercícios físicos no ambiente de trabalho.
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E.”Paulo Freire” 2009.
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Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
4ª Série/2012 |
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Disciplina: |
Educação Física |
Carga-Horária: |
40h |
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Competências |
1 Resgatar e valoriza a evolução da dança nas diferentes épocas que expressam uma cultura regional, nacional e internacional.
2 Valorização das diferentes culturas expressadas através de movimentos do corpo.
3 Promover Jogos esportivos e recreativos
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Habilidades |
1.1. Estudo da evolução da dança em diferentes épocas.
1.2 Praticar danças regionais, brasileiras e internacionais.
2.1 Promover uma rua de recreio, envolvendo a prática da cultura esportiva .
3.1 Demonstrar os fundamentos das modalidades esportivas através do jogo.
3.2 Conhecer regras, e noções de técnicas e táticas de jogo, nas diferentes modalidades.
3.3 Organizar uma competição esportiva
3.4 Demonstrar através de competição interna os fundamentos, táticas e técnicas dos esportes
praticados ao longo do curso.
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Bases Conceitual - Tecnológicas |
1.1 Danças regionais, brasileiras e internacionais:
2.1 Recreação e modalidades esportivas.
3.1 Jogos desportivos
3.2 Jogos Competitivos
3.3 Jogos Cooperativos.
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E. “Paulo Freire 2009
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Curso: |
Ensino Médio integrado |
Período/letivos. |
1ª Série – 2009 |
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Disciplina: |
Filosofia |
Carga-horária: |
40h |
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Competências |
1- Compreender a importância das questões acerca do sentido e da significação da própria existência e das produções culturais;
2_ Capacidade de desenvolver uma consciência critica sobre conhecimento, razão e realidade sociais, histórico-politico;
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Habilidades |
1.1-compreender o sentido e o significado das produções culturais;
1.2-conhecer e aplicar técnicas de representações culturais
2.1- articular conhecimento filosóficas e diferentes conteúdos e modos discursivos nas ciências naturais e humanas, nas artes e em outras produções culturais.
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Bases Conceitual - Tecnológicas |
▫1. Introdução a Filosofia: o que é filosofia?
1.1. Definição etimológica da palavra Filosofia
1.2. Conceito geral, importância e utilidade da Filosofia.
1.3. O surgimento da Filosofia na Grécia antiga
1.4. A passagem do pensamento místico para o filosófico
1.5. Noções fundamentais do pensamento filosófico (a physis, o cosmo a arqué o logos o caráter critico).
1.6. Historia da Filosofia Grega (pré-socrático, período socrático e sistemático)
1.7. Principais períodos da Historia da Filosofia
1.8. Leitura analise e interpretação de textos filosóficos.
2. A cultura e a filosofia política: o que é política?
2.1. A democracia
2.2. A cidadania
2.3. Os conflitos sociais
2.4. O poder
2.5. A participação
2.6. Formas de Governo (monarquia, aristocracia, tirania)
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E. “Paulo Freire” 2009
|
Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
2ª Série 2010 |
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Disciplina: |
Filosofia |
Carga-horária: |
40h |
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Competências |
1- capacitação para um modo especificamente filosófico de formular e propor soluções e problemas, nos diversos campos do conhecimento;
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Habilidades |
1.1-Elaborar por escrito o que foi apropriado de modo reflexivo;
1.2_ Debates tomando uma posição, defendendo-a argumentativamente e mudando de posição em face de argumentos mais consistentes.
1.3_ Debates tomando uma posição, defendendo-a argumentativamente e mudando de posição em face de argumentos mais consistentes.
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Bases Conceitual - Tecnológicas |
1 A consciência moral: o que é moral?
Valores morais
Heteronomia
Autonomia
Responsabilidade moral
Liberdade e determinismo
Moral e ética
Moral e historia
Moral e direito
Moral e arte
1.10 .Moral e ciência.
2 O conhecimento filosófico e cientifico: o que é o conhecimento?
Conhecimento do censo comum e filosófico
Mito, ciência, ciências as natureza.
Ciências Humanas
Cientificismo
Ciência e política
Ciência e tecnologia
Arte como conhecimento
Os paradigmas emergentes da ciência
Filosofia: interdisciplinaridade e transdiciplinaridade.
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agreocologia
Escola E. “Paulo Freire” 2009
|
Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
3º Série -2011 |
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Disciplina: |
Filosofia |
Carga-horária: |
40h |
|
Competência |
1_ Contextualizar conhecimento filosóficos, tanto no plano de sua origem especifica quanto em outros planos: o pessoal biográfico; o entorno sócio-políticos, histórico e cultural; o horizonte da sociedade científico-tecnológico.
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Habilidade |
1.1_ Capacidade para analise, interpretação e comentário de texto teórico, seguindo PS mais rigorosos procedimento de técnica hermenêutica.
1.2--Capacidade de relacionar o exercício da critica filosófica com a promoção integral da cidadania e com o respeito à pessoas dentro da tradição de defesa dos direitos humanos
1.3_ Debates tomando uma posição, defendendo-a argumentativamente e mudando de posição em face de argumentos mais consistentes.
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Bases Conceitual - Tecnológicas |
Filosofia política
Karl Marx e o materialismo Dialético
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E. “Paulo Freire” 2009
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Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
4º Série 2012 |
|
Disciplina: |
Filosofia |
Carga-horária: |
40h |
▫
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Competência / habilidade |
1- Investigação e compreensão, articular conhecimento filosóficas e diferentes conteúdos e modos discursivos nas ciências naturais e humanas, nas artes e em outras produções culturais
1.1-Compreender a necessária entre a filosofia e a produção cientifica, artística, bem como o agir pessoal e o político.
1.2-Contextualizar conhecimento filosóficos, tanto no plano de sua origem especifica quanto em outros planos: o pessoal biográfico; o entorno sócio-políticos, histórico e cultural; o horizonte da sociedade científico-tecnológico.
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Bases Conceitual - Tecnológicas |
1. As filosofias da Existência
1. Estética e sociedade
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E. “Paulo Freire” 2009
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Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
1ª Série –2009 |
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Disciplina: |
Geografia |
Carga-horária: |
40h |
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Competência |
1- compreender os fenômenos locais, regionais e mundiais expressos por suas territorialidade, considerando dimensões de espaço e tempo.
2_Compreender a importância do elemento cultural, respeitar a diversidade étnica e desenvolver a solidariedade
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Habilidades |
1.1- capacidade de operar com os conceitos básicos da geografia para analise e representação do espaço e suas múltiplas escalas.
1.2- Reconhecer variadas formas de representação do espaço: cartográfica e tratamentos gráficos, matemáticos, estatísticos e iconográficos.
2.1_ Analisar os espaço considerando a influencia dos eventos da natureza e da sociedade .
2.2- compreender o papel das sociedades no processo de produção do espaço, do território, da paisagem e do lugar..
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Bases Conceitual - Tecnológicas |
1. Conceitos fundastes da geografia
Lugar 1.2 paisagem 1.3Território 1.4 Espaço 1.5 Região
2. Sistemas de localização e representação cartográfica
Coordenadas geográficas 2.2 Fusos horários 2.3 Escala e Projeções cartográficas
3. Paisagem natural e problemas ambientais
Relevo 3.2 Vegetação 3.3 Solo 3.4 Hidrografia 3.5 clima
4. Aspectos da dinâmica populacional
Teorias demográficas
Estruturas da população: atividades econômica, sexo, idade, IDH
Conflitos ético-nacionalista
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E. “Paulo Freire” 2009
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Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
2ª Série -2010 |
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Disciplina: |
Geografia |
Carga-horária: |
40 |
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Competências |
1_ compreender os conceitos da geografia com a observação,descrição, organização de dados e informações do espaço geográfico considerando as escalas de analise.
2-- Identificar as contradições que se manifestam espacialmente, decorrentes dos processos produtivos e de consumo.
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Habilidades |
1.1_ Reconhecer as dimensões de tempo e espaço na analise geográfica.
1.2_ Analisar o espaço considerando a influencia dos eventos da natureza e da sociedade.
2.1_verificar a inter-relação dos processos sociais e naturais na produção e organização do espaço geográfico em suas diversas escalas.
2.2--Capacidade de diagnosticar e interpretar os problemas sociais e ambientais da sociedade contemporânea
2.3 _Estimular o desenvolvimento do espírito crítico na interpretação ao domínio político econômico cultural inserido com a desigualdade social.
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Bases Conceitual - Tecnológicas |
1. Aspectos da urbanização mundial
1.1.Indústria e urbanização
1.2. Rede urbana e Rural
1.3. Problemas sociais urbanos e Rurais
2. Fontes de energia e revolução técnica-cientifica-informacional
2.1. Fontes energéticas: convencionais e alternativas
2.2. Revolução Industrial e espaço geográfico( relevo,longitude e outros)
3. Geopolítica mundial
3.1. Do pós-guerra á ‘nova’ ordem mundial
4. Globalização e regionalização do espaço geográfico
4.1. A OMC e a liberalização do comercio mundial
4.2. Os principais blocos econômicos regionais
4.3. A atual divisão internacional do trabalho
5. A organização do território brasileiro
5.1. A formação histórico-territorial do Brasil
5.2. As regionalizações do Brasil
5.3. Dinâmica da sociedade brasileira: atividades econômicas, sexo, estrutura etária, IDH.
5.4 Agricultura brasileira.
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E. “Paulo Freire” 2009
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Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
3ª Série - 2011 |
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Disciplina: |
Geografia |
Carga-horária: |
40 |
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Competências/Habilidades |
1_ Capacidade de compreender o a espaço geográfico a partir das múltiplas interações entre sociedade de natureza.
1.1_ Reconhecer variadas formas de representação do espaço: cartográfica e tratamentos gráficos, matemáticos, estatísticos e iconográficos.
1.2-- Capacidade de identificar as contradições que se manifestam espacialmente, decorrentes dos processos produtivos e de consumo.
1.3--Capacidade de diagnosticar e interpretar os problemas sociais e ambientais da sociedade contemporânea
1.4_Identificar os fenômenos geográficos expressos em diferentes linguagens.
1.5_ Utilizar mapas e gráficos resultantes de diferentes tecnologias.
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Bases Conceitual - Tecnológicas |
1. Paisagem natural do Brasil
1.1. Relevo
1.2. Vegetação
1.3. Solo
1.4. Hidrografia
1.5. Clima
1.6. Problemas ambientais
2. A questão agrária e a estrutura fundiária do Brasil
2.1. Relações do trabalho e produção
2.2. Conflitos sociais no campo
2.3. A modernização na agricultura
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agro ecologia
Escola E. “Paulo Freire” 2009
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Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
4ª Série 2012 |
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Disciplina: |
Geografia do Mato Grosso |
Carga-horária: |
40h |
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Competências |
1_ Capacidade de compreender o a espaço geográfico a partir das múltiplas interações entre sociedade de natureza
2_verificar a inter-relação dos processos sociais e naturais na produção e organização do espaço geográfico em suas diversas escalas
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Habilidades |
1.1-- Compreender a importância do elemento cultural, respeitar a diversidade étnica e desenvolver a solidariedade.
1.2--Capacidades de compreender os fenômenos locais, regionais e mundiais expressos por suas territorialidade, considerando dimensões de espaço e tempo.
2.1--Capacidade de diagnosticar e interpretar os problemas sociais e ambientais da sociedade contemporânea.
2.2 _Estimular o desenvolvimento do espírito crítico na interpretação ao domínio político econômico cultural inserido com a desigualdade social.
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Bases Conceitual - Tecnológicas |
1 Dinâmica sócio-espacial do território Mato-grossense
Formação e expansão do território potiguar
Economias tradicionais e modernas do Mato Grosso
Os problemas sociais urbanos do Mato Grosso
2. O quadro natural do Mato Grosso
Relevo
Vegetação
Solo
Hidrografia
Clima
Problemas ambientais
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E. “Paulo Freire” 2009
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Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
1ª Série –2009 |
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Disciplina: |
História |
Carga-horária: |
40h |
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Competências/Habilidades |
1- Compreender os conceitos como expectativas analíticas que auxiliam na indagação das fontes e das realidades históricas.
2- Reconhecer os diferentes agentes sociais e os contextos envolvidos na produção do conhecimento histórico.
3- Reconhecer que as formas de medir o tempo são produtos culturais resultantes das necessidades de sociedades diversificadas.
1.1- Perceber os conceitos como representações gerais do real social organizada pelos pensamentos.
2.1- Reconhecer a natureza especifica de cada fonte histórica, o papel das diferentes linguagens: escrita, pictórica, fotográfica, oral, eletrônica, etc.
3.1- Perceber que as formações sociais são resultados de varias culturas, diversas produções como as linguagens, as artes as tecnologia e outras manifestações sociais – nos contextos históricos se sua constituição e significação.
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Bases Conceitual - Tecnológicas |
- Introducao ao estudo da Historia
Para que serve a Historia?
O Tempo como uma construção cultural – as várias noções do tempo
A Pré-Historia: trabalho e linguagem: traços distintivos do homem
Do surgimento do homem ao uso dos metais
- A Revolução Agrícola e Revolução Urbana
a sociedades agro-pastoris
Servidão coletiva e escravismo
- As sociedades Comerciais: Escravismo Antigo
Grécia
Roma
- A transição do Escravismo ao Feudalismo e as transformações nas relações sociais
A servidão: trabalho e vida do servo medieval
A sociedade feudal: a terra como instrumento de poder
Mentalidade medieval: religião e poder descentralizado
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E. “Paulo Freire” 2009
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Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
2ª Série - 2010 |
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Disciplina: |
História |
Carga-horária: |
40h |
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Competências/Habilidades |
1- Compreender o passado como construção cognitiva que se baseia em registro deixado pela humanidade e pela natureza (documentos,fonte )
2- Identificar o papel e a importância da memória histórica para a vida da população e de suas raízes culturais.
1.1-Perceber que as temporalidades históricas e a periodização propostas são criações sociais.
1.2- Estabelecer relações entre as dinâmicas temporárias: continuidade-ruptura, permanências-mudança, sucessão-simutaneidade, antes-agora-depois.
1.3 -Reconhecer nas ações e nas relações humanas as permanências e as rupturas, as diferenças e as semelhanças, e os conflitos e a solidariedades, as igualdades e as desigualdades.
2.1- Perceber e respeitar as diversidades étnicas, sexuais, religiosa, de gerações e de classe como manifestações culturais por vezes conflitantes.
2.2-Valoriza a pluralidade das memorais históricas deixadas pelo, mas variados grupo sociais.
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Bases Conceitual - Tecnológicas |
A crise do século XIV
O fim do feudalismo no Ocidente europeu
2. As transformações nas relações sociais na transição do feudalismo para o Capitalismo
O trabalho e cidadania
O antigo regime: mercantilismo, absolutismo e colonialismo.
Sociedade agrária e exclusão no Brasil colonial
O trabalho escravo e cidadania negada
3. A Era das Revoluções II
A era das luzes
As duas revoluções políticas: americana e francesa
3.3. Ecos das revoluções liberais no mundo colonial – a independência da América portuguesa e da América espanhola
3.4 . A Revolução Industrial
3.5. Trabalho e cidadania
3.6. História do campesinato no Brasil
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E. “Paulo Freire” 2009
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Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
3ª Série - 2011 |
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Disciplina: |
História |
Carga-horária: |
40h |
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Competência |
1- Compreender que a história é construída pelos sujeitos históricos, ressaltando-se:_ o lugar do individuo; as identidades pessoais e sociais; que história se construiu no embate dos agentes sociais, individuais e coletivo; que as instituições são criações das ações sociais, no decorrer do tempo, e não adquirem vontade nem ações próprias; a importância apenas relativa de personalidade históricas que ocuparam lugar mais destacado nos processos históricos.
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Habilidades |
1.1 - Perceber as diferenças formadas de produção e organização da vida social em que se destacam a participação de homens e mulheres com relações de parentescos da comunidade de múltipla geração e de diversas formas exercício do poder.
1.2 -Perceber a complexidade das poder nas diversas instancias da sociedade, como as organizações do trabalho e as instituições da sociedade organizadas – sociais, políticas, étnicas e religiosas.
1.3 - Evitar anacronismo ao não atribuir valores da sociedade presente a situações históricas diferentes
1.4 - Os desdobramentos das Revoluções liberais e Revolução Industrial no Brasil e no Mato Grosso
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Bases Conceitual - Tecnológicas |
1 O liberalismo brasileiro – acomodação e singularismo: o século XIX
1.1Os conflitos sociais; urbano e rural
1.2. A crise do escravismo e o trabalho assalariado
1.3 O republicanismo, a crise e o fim da monarquia.
1.4 República, democracia e trabalho.
1.5 O operariado brasileiro no contexto da Republica Oligárquica
1.6 A Revolução de1930 - Era Vargas
1.7 A redemocratização, o Golpe de 1964 e a
Ditadura Militar.
1.8 A democracia brasileira contemporânea no contexto da hegemonia do capital neoliberal e de Globalização
As crises do liberalismo burguês
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agro ecologia
Escola E. “Paulo Freire” 2009
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Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
4ª Série –2012 |
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Disciplina: |
História de Mato Grosso |
Carga-horária: |
40h |
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Habilidade/Competências |
1-- Compreender o processo de estruturação das sociedades humanas desde o momento de formação de pequenos grupos até o surgimento das sociedades de classes;
2- compreende as relações entre as dinâmicas temporárias: continuidade-ruptura, permanências-mudança, sucessão-simutaneidade, antes-agora-depois.
3-Compreender e Valorizar a pluralidade das memorais históricas deixadas pelo, mas variados grupos sociais.
1.1- Perceber que as formações sociais são resultados de varias culturas, diversas produções como as linguagens, as artes as tecnologias e outras manifestações sociais – nos contextos históricos se sua constituição e significação.
1.2- Compreender os conceitos como expectativas analíticas que auxiliam na indagação das fontes e das realidades históricas.
2.1- Reconhecer nas ações e nas relações humanas as permanências e as rupturas, as diferenças e as semelhanças, e os conflitos e a solidariedades, as igualdades e as desigualdades.
2.2- Perceber as diversidades étnicas, sexuais, religiosa, de gerações e de classe como manifestações culturais por vezes conflitantes.
3.1- Valorizar a pluralidade das memorais históricas das populações e suas raízes culturais, deixadas por, vários grupo sociais –
3.2 Praticar o respeito às diferenças culturais, étnicas, de gêneros, religiosas, políticas.
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Bases Conceitual - Tecnológicas |
1. Ancestralidade
1.1. A ancestralidade mato-grossense
Os índios de Mato Grosso
2. Colônia
2.1. A divisão do “mundo desconhecido”
2.2. O caminho pelas águas até Cuiabá
2.3. A Vila Real do Senhor Boa Jesus de Cuiabá
2.4. Mineiros chegam ao Guaporé
2.5. A fundação de vila Bela
2.6. Os tratados de limites
2.7. As fortificações militares
2.8. Panorama sociocultural
2.9. A resistência indígena
2.10. Os cientistas
2.11. O poder civil
2.12. O fim do período colonial
2.13. Cronistas e governantes
3. Império
3.1. O nascimento da nação brasileira
3.2. A independência em Mato Grosso
3.3.A Rusga
3.4. As comunicações no século XIX
3.5. A guerra contra o Paraguai
3.6. A varíola
3.7. O cotidiano dos viajantes
3.8. O cenário mercantil e produtivo
3.9. Os quilombos
3.10. A modernização de Cuiabá no século XIX
3.11. Viajantes, cientistas e cronistas.
3.12. Governantes da província
4. Republica
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E. “Paulo Freire” 2009
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Curso: |
Ensino Médio Regular |
Período Letivo: |
1ª Série 2009 |
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Disciplina: |
Sociologia |
Carga-horária: |
40h |
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Competência / habilidade |
1. Compreender os novos discursos sobre as diferentes realidades sociais.
2. Entender a importâncias das tecnologias contemporâneas de comunicação e informação
3. Compreender que a sociedade é produto de ações de diferentes sujeitos.
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Bases Conceitual - Tecnológicas |
1.1 Reconhecer diferentes realidades sociais.
1.2 Analisar e comparar a dinâmica da sociedade.
2.1 Analisar a evolução tecnológica.
2.2 Estabelecer relações entre grupos sociais.
3.1 Investigar as diferenças as diferenças na sociedade.
3.2 Diferenciar a produção e reprodução da vida pessoal, social, política, econômica e cultural do homem.
3.3 Entender os conhecimentos produzidos pelo homem na sociedade.
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E. “Paulo Freire” 2009
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Curso: |
Ensino Médio Regular |
Período Letivo: |
2ª Série 2010 |
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Disciplina: |
Sociologia |
Carga-horária: |
40h |
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Competências/Habilidades |
1- Desenvolver diferentes discursos das principais correntes sociológicas.
2- Construir uma visão crítica da sociedade.
3- Produzir discursos da sociedade global e local.
1.1 Reconhecer as diferentes correntes sociológicas.
1.2 Investigar os diferentes processos de mudanças sociais.
1.3 Estabelecer relações entre as diferentes sociedade.
1.4 Compreender a dinâmica histórica da sociedade contemporânea.
2.1 Reconhecer a complexidade das relações sociais na atualidade.
2.3 Compreender como ocorre as alterações nas estruturas e instituições.
2.4 Construir uma visão critica da sociedade.
3.1 Diferenciar os diversos ritmos das mudanças sociais.
3.2 Compreender a dinâmica social.
3.3 Relacionar o processo histórico da sociedade.
|
Bases Conceitual - Tecnológicas |
1.1 Pioneiros da Sociologia: Auguste Comte, Herbert Spencer e Karl Marx.
1.2 Desenvolvimento da sociologia: Émile Durkheim e Max Weber.
2.1 Comunidade, cidadania e minorias
2.2 Divisão da sociedade em camadas ou estrotos sociais.
2.3 Fundamentos econômicos da sociedade.
3.1 Mobilidade social.
3.2 Desigualdade social.
3.3 Processos sociais.
4.1 Os novos desafios da Sociologia
4.2 Os Direitos Humanos e a Cidadania.
4.3 A democracia representativa e participativa.
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E. “Paulo Freire” 2009
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Curso: |
Ensino Médio Regular |
Período Letivo: |
3ª Série 2011 |
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Disciplina: |
Socilogia |
Carga-horária: |
40h |
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Competência / habilidade |
1- Compreender a dinâmica do trabalho na sociedade.
2- Entender os princípios das tecnologias associadas ao mundo do trabalho.
3- Entender as relações de poder e dominação das diferentes camadas sociais.
1.1 Desenvolver a visão crítica sobre as relações de trabalho.
1.2 Construir a identidade social e política.
1.3 Diferenciar a distribuição dos benefícios econômicos do processo da liberdade e igualdade humana.
2.1 Analisar o impacto das novas tecnologias de comunicação e informação.
2.2 Reconhecer as novas tecnologias decorrente da globalização.
2.3 Identificar a importância das modalidades de trabalho existentes.
3.1 Comparar as diversas teorias sobre o sistema de poder e sistema político.
3.2 Compreender o papel histórico das instituições de poder e dominação
3.3 Compreender a importância das ações políticas.
3.4 Reconhecer o conceito de sistema de poder e dos regimes políticos.
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Bases Conceitual - Tecnológicas |
1.1 A organização do trabalho;
1.2 Os modos de produção ao longo da história;
1.3 O trabalho e as desigualdades sociais;
1.4 Trabalho e mobilidade social;
2.1 As tecnologias e o mundo trabalho.
2.2 As novas tecnologias e a concorrência no mercado de trabalho.
2.3 Habilidades e Competências no contexto das novas tecnologias.
3.1. Indagação e indignação diante das situações novas do poder.
3.2 Justiça edesigualdade social.
3.3 As formas de avaliar as mudanças sociais.
3.4 O preconceito e as diferenças de classes.
Curso de Ensino Médio Integrado Técnico em Agroecologia
Escola E. “Paulo Freire” 2009
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Curso: |
Ensino Médio Integrado |
Período Letivo: |
4ª Série 2012 |
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Disciplina: |
Sociologia |
Carga-horária: |
40h |
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Competências |
1- Produzir discurso criterioso da realidade observada, utilizando-se dos recursos metodológicos da sociologia.
2- Compreender e valorizar as diferentes manifestações culturais.
3- Construir uma visão crítica da indústria cultural e dos meios da comunicação de massa
|
Habilidades |
1.1 Distinguir os diferentes discursos que envolve o contexto social.
1.2 Relacionar os conhecimentos da Sociologia.
1.3 Utilizar os conhecimentos sociológicos na seu cotidiano.
2.1 Inferir as possíveis diferenças culturais.
2.2 Reconhecer a importância da cultura.
2.3 Reconhecer os valores culturais representados na sociedade.
3.1 Posicionar-se criticamente sobre os sistemas de comunicação e informação.
3.2 Reconhecer as categorias pertinentes aos meios de comunicação.
3.3 Analisar criticamente os diferentes discursos aperiantados pela mídia.
|
Bases Conceitual - Tecnológicas |
1.1 Diferenças entre tipos de sociedades;
1.2 Análise do cotidiano;
1.3 Ação individual e ação coletiva;
2.1 Interação e organização social;
2.2 A importância da cidadania e da participação social;
2.3 As relações sociais dos indivíduos na sociedade.
3.1 Cultura popular;
3.2 Cultura erudita;
3.3 Diversidade cultural;
SEÇÃO IV
DO ENSINO MÉDIO INTEGRADO
Art. 83 - Os componentes curriculares do ensino médio seguem a Base Nacional Comum:
I. Área de Linguagens: Língua portuguesa, Literatura, Língua estrangeira, Artes e Educação Física;
II. Área de Ciências Naturais e Matemática: Biologia, Física, Química e Matemática;
III. Área de Ciências Humanas: História, Geografia, Filosofia, Sociologia.
VII.Área Técnica Profissional em Agroecologia.
8. Metodologia
O curso deverá ser desenvolvido dentro de uma concepção que busca promover a integração do pensamento crítico, do pensar criativo e da prática como atuação consciente. A concepção pedagógica do curso parte do princípio de que a tomada de consciência, por parte do aluno sobre os próprios processos, maximiza os resultados de aprendizagem. Para estimular o desenvolvimento da criatividade, as atividades pedagógicas envolvem procedimentos baseados em:
- Estudo de Casos;
- Exposições:
- Orais;
- Audiovisuais;
- Atividades Práticas:
- Aulas Práticas de Laboratoriais e Técnicas - Cientificas;
- Biblioteca;
- Pesquisa de Campo;
- Aulas Práticas no Campo
- Visitas Técnicas;
- Softwares Educacionais;
- Simulações;
- Palestras, Seminários, Fóruns, Mesa Redonda;
- Projetos Educacionais:
- Histórico - Social;
- Técnico – Científicos.
Os Projetos Educacionais poderão ser desenvolvidos observando-se os seguintes procedimentos:
- Escolha de um tema relacionado à proposta curricular;
- Formulação do problema;
- Levantamento de hipóteses (Mapeamento do Aporte Cientifico);
- Desenvolvimento de técnicas práticas e teóricas;
- Definição do objetivo;
- Procedimentos metodológicos;
- Recursos didáticos e financeiros;
- Cronograma de atividades;
- Procedimentos avaliativos;
- Conclusão;
- Referencial bibliográfico;
- Publicação e divulgação.
Os Projetos Educacionais deverão ser apresentados na forma de anteprojeto para análise e aprovação pela equipe técnica Unidade CEPROTEC/MT, Coordenadora e Direção da Escola Estadual Ouro Verde conforme previsão orçamentária.
Os procedimentos metodológicos devem proporcionar ao aluno condições de conciliar teoria e prática, exercício para tomada de decisões na solução de problemas do cotidiano sócio-cultural e profissional.
As atividades serão desenvolvidas para a construção das competências/habilidades, nas diversas áreas do conhecimento ressaltando que a metodologia deve contemplar os aspectos cognitivos, psico-motor e sócio-afetivos.
Considerando que o curso está organizado por ano, por área de conhecimento e/ou competências profissionais, as habilidades serão desenvolvidas preferencialmente a partir de temas específicos da área e que sejam comuns à escola, professores e alunos. Podendo-se trabalhar com situações ligadas ao meio ambiente e à comunidade onde a escola se situa, de maneira que possam vir a oferecer soluções a problemas vivenciados, promovendo situações reais de aprendizagem e a interação teoria/prática.
9. Avaliação
A avaliação, durante o desenvolvimento do curso, deverá ser processual, diagnóstica inclusiva, formativa, com recuperação no próprio processo de formação, extrapolando o caráter individual de cada base tecnológica e científica, possibilitando aos alunos, demonstrarem através de projetos de investigação e ações concretas as competências e as habilidades expressas em cada área do conhecimento.
A avaliação será subsidiada pela retroalimentação contínua do processo de ensino e aprendizagem mediante diagnóstico da realidade, fundamentada nos dados oriundos de resultados obtidos e metas alcançadas de modo que se possa assegurar o desenvolvimento das competências.
O processo de formação voltado para a constituição de competências pressupõe o planejamento, a organização, a estruturação e o desenvolvimento de procedimentos pedagógicos coerentes com essa dinâmica, um conjunto articulado de atividades e recursos pertinentes que ofereçam oportunidades efetivas de aprendizagem aos alunos.
Serão utilizados para registro do acompanhamento do processo de ensino, as Fichas de Atividades onde os professores farão as anotações de desempenho individual e das turmas permitindo diagnosticar os avanços dos alunos, verificando até que ponto as competências propostas estão sendo alcançados, apontando ainda, caminhos para novos procedimentos que possibilitem a superação das dificuldades do aluno.
APTO: domínio do conhecimento, das competências e habilidades propostas e exercitadas em cada semestre.
ü É considerado APTO o aluno que ao final de cada semestre adquirir 70% (Setenta por cento) das habilidades e competências previstas em cada semestre.
No caso do aluno não ser considerado APTO em no máximo 3 (Três) das competências previstas no semestre , o aluno devera desenvolver atividades propostas pelo professor e pela equipe pedagógica, realizadas em 1 (uma) semana após o término do semestre. Caso não sejam desenvolvidas as atividades propostas o aluno devera refazer as competências durante as atividades deverá constar no relatório semestral do desempenho do aluno a menção: Em Construção e no final do ano o aluno fará uma avaliação específica.
Considera-se NÃO APTO o aluno que não construiu as competências e habilidades propostas em cada módulo por meio de atividades diversas e específicas. Esgotadas as diferentes possibilidades de superação, o aluno deverá refazer o módulo.
O professor divulgará o resultado de APTO ou NÃO APTO para os alunos após o término de cada competência e ou habilidade, mesmo antes do final do semestre.
ü No caso do aluno com freqüência anual inferior a 75% (setenta e cinco por cento), mas com aproveitamento satisfatório, a decisão em torná-lo APTO ou NÃO APTO deverá ser tomada junto ao Conselho de Professores, através de reunião, com registro em ata de processos especiais.
Os docentes realizarão o acompanhamento sistemático da freqüência dos alunos nos elementos curriculares, visando alertá-los para as lacunas de aprendizagem decorrente dessas ausências e retomada do rumo do sucesso de todos os alunos no processo educacional para superar esses elementos de competências, no menor prazo possível.
10. REGISTROS
Os registros são feitos em FICHA DE MATRÍCULA de Acompanhamento, Relatório Semestral do Desempenho do aluno, Diário de Classe, Histórico Escolar e Toda documentação é arquivada na escola.
CERTIFICAÇÃO – no final do Curso o aluno receberá o Diploma do Ensino Médio Integrado, na modalidade de Educação Profissional Técnica de Nível Médio, na área de gestão.
11. INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTOS DISPONÍVEIS
· Oito salas de aulas; sendo que uma foi destinada para o laboratório de informática.
- Uma sala de biblioteca;
- Uma sala para secretaria;
· Uma cozinha;
· Uma sala para direção;
· Uma sala para os professores;
- Um pátio coberto com palco, mesas e bancos de madeira;
- Um almoxarifado;
- Um depósito de alimentos
· Carteiras em número suficiente em cada sala;
· Ventiladores nas salas de aulas;
· Ambiente arejado;
· Sanitários, masculino e feminino para os alunos;
· Sanitários, masculino e feminino para os professores;
· Bebedouro com água filtrada e gelada;
· Uma quadra descoberta, iluminada com refletores;
- Uma área de 6.400 m2 gramada e arborizada;
- Um motor para gerar energia;
12. RECURSOS MATERIAIS E DIDÁTICO-PEDAGÓGICOS DISPONÍVEIS
|
Nome |
Quantidade
|
Televisor 20 “ |
02 |
Televisor 29 “ |
01 |
|
Aparelho de DVD |
02 |
Máquina fotográfica digital |
01 |
|
Microscópio óptico monocular |
01 |
|
Aparelho de som c/ CD |
01 |
Disc man |
01 |
|
Cx amplificadora de som |
01 |
|
Dorso humano |
01 |
|
Coleção com 50 DVD |
01 |
|
Jogo de xadrez |
02 |
|
Jogo de dama |
02 |
|
Mapas diversos |
10 |
Retro-projetor |
02 |
Esqueleto humano |
01 |
|
Projetor de slides |
01 |
|
Bolas de vôlei |
03 |
|
Bolas de basquete |
04 |
|
Bolas de handbol |
01 |
|
Bolas de futebol |
03 |
|
Rede de vôlei |
03 |
|
Rede de futebol |
02 jogos |
|
Bomba para encher bolas |
02 |
|
Tangram em madeira |
02 cx |
Jogo dominó - tabuada completa (em madeira) |
02 cx |
|
Material dourado (em madeira) |
04 cx |
|
Jogo dominó das quatro operações (madeira) |
07 cx |
|
Escala cuisenaire (em madeira) |
01 cx |
|
Carimbos educativos p/ o corpo humano |
01 cx |
|
Esquadro em madeira de 50 cm |
01 |
|
Blocos lógicos (em madeira) |
01 cx |
|
Sólido geométrico (em madeira) |
01 cx |
|
Computador completo (secretaria) |
01 |
|
Computador completo c/ impressora (secretaria) |
01 |
|
Computador completo c/ impressora (biblioteca |
01 |
|
Computador completo p/ laboratório de informática |
10 |
|
Impressora a laser |
01 |
|
Impressora multifuncional hp F380 |
01 |
|
Estabilizadores |
11 |
13. QUADRO DO CORPO DOCENTE
|
Nome |
Habilitação |
Área de atuação |
Disciplinas que os professores atuam |
|
Elias Fernandes Neto |
Cursa Agronomia |
Ciências da Natureza |
Química |
|
Fabio Fazolo |
Licenciado em Ciências Biológicas |
Ciências da Natureza, Matemática... |
Matemática, Física, Química, Biologia, Geografia |
|
José Afonso Sardinha |
Licenciado em Geografia |
Ciências Humanas |
Geografia, História |
|
Marcio Hrycyk |
Licenciado em Matemática |
Ciências da Natureza, Matemática. |
Matemática, Educação Física e Física |
|
Maria Cleuza Cardoso |
Licenciada em História |
Ciências Humanas
|
História, Sociologia e Filosofia |
|
Nair Ap. de Souza Rodrigues |
Licenciada em Letras |
Linguagens |
Inglês e Arte
|
|
Wagner Gervazio |
Bacharel em Agronomia |
Linguagens |
Arte |
|
Sergio Firmino Sergio
|
Bacharel em Administração de empresas; Especialista em Administração Rural. |
Formação específica do curso de Administração Rural |
Módulo I ao IV |
14. CURRICULUM VITAE
I – DADOS PESSOAIS
NOME: Nair Aparecida de Sousa Rodrigues
FILIAÇÃO: Antonio Rodrigues
Jacira de Fátima de Souza Rodrigues
NATURALIDADE: Nova Olímpia -Paraná
NACIONALIDADE: Brasileira
DATA DE NASCIMENTO: 25/10/1978
ESTADO CIVIL: casada
RG: nº 138.4085-1 SSP/MT
CPF: 943.227.321-00
TÍTILO ELEITORAL: nº 207492518-21 ZONA: 024 seção: 0145
ENDEREÇO: MT 325, km 20 CX Postal: 192
CEP: 78580-000 Alta Floresta Mato Grosso. FONE: (66) 9211 2917
II – ESCOLARIDADE
GRADUAÇÃO
Curso: Licenciado em Letras, com habilitação em Português, Inglês e respectivas Literaturas.
Faculdade de Educação de Alta Floresta
Local: Rua T-2 s/nº – Cx Postal 431 – Alta Floresta – MT; Fone: 3521 1835
Conclusão: 2003
I – DADOS PESSOAIS
NOME: José Afonso Sardinha
FILIAÇÃO: Daniel Felix Sardinha
Zenilia Martins de Oliveira
NATURALIDADE: Peçanha – Minas Gerais
NACIONALIDADE: Brasileira
DATA DE NASCIMENTO: 08/06/1963
ESTADO CIVIL: casado
RG: nº 3.585.406-1 SSP/PR
CPF: 513.054.459-53
TÍTILO ELEITORAL: nº 021049.391.848 ZONA: 024 seção: 0145
ENDEREÇO: MT 325, km 20 CX Postal: 192
CEP: 78580-000 Alta Floresta Mato Grosso. FONE: (66)
II – ESCOLARIDADE
PÓS-GRADUAÇAO “Lato Sensu”
Metodologias em Conteúdos das Ciências das Sérias Iniciais
Local: Universidade do Estado de Mato Grosso
Conclusão: 1998
III - GRADUAÇÃO
Curso: Licenciado em Estudos Sociais, habilitação em Geografia
Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Umuarama
Local: Paraná
Conclusão: 1991
IV – EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
Diretor da Escola Rural Produtiva de Alta Floresta de 1993 -1994.
Diretor da Escola Estadual Ouro Verde de 2004 -2005
Professor da Educação Básica desde 1991.
I – DADOS PESSOAIS
NOME: Marcio Hrycyk
FILIAÇÃO: Emílio Hrycyk
Maria do Carmo Hrycyk
NATURALIDADE: Ivaiporã - Paraná
NACIONALIDADE: Brasileira
DATA DE NASCIMENTO: 08/01/1973
ESTADO CIVIL: casado
RG: nº 831.184 SSP/MT
CPF: 536.564.231-72
TÍTILO ELEITORAL: nº 131.735.718-05 ZONA: 024 seção: 213
ENDEREÇO: Comunidade Ouro Verde, MT 325, km 25 CX Postal: 192
CEP: 78580-000 Alta Floresta – MT FONE: (66) 9233 2059
II – ESCOLARIDADE
PÓS-GRADUAÇAO “Lato Sensu”
Metodologias de Ensino das Sérias Iniciais
Universidade Salgado de Oliveira
Local: Alta Floresta - MT
Conclusão: 1998
III - GRADUAÇÃO
Curso: Licenciado em Matemática
Universidade do Estado de Mato Grosso
Local: Alta Floresta - MT
Conclusão: 2002
IV – EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
Diretor da Escola Estadual Alta Floresta de 2002-2003
Professor da Educação Básica desde 1996.
I – DADOS PESSOAIS
NOME: Maria Cleuza Cardoso
FILIAÇÃO: Daniel Felix Sardinha
Zenilia Martins de Oliveira
NATURALIDADE: Florestópoles - Paraná
NACIONALIDADE: Brasileira
DATA DE NASCIMENTO: 06/09/1965
ESTADO CIVIL: casada
RG: nº 1.128.064-6 SJ/MT
CPF: 615.457.839-34
TÍTILO ELEITORAL: nº 210.490.918-21 ZONA: 024 seção: 166
ENDEREÇO: Comunidade Água Limpa CX Postal: 192
CEP: 78580-000 Alta Floresta Mato Grosso. FONE: (66) 9209 3716
II – ESCOLARIDADE
PÓS-GRADUAÇAO “Lato Sensu”
Atualização Pedagógica
Local: Universidade Federal do Rio de Janeiro
Conclusão: 1997
III - GRADUAÇÃO
Curso: Licenciada em História
Universidade Paranaense – UNIPAR
Local: Umuarama - Paraná
Conclusão: 1993
IV – EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
Professora da Educação Básica desde 1995
I – DADOS PESSOAIS
NOME: Elias Fernandes Neto
FILIAÇÃO: Vitor Fernandes
Neuci Menequeli Fernandes
NATURALIDADE: Douradina - Paraná
NACIONALIDADE: Brasileira
DATA DE NASCIMENTO: 25/02/1986
ESTADO CIVIL: solteiro
RG: nº 140.6278-0 SSP/MT
CPF: 015.434.431-17
TÍTILO ELEITORAL: nº 025.742.201.856 ZONA: 024 seção: 166 UF: MT
ENDEREÇO: Comunidade Ouro Verde CX Postal: 192
CEP: 78580-000 Alta Floresta Mato Grosso. FONE: (66) 9209 3716
II – ESCOLARIDADE
Ensino Médio Propedêutico
Local: Escola Estadual Ouro Verde
Conclusão: 2003
III - GRADUAÇÃO
Bacharel em Agronomia
Universidade do Estado de Mato Grosso
Local: Alta Floresta - MT
Situação: cursando
III – EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
Professor da Educação Básica desde 2006.
I – DADOS PESSOAIS
NOME: Wagner Gervazio
FILIAÇÃO: Orival Gervazio
Lourdes Felix da Rocha Gervazio
NATURALIDADE: Alta Floresta – Mato Grosso
NACIONALIDADE: Brasileira
DATA DE NASCIMENTO: 15/01/1982
ESTADO CIVIL: solteiro
RG: nº 8.954.872-1 SSP/MT
CPF: 004.306.741-71
TÍTILO ELEITORAL: nº 219.953.718/05 ZONA: 024 seção: 213 UF: MT
ENDEREÇO: Comunidade Estrela do Sul CX Postal: 192
CEP: 78580-000; Alta Floresta Mato Grosso; FONE: (66) 9209 3716
II – ESCOLARIDADE
Bacharel em Agronomia
Universidade do Estado de Mato Grosso
Local: Alta Floresta - MT
Conclusão: 2007/1
III – EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
Professor da Educação Básica desde 2003.
I – DADOS PESSOAIS
NOME: Sergio Firmino Sergio
FILIAÇÃO: José Sergio
Jandira Firmino Sergio
NATURALIDADE: Herculândia - Paraná
NACIONALIDADE: Brasileira
DATA DE NASCIMENTO: 27/07/1976
ESTADO CIVIL: solteiro
RG: nº 11672854 SJ/MT
CPF: 894.583.201-78
TÍTILO ELEITORAL: nº 17274791864 ZONA: 024 seção: 0166 UF: MT
ENDEREÇO: Rua H 1 n° 118, bairro Setor Industrial
CEP: 78580-000 - Alta Floresta Mato Grosso - FONE: (66) 92085060
II – ESCOLARIDADE
Pós-graduação
Curso: Administração Rural
Universidade Federal de Lavras
Local: Minas Gerais
Conclusão: 2007
Curso: Administração de empresas
União das Faculdades de Alta Floresta/UNIFLOR
Local: Alta Floresta - MT
Conclusão: 2003
III – EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL
Técnico em Agropecuária da Secretaria Municipal de Agricultura desde 1998
15. RELAÇÃO DA EQUIPE TÉCNICO-ADMINISTRATIVA
|
Nome |
Função |
Qualificação Profissional |
Especialização |
|
Tânia Maria de Araújo Martins |
Técnica Administrativa |
Magistério/ Multimeios didáticos |
****************** |
|
Marluce Francisca Hrycyk |
Técnica Administrativa |
Bióloga/ Administração escolar |
|
|
Maria Aparecida Ferreira Rosa Egewarth |
Técnica Administrativa |
Letras / Multimeios didáticos |
****************** |
|
Elio Luiz Egewarth |
Diretor |
Biólogo |
Especialização |
|
Nilvanda Aparecida Gervazio Fiametti Lopes |
Coordenadora |
PedagogIica |
Cursando |
|
Helenir Moro Mota |
Nutrição escolar |
E. Médio completo |
****************** |
|
Vanilda Braga Fernandes |
Nutrição |
1º grau incompleto |
***************** |
|
Clarice Menequeli Ferrareto |
Manutenção infra/limpeza |
E. Médio completo |
****************** |
|
Jacira de Fátima de Souza Rodrigues |
Manutenção infra/limpeza |
E. Médio completo |
****************** |
|
Altair Ferreira da Silva |
Vigia |
1º grau completo |
******************* |
|
Adilson Ribeiro da Silva |
Vigia |
E. Médio completo |
****************** |
|
Luís Antonio Teixeira |
Vigia |
E. Médio completo |
****************** |
|
Valdecir Calsavara |
Serviços Gerais |
1º grau incompleto |
****************** |
|
José Beroaldo dos Santos |
Motorista |
E. Médio completo |
******************* |
|
Denílson Aparecido Paganini |
Motorista |
E. Médio completo |
****************** |
|
Valdemir Ribeiro da Silva |
Motorista |
E. Médio completo |
****************** |
|
Márcio Galan Rodrigues |
Motorista |
E. Médio completo |
****************** |
16. ACERVO BIBLIOGRÁFICO
|
Área do Conhecimento |
Número de exemplares disponíveis
|
|
Ciências da Natureza, matemática e suas tecnologias |
288 |
|
Linguagens |
250 |
|
Ciências Humanas |
288 |
|
Enciclopédias |
91 |
|
Biografias |
42 |
|
Literatura em geral |
625 |
|
1ª coleção DVDs (MEC) |
50 |
|
2ª coleção DVDs (MEC) |
50 |
|
Total geral |
1.684 |
BASE BIBLIOGRAFICA PARA O CURSO ENSINO MÉDIO INTEGRADO TÉCNICO EM ADMINISTRAÇÃO RURAL
AMABIS & MARTHO. Biologia das células. 3 volumes, São Paulo; MODERNA, 2000.
LINHARES, Sérgio; GEWANDSZNADJER, Fernando. Bilogia Hoje. 3 volume. São Paulo: Ática, 2002.
LOPES, S, Bio. 3 volumes. São Paulo: Saraiva, 2003.
PAULINO, W. R. Biologia Atual. 3 volumes. São Paulo: Ática, 2003.
SOARES, J. L.fundamentos de Biologia. 3 volumes – São Paulo: Scipione, 1999.
PCN + :Ciências da Natureza, matemática e suas tecnologias. / Secretaria de Educação Médie tecnológica – Brasília: MEC ; SEMTEC, 2002. 144p.
MARCZWSKI, M; VÉLEZ, E. Ciencias Biológicas. 3 volumes. São Paulo: FTD, 1999
CAMARGO, Geraldo. Química. São Paulo: Scipione, 1995. v.3;
FELTRE, Ricardo. Química. São Paulo: Moderna. 2000. v.3;
LEMBO, Antônio. Química. São Paulo: Ática, 1999. v.3;
NOVAIS, Vera. Química .são Paulo: Atual, 1993.v3;
REIS,Martha. Química. São Paulo: FTD, 2004;
SARDELLA, Antônio. Química. São Paulo: Átics, 1998),v.3.
PCN + :Ciências da Natureza, matemática e suas tecnologias. / Secretaria de Educação Média e tecnológica – Brasília: MEC ; SEMTEC, 2002. 144p.
PCNS+ DO ENSINO MÉDIO – Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, 2002.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO MÉDIO – Linguagens, Códigos e suas Tecnologias – 2006.
BOGO, Ademar. O MST e a cultura. São Paulo: Peres Ltda, 2000.
PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS. Arte. Brasília: A secretaria, 2001.
MINISTÉRIO DA CULTURA. Seminário Nacional de Políticas Públicas para as Culturas Populares. : São Paulo: Instituto Pólis, 2006.
NAPOLITANO, Marcos. Cultura brasileira: utopia e massificação. São Paulo: Contexto, 2006.
FILHO, Duílio Battistoni. Pequena História das Artes no Brasil. Campinas: Àtomo, 2005.
MACEDO, Joaquim Manuel de. Teatro Completo 1. Rio de janeiro: Serviço Nacional de Teatro, 1979.
AZEVEDO, Artur. Teatro de Artur de Azevedo. Rio de Janeiro: Instituto Nacional de Artes Cênicas, 1985.
MACHADO, Maria Clara. Teatro I. Rio de Janeiro: Agir, 1993.
MUGGIATI, Roberto, et. al. O que é. São Paulo: Circuito do livro,
VALADARES, Solange e DINIZ, Célia. Arte no cotidiano escolar. Belo Horizonte: Fapi, 2001.
FERREIRA, Martins. Como usar a música na sala de aula. São Paulo: Contexto, 2006.
PCNS+ DO ENSINO MÉDIO – Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, 2002.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO MÉDIO – Linguagens, Códigos e suas Tecnologias – 2006.
FARACO, Carlos Alberto. Português: Língua e cultura, ensino médio. Curitiba: Base Editora, 2003.
SARMENTO, Leila Lauar e TUFANO, Douglas. Português: literatura, gramática, produção de texto. São Paulo: Moderna, 2004.
TAKAZAKI, Heloisa Harue. Língua Portuguesa: ensino médio. São Paulo: IBEP, 2004.
INFANTE,Ulisses. Curso de gramática aplicada aos textos. São Paulo: Scipione,2001.
DE NICOLA, José. Literatura brasileira: das origens aos nossos dias. Scipione, 1998.
MAINGUENEAU, Dominique. Análise de textos de comunicação. 3.ed. São Paulo: Cortez, 2004.
GERALDI, João Wanderley. Portos de passagem. 4º ed. São Paulo: Martins fontes, 1997.
MENEZES, Gilda & MARCONDES,Beatriz. Como usar outras linguagens na sala de aula. 5. ed.São Paulo: Contexto,2006.
FERRARI, Tiemann, RUBIN, S.A. – De olho no mundo do trabalho. São Paulo, Scipone, 2003.
ORIENTAÇÕES CURRICULARES PARA O ENSINO MÉDIO VOLUME 1. – Linguagem, Códigos e sua tecnologias. Brasília: Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica, 2006.
PCN+ . Parâmetros Curriculares Nacionais. Ensino Médio, 2002.
Manual de Fitopatologia: Princípios e Conceitos (Vol. 1) BERGAMIN FILHO, A.; KIMATI, H. ; AMORIM, L. Agronômica Ceres 1995
Forrageiras: Conceitos, Formação e Manejo MORAES, Itamar J.B. de agropecuária
Manejo de Pastagens AGUIAR, Adilson de Paula Almeida Agropecuária 1998.
Cultivo de Plantas Medicinais, Aromáticas e Condimentares. Agropecuária 2004.
Avicultura: Tudo sobre Raças, Manejo e Alimentação. ENGLERT, Sérgio Agropecuária.
Produção de Suínos: da Concepção ao Desmame UPNMOOR, Ilka. Agropecuária 2004.
Compêndio de Defensivos Agrícolas: Guia Prático de Produtos Fitossanitários p/ Uso Agrícola Andrei 2005
Trabalho Rural: Orientações Práticas ao Empregador. (orientações trabalhistas rurais - condomínio de empregadores rurais - legislação trabalhista rural) - departamento de pessoal rural PELEGRINO, Antenor Aprenda Fácil 2003.
Produção de Mudas PAIVA, Haroldo Nogueira de; GONÇALVES, Wantuelfer Aprenda Fácil 2001.
Planejamento e Instalação de Viveiros WENDLING, Ivar; GATTO, AlcidesAprenda Fácil 2001.
Manual Prático de Criação de abelhas. COSTA, Paulo Sérgio Cavalcanti;
OLIVEIRA, Juliana Silva Aprenda Fácil 2005.
Confinamento de Bovinos LAZZARINI NETO, Sylvio Aprenda Fácil 2000
Cria e recria LAZZARINI NETO, Sylvio Aprenda Fácil 2000.
Engorda a Pasto LAZZARINI NETO, Sylvio Aprenda Fácil 2000.
Instalações e Benfeitorias LAZZARINI NETO, Sylvio Aprenda Fácil 2000.
Saúde de Rebanho de Corte LAZZARINI NETO, Sylvio Aprenda Fácil 2001.
Tecnologia do Processamento de Alimentos FELLOWS, P.J. ARTMED 2006.
Microbiologia dos Alimentos FRANCO , Bernadette D. G. de M; LANDGRAF, Mariza Atheneu 2006.
Tabela de Composição Química dos Alimentos FRANCO, Guilherme V. de Atheneu.
Controle Sanitário dos Alimentos RIEDEL, Guenther Atheneu 2005.
Ciências: O Meio Ambiente BARROS, Carlos; PAULINO, Wilson Roberto Ática 2002.
Introdução ao Estudo de Filosofia TELES, Antônio Xavier Ática 2000.
Unid. Marketing e Estratégia em Agronegócios e Alimentos NEVES, Marcos Fava; THOME, Luciano Atlas 2003.
Administração de Custos na Agropecuária SANTOS, G. J. dos; MARION, J. C.; SEGATI, S. Atlas 2002.
Como Usar a Biblioteca na Escola: prog. de Atividades p/ o Ensino KUHLTHAU, Carol Autêntica 2002.
O que é Cooperativismo RIOS, Gilvando Sá Leitão . Ed. Brasiliense.
Introdução ao Controle Bibliográfico CAMPELLO, Bernadete Briquet de Lemos 2006
Dicionário Rural do Brasil COSTA, João de Campus 2003.
Manual Prático de Hidroponia MARTINEZ, Herminia Emilia Prieto Centro de Produções Técnicas e Editora Ltda (CPT) 2006.
O Mundo de Sofia GAARDER, Jostein. Ed. Companhia das Letras.
Avaliação da Aprendizagem Escolar LUCKESI, Cipriano Carlos Cortez.
Biotecnologia Industrial (Vol. 4) AQUARONE, Eugênio et.al. Edgard Blucher 2001.
Guia Prático de Horticultura ARTER, ELISABETH Editorial Presença 2004.
Processamento de Frutas e Hortaliças LOVATEL, Jaime Luiz; COSTANZI, Arno Roberto; CAPELLI, Ricardo EDUCS 2004.
Doenças de Fruteiras Tropicais de Interesse Agroindustrial. FREIRE, Francisco das Chagas Oliveira; CARDOSO, José Emilson; VIANA, Francisco Marto Pinto. EMBRAPA 2003.
A Cultura da Castanha-do-Brasil (Col. Plantar) MULLER, Carlos Hans .et.al EMBRAPA.
A Cultura do Cupuaçu (Col. Plantar) MULLER, Carlos Hans .et.al EMBRAPA.
A Cultura do Açaí (Col. Plantar) NOGUEIRA, Oscar Lameira.et.al EMBRAPA.
A Cultura da Pupunha (Col. Plantar) NOGUEIRA, Oscar Lameira.et.al EMBRAPA.
Fruteiras da Amazônia SOUZA, Aparecida das G. C. EMBRAPA 1996
Adubação Verde c/ Leguminosas (Col. Saber) ESPINDOLA, José Antonio.
A Questão Ambiental na Utilização de Dejetos de Suínos como Fertilizantes do Solo. SEGANFREDO, Milton Antonio EMBRAPA 2000.
Normas de Produção de Mudas. EMBRAPA.
Doenças de Plantas no Trópico Úmido Brasileiro EMBRAPA EMBRAPA 2003.
Espécies Arbóreas Brasileiras CARVALHO, Paulo E. Ramalho EMBRAPA 2003.
Avaliação e Contabilização de Impactos Ambientais EMBRAPA.
Criação de Pirarucu (Col. Criar) IMBIRIBA, Emir Palmeira .et al EMBRAPA.
Cartilha do Solo PRIMAVESI, Ana Fundação Mokiti Okada 2006.
Iniciação à Jardinagem COELHO, Silverio J.; COSTA, Marcio de Mattos V. FUNEP 2000.
Manual de Classificação de Solos do Brasil PRADO, Hélio do FUNEP 1996.
Fundamentos de Higiene e Inspeção de Carnes PRATA, Luiz Francisco; FUKUDA, Rubens Toshio FUNEP 2001.
Criação de Camarões em Águas Interiores VALENTI, Wagner Cotroni FUNEP 1996.
Derivativos Agrícolas CORREA, Arnaldo l.; RAICES, Carlos. Globo 2005.
Manual de Higienização de Livros e Documentos Encardenados PALETTA, Fatima Aparecida Colombo; YAMASHITA, Marina Mayumi HUCITEC 2004.
Manual de Piscicultura Tropical PROENÇA, C. E. M; BITTENCOURT, P. R. L IBAMA 1994.
Manual de Adubação Foliar. CAMARGO, Paulo N. & SILVA, Ody ICEA 1990.
Guia do Técnico Agropecuário: Topografia e desenho SANTIAGO, Anthero da Costa ICEA 2001
Curso de Bovinocultura JARDIM, Valter Ramos. ICEA 2001.
Inseminação Artificial em Bovinos. ICEA.
Manual de Criação de Peixes YANCEY, Dean Roman; MENEZE, José R.R. ICEA.
Suinocultura: Como Planejar sua Criação REGAZZIN, Paulo Sílvio ICEA.
Técnico Agrícola: Formação e Atuação Profissional
COELHO, Carlos Dinarte DALPIAZ, Roberto Imprensa Livre 2005
Manual de Identificação e Controle de Plantas LORENZI, Harri. Instituto Plantarum 2006.
Fisiologia e Manejo Pós-Colheita de Frutas de Clima Temperado KLUGE, Ricardo .et.al Livraria Rural 2002
Tudo sobre Cavalos: Um Guia Mundial de 200 Raças SILVER, Caroline Martins Fontes 2000
Poda das Plantas Frutíferas SOUSA, J.S. Inglez Nobel 2005.
Adubos e Adubações MALAVOLTA, E.; ALCARDE, J. C.; PIMENTEL-GOMES, F. Nobel 2000.
Reprodução em Bovinos BALL, P.J.H; PETERS, R. Roca 2006
Agronegócio do Brasil NEVES, Marcos Fava, ZYLBERSZTAJN, Decio NEVES,Evaristo Marzabal. Saraiva 2005.
Alimentos do Milênio: a Importância dos Transgênicos, Funcionais e Fitoterápicos p/ a Saúde TORRES, Elizabeth A. F. S Signos 2005.
Manual de Diagnóstico da Fertilidade e Manejo dos Solos Agrícolas. LIMA, Marcelo Ricardo de.et.al UFPR 2003
Novo Manual de Olericultura: Agrotecnologia Moderna na Produção e Comercialização de Hortaliças. FILGUEIRA, Fernando Antonio Reis UFV 2003.
O Uso de Substratos em Cultivos Hidropônicos, MARTINEZ, Hermínia Emília P.;BARBOSA, José Geraldo UFV 1999.
Adubação Verde e Rotação de Culturas, SOUZA, Caetano Marciano de, PIRES, Fábio Ribeiro UFV 2002
Tecnologia de Abate e Tipificação de carcaças. FONTES, Rogério Paulo; RAMOS, Eduardo M; GOMIDE, Lúcio A. de Miranda. UFV 2006.
Mensuração Florestal: Perguntas e Respostas. CAMPOS, João C. Chagas; LEITE; Hélio Garcia. UFV 2006.
Dendrometria e Inventário Florestal SOARES, Carlos P. Boecha.et.al UFV 2006.
A Taxonomia de Objetivos Educacionais: Um Manual p/ o Usuário RODRIGUES, José UNB.
Fundamentos Teóricos e Práticos em Análise de Alimentos CECCHI, Heloisa Máscia UNICAMP 1999
Produção do Cordeiro de Corte DICKEL, Elci Lotar; MESSINA, Sérgio Aladin; ROCHA, Hélio Carlos UPF.
Bioquímica Experimental de Alimentos MACEDO, Gabriela A., PASTORE,
Gláucia M Varela 2005.
Manual de Laboratório de Química de Alimentos BOBBIO, Florinda O; BOBBIO, Paulo A. Varela 2003
Química de Processamento de Alimentos BOBBIO, Florinda O; BOBBIO, Paulo A. Varela 2001.
Treinamento de Manipuladores de Alimentos: Fator de Segurança Alimentar e Promoção da Saúde. (Vol. 1) GERMANO, Maria I. S. Varela 2003.
Alimentos Funcionais: Introdução às Principais Substâncias Bioativa em Alimentos PIMENTEL; FRANCKI; GOLLUCKE Varela 2005.
Microbiologia, Higiene e Qualidade do Pescado: Teoria e Prática VIEIRA, Regine H.S. dos F Varela 2004.
Higiene e Sanitização na Indústria de Carnes e Derivados Varela 2003.
Intervenção em Orientação Vocacional/Profissional MELO-SILVA, Lucy Leal; JACQUEMIM , Andre Vetor 2001.
Grafoanálise Laboral PIERRY, Felipe Vetor 2002.
Sistemática de Plantas Invasoras. ARANHA, Condorcet; Leitão Filho, Hermógenes de Freitas & Yahn, Cleide Aparecida. Editora ICEA.
Manejo Integrado: integração agricultura-pecuária. Laércio Zambolim, Antônio Alberto da Silva. Editora UFV.
Tópicos Especiais em Piscicultura de Água Doce Tropical Intensiva. José Eurico P. Cyrino,
Elizabeth C. Urbinati, Débora M. Fracalossi e Newton Castagnolli.
Polietileno na agropecuária Brasileira e o Meio. Salvetti, Modesto. Editora Edições Inteligentes.
AIDAR, Antonio Carlos Kfouri., (ORG.). Administração Rural. São Paulo: Paulicéia, Série Educação Continuada., 1995.
ANTUNES, Luciano Medici. Manual de Administração Rural: Custos de Produção. Guaíba: Agropecuária, 1994.
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CARAVANTES, Geraldo R.. ReAdministração em Ação. São Paulo: Makron Books, 1996.
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CHIAVENATO, Idalberto. Gerenciando Pessoas: O Passo Decisivo para a Administração Participativa. São Paulo: Makron Books, 1994.
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André Luiz N. G. Manzano, Estudo Dirigido de Microsoft Office PowerPoint 2003
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Ricart, Manuel Alberto, Linux para Leigos Passo a Passo
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Harami, Fabiana Fernandes; Lima, Kelly Alves Martins, Microsoft Windows Server 2003 Passo a Passo
STALLINGS, William. Arquitetura e Organização de Computadores
RAMEZ E. ELMASRI & SHAMKANT NAVATHE, Sistemas de Banco de Dados
Torres , Hardware – curso basico e rápido
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Márcia Regina Sowaya Dicionário de Informática e Internet – Inglês/Português
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17. REGIMENTO
DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
CAPÍTULO I
DA IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA
Art. 1º - A Escola Estadual Ouro Verde criada pelo Decreto Governamental nº 1.419, Diário Oficial de 04/03/1997 está localizada à Rodovia MT 325 km 25 Estrada Central, na zona rural no município de Alta Floresta – MT, é mantida pela rede oficial de ensino do Estado de Mato Grosso por meio da Secretaria de Estado de Educação.
Art. 2º - A Escola atende os seguintes níveis e modalidades de ensino:
1. Ensino Fundamental Regular (organizado em ciclos de formação)
2. Ensino Fundamental Regular- Modalidade Educação de Jovens e Adultos-EJA
3. Ensino Médio Regular
4. Ensino Médio Integrado a Educação Profissional
CAPÍTULO II
DA CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO ESCOLAR/FILOSOFIA
Art. 3ª - A Escola Estadual Ouro Verde tem como Filosofia uma Educação voltada para o exercício da cidadania. Oferece um ensino de qualidade e incorpora ao seu trabalho os avanços das pesquisas nas diferentes áreas do conhecimento, atenta às dinâmicas sociais e suas implicações no âmbito escolar. Esta Unidade está pautada na declaração de educação para todos, no qual o ser humano tem necessidade para viver, trabalhar com dignidade e participar ativamente na sociedade. Partindo desses princípios, as relações dão-se de forma reflexiva gerando – ação- reflexo- ação, voltada para a integração de todos na construção da cidadania numa prática efetiva.
CAPÍTULO III
DOS OBJETIVOS DA EDUCAÇÃO ESCOLAR
SEÇÃO I
DAS FINALIDADES DA EDUCAÇÃO EM ÂMBITO NACIONAL
Art. 4º - A educação, direito de todos, dever da família e do Estado, promovida com a colaboração da sociedade, inspirada nos princípios de liberdade e nos ideais de solidariedade humana, igualdade, bem estar social e no respeito à natureza, tem por finalidade o pleno desenvolvimento do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.
SEÇÃO II
DAS FINALIDADES DA EDUCAÇÃO NO ÂMBITO DA ESCOLA
Art. 5º - A Escola Estadual Ouro Verde tem por finalidade o desenvolvimento integral do educando, seu preparo para o exercício da cidadania e convivência social tanto no campo quanto para a cidade, seu engajamento nos movimentos da sociedade, qualificação para o trabalho, e a formação humanística cultural, ética, política, científica, artística e democrática.
SEÇÃO III
DO ENSINO FUNDAMENTAL REGULAR
Art. 6º - O Ensino Fundamental Regular tem por objetivo integrar o educando na comunidade rural e urbana, de acordo com o seu papel, propiciando-o maior apreensão e compreensão do mundo através de experiências vivenciadas, sentimentos de liberdade e autocrítica, necessários para a formação social e exercício de uma democracia real.
Art. 7º - O Ensino Fundamental Regular tem como objetivo a formação básica do cidadão, mediante:
I. A compreensão do ambiente natural e social, do sistema político, tecnológico, das artes e dos valores em que se fundamenta a sociedade;
II. O desenvolvimento da capacidade de aprendizagem, tendo em vista a aquisição de conhecimentos e habilidades e a formação de atitudes e valores;
III. O fortalecimento dos vínculos de família, dos laços de solidariedade humana de tolerância recíproca em que se assenta a vida social.
SEÇÃO IV
DO ENSINO FUNDAMENTAL – EJA
Art. 8º - O Ensino Fundamental EJA tem por objetivo integrar os jovens e adultos que não tiveram acesso à Escola em idade própria, ou oportunizar a continuidade de estudos no ensino fundamental e médio.
Art. 9º - A EJA na Escola Estadual Ouro Verde vem proporcionar aos discentes uma qualificação de suas aprendizagens, as quais fazem parte da integridade de suas ações sociais como atualização de conhecimento por toda a vida restabelecendo seu potencial de desenvolvimento e de adequação através da escola.
SEÇÃO V
DO ENSINO MÉDIO REGULAR
Art. 10 - O Ensino Médio Regular tem por objetivo a formação de alunos com a aquisição de conhecimentos básicos, a preparação científica e a capacidade de utilizar as diferentes tecnologias relativas às áreas de atuação.
Art. 11 - O ensino médio concorre para:
§ 1º A formação da pessoa, de maneira a desenvolver valores e competências necessárias a integração de seu projeto individual ao projeto da sociedade em que se situa;
§ 2º O aprimoramento do educando como pessoa humana, incluindo a formação ética e o desenvolvimento da autonomia intelectual e do pensamento crítico;
§ 3º A preparação e orientação básica para a sua integração ao mundo do trabalho, como as competências que garantem seu aprimoramento profissional e permitam acompanhar as mudanças que caracterizam produção no nosso tempo;
§ 4º O desenvolvimento das competências para aprender, de forma autônoma e crítica, em nível mais complexo de estudos.
DO ENSINO MÉDIO INTEGRADO
Art. 12 – A Educação profissional técnica de nível médio objetiva garantir ao cidadão o direito ao permanente desenvolvimento e aptidões para a vida produtiva e social. A articulação entre a educação profissional técnica de nível médio e o ensino médio dar-se-á de forma integrada de modo a conduzir o aluno à habilitação profissional técnica de nível médio, na mesma instituição de ensino com matrícula única.
SEÇÃO VI
DA EDUCAÇÃO ESPECIAL LEI Nº 9394/96 Art. 59
Art. 13 - Entende-se por educação especial, a modalidade de educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos portadores de necessidades educativas especiais.
Art. 14 - Será assegurado aos educandos com necessidades especiais:
I. Currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específica para atender às suas necessidades;
II. Terminalidade específica para aqueles que não puderem atingir o nível exigido para a conclusão de Ensino Fundamental, e aceleração para aqueles que possuírem condições que necessitarem;
III. Professores com especialização adequada em nível médio ou superior, para atendimento especializado, bem como professores de ensino regular capacitado para trabalhar com esses educandos e promover sua inclusão social;
IV. Acesso igualitário aos benefícios dos programas sociais suplementares disponíveis para os respectivos níveis do ensino regular.
SEÇÃO I
DO CALENDÁRIO ESCOLAR
Art. 15 - O calendário escolar é elaborado conjuntamente pela direção, coordenação e CDCE obedecendo às normas do Conselho Estadual de Educação.
Art. 16 - Para a elaboração do Calendário Escolar serão observados os seguintes aspectos:
I. Período de matrícula;
II. Período de planejamento e sondagem;
III. Início e término do ano letivo;
IV. Número de dias letivos;
V. Reuniões administrativas e pedagógicas;
VI. Datas de entrega dos diários na secretaria;
VII. Período de férias dos docentes e discentes;
VIII. Reunião de pais;
IX. Conselho de professores.
Parágrafo Único – O calendário escolar terá no mínimo 200 dias letivos, com uma carga horária mínima de 840 horas.
Art. 17 - O tempo destinado às atividades extracurricular com a participação dos alunos será contado como dia letivo.
Art. 18 - Os trabalhos escolares das classes não podem ser encerrados antes de complementarem o mínimo de duração estabelecida, em termos e horas fixadas da matriz curricular e calendário escolar.
Art. 19 - As aulas previstas só podem ser suspensas em decorrência de situações que justifiquem tal medida, com a autorização de autoridade competente, exceção feita aos casos de força maior.
TÍTULO II
DA ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DA ESCOLA
CAPÍTULO I
DO FUNCIONAMENTO DA ESCOLA
Art. 20 - A Escola Estadual Ouro Verde obedece a estrutura administrativa do serviço público com dois turnos de funcionamento na sede - Vespertino e Noturno, e tem salas anexas do Ensino Médio nos períodos matutino e noturno.
CAPÍTULO II
DO MODELO DE GESTÃO
Art. 21 - O sistema de admistração constitui-se de gestão democrática, com eleição dos componentes do Conselho Deliberativo da Comunidade Escolar e da direção da unidade escolar, por meio de eleição direta para um mandato de dois anos.
Art. 22 - A eleição do Diretor se dá através do voto direto de todos os segmentos da Comunidade Escolar a cada biênio, de acordo com a Legislação em vigor que trata sobre a Gestão Democrática.
Art. 24 - As normas para eleição do Diretor são regulamentadas pela Secretaria de Estado de Educação.
CAPÍTULO III
DOS COLEGIADOS
SEÇÃO I
DO CONSELHO DELIBERATIVO DA COMUNIDADE ESCOLAR – CDCE
Art. 23 - O Conselho Deliberativo da Comunidade Escolar, órgão consultivo, executivo e deliberativo, está inscrito no CNPJ nº 01.398.610/0001-58, é composto por 02 (dois) membros titulares, representantes de todos os segmentos da comunidade escolar: professores, funcionários administrativos, pais e alunos, e seus respectivos suplentes, eleitos em assembléia geral de cada segmento.
Art. 24 - As atribuições do Conselho Deliberativo da Comunidade Escolar estão estabelecidas na Lei 7.040/98 – Gestão Democrática do Ensino Público, e são elas:
I. Eleger o presidente, bem como o secretário e o tesoureiro;
II. Criar e garantir mecanismos de participação da comunidade escolar na definição do Plano de Desenvolvimento Estratégico e do Projeto Político Pedagógico, e demais processos de planejamento no âmbito da comunidade escolar;
III. Participar da elaboração, acompanhamento e avaliação do Plano de Desenvolvimento Estratégica da escola;
IV. Participar da elaboração, acompanhamento e avaliação do Projeto Político Pedagógico da escola;
V. Participar da elaboração do calendário escolar e aprova-lo, levando em conta o mínimo de dias letivos exigidos legalmente;
VI. Conhecer e deliberar sobre o processo e resultados da avaliação externa e interna do funcionamento da escola, propondo planos que visem à melhoria do ensino;
VII. Deliberar, quando convocado sobre problemas de rendimento escolar, indisciplina e infringências;
VIII. Propor medidas que visem equacionar a relação idade-série/ciclo, observando as possibilidades da unidade de ensino;
IX. Analisar o desempenho dos profissionais da unidade escolar, tendo assessoria de uma equipe habilitada na área e sugerindo medidas que favoreçam a superação das deficiências, quando for o coso;
X. Acompanhar o processo de distribuição de turmas e/ou aulas da unidade escolar;
XI. Garantir a divulgação do resultado do rendimento escolar de cada ano letivo, bem como um relatório das atividades docentes à comunidade;
XII. Avaliar junto às instâncias internas, pedagógicas e administrativas, o estágio probatório dos servidores lotados na unidade escolar, de acordo com as normas constitucionais;
XIII. Analisar planilhas e orçamentos para realização de reparos, reformas e ampliações no prédio escolar acompanhando sua execução;
XIV. Deliberar sobre a contratação de serviços e aquisição de bens para a escola, observando a aplicação da legislação vigente quando a fonte de recursos for de natureza pública;
XV. Deliberar sobre propostas de convênios com o poder público ou instituições não-governamentais;
XVI. Acompanhar e fiscalizar a folha de pagamento dos profissionais da educação da unidade escolar;
XVII. Divulgar bimestralmente as atividades realizadas pelo conselho;
XVIII. Analisar, aprovar, acompanhar e avaliar os projetos a serem desenvolvidos pela escola;
XIX. Elaborar e executar o orçamento anual da unidade escolar;
XX. Deliberar sobre aplicação e movimentação dos recursos da unidade escolar;
XXI. Encaminhar ao conselho fiscal o balanço e o relatório antes de submete-los à apreciação da assembléia geral;
XXII. Encaminhar, quando for o caso, à autoridade competente, solicitação fundamentada de sindicância ou processo disciplinar administrativo para o fim de destituição de diretor, mediante decisão da maioria absoluta do conselho deliberativo;
XXIII. Prestar contas dos recursos que forem repassados à unidade escolar:
a)quando se tratar de recursos públicos, ao conselho fiscal, ao Fundo Estadual de Educação e ao Tribunal de Contas;
b) quando se tratar de recursos do outras fontes, ao conselho fiscal e à assembléia geral.
DO CONSELHO FISCAL
Art. 25 – O conselho fiscal é constituído de 03 (três) membros efetivos e 03 (três) suplentes, escolhidos anualmente pela assembléia geral ordinária, dentre os membros da comunidade escolar.
Art. 26 – Compete ao Conselho Fiscal:
I – examinar os documentos contábeis da entidade, a situação do Conselho e os valores em depósito;
II – apresentar à assembléia geral ordinária parecer sobre as contas do Conselho, no exercício em que servir;
III – apontar à assembléia geral as irregularidades que descobrir, sugerindo as medidas que reputar úteis ao Conselho;
IV – convocar a assembléia geral ordinária, se o presidente do conselho retardar por mais de um mês a sua convocação.
SEÇÃO III
DO CONSELHO DE PROFESSORES
Art. 27 - O conselho de professores reúne-se ordinariamente no final de cada bimestre e extraordinariamente nos seguintes casos:
1 – por convocação da Direção da Escola;
2 – por convocação de um dos membros da equipe de Coordenação;
3 – por professores;
4 – pelo CDCE;
Art. 28 – O conselho de professores funciona e delibera com a presença mínima de 2/3 (dois terços) de seus membros.
Art. 29 – A presença nas reuniões de Conselho de Professores é obrigatória a todos os professores, coordenadores e Direção.
Art. 30 – O professor que faltar em alguma reunião de Conselho de professores, deve apresentar por escrito sua justificativa a direção, para que este possa fazer consideração ao grupo.
Art. 31 – Constituem competência do Conselho de Professores:
1 – informar as irregularidades ou dúvidas quanto a testes, trabalhos e argüições destinadas a avaliação do rendimento escolar, devendo determinar nova avaliação;
2 – avaliar a necessidade de retenção, promoção e recuperação de alunos que se encontram em situação deficiente em relação as atividades executadas;
3 – identificar os alunos com aproveitamento insuficiente detectando as causas que estão levando-os a este resultado, buscando as soluções e medidas exeqüíveis;
4 –rever e apreciar todas as atividades pedagógicas adequando-as de acordo com as exigências das necessidades encontradas.
Art. 32 – O Conselho de Professores é órgão deliberativo que decide por questões referentes aos alunos que apresentam comportamentos ou atitudes inadequadas no ambiente escolar propondo meios que visam o bom desempenho dos mesmos.
a. Analisar as irregularidades ou dúvidas quanto a testes, provas, trabalhos e argüições destinadas à avaliação do rendimento escolar, devendo determinar nova avaliação;
b. Identificar os alunos com aproveitamento insuficiente, detectando as causas que estão levando-os a este resultado, buscando soluções.
SEÇÃO IV
DO CONSELHO DE CLASSE
Art. 33 - O Conselho de Classe é constituído por todos os professores que lecionem em uma mesma turma, pela equipe técnica-pedagógica da escola e pelos alunos da turma, podendo ser convocado os pais ou responsáveis quando necessário.
Art. 34 - O Conselho de Classe reunir-se-á conforme a necessidade de cada turma, podendo ser convocado pelos professores, pais e coordenação.
Art. 35 – O Conselho de Classe tem como competência:
a) Discutir e propor medidas que visem o ajustamento dos alunos que apresentarem problemas de atitude e comportamento.
b) Identificar problemas e propor soluções referente ao processo ensino-aprendizagem.
TÍTULO III
DA ORGANIZAÇÃO TÉCNICA ADMINISTRATIVA
CAPÍTULO I
DA DIREÇÃO
Art. 36 - A Direção, órgão de execução, supervisão, coordenação e acompanhamento das atividades de toda a Escola será integrada por um Diretor.
Art. 37 - São atribuições do Diretor:
1. representar a escola, responsabilizando-se pelo seu funcionamento;
2. coordenar, em consonância com o Conselho Deliberativo da Comunidade Escolar, a elaboração, a execução e a avaliação do Projeto Político-Pedagógico e do Plano de Desenvolvimento Estratégico da Escola, observadas as políticas públicas da Secretaria de Estado de Educação, e outros processos de planejamento;
3. coordenar a implementação do Projeto Político-Pedagógico da Escola, assegurando a unidade e o cumprimento do currículo e do calendário escolar;
4. manter atualizado o tombamento dos bens públicos, zelando, em conjunto com todos os segmentos da comunidade escolar pela sua conservação;
5. dar conhecimento à comunidade escolar das diretrizes e normas emitidas pelos órgãos do sistema de ensino;
6. submeter ao Conselho Deliberativo da Comunidade Escolar para exame e parecer, no prazo regulamentado, a prestação de contas dos recursos financeiros repassados à unidade escolar;
7. divulgar a comunidade escolar a movimentação financeira da escola;
8. coordenar o processo de avaliação das ações pedagógicas e técnico-administrativo-financeiras desenvolvidas na escola;
9. apresentar anualmente à Secretaria de Estado de Educação e à Comunidade Escolar, a avaliação do cumprimento das metas estabelecidas no Plano de Desenvolvimento da Escola, avaliação interna da escola e as propostas que visem à melhoria da qualidade do ensino e ao alcance das metas estabelecidas;
10. cumprir e fazer cumprir a legislação vigente
11. designar à coordenação para responder legalmente pela sua ausência da Escola;
12. distribuir seu horário de trabalho de forma a atender todos os turnos de funcionamento do Estabelecimento de Ensino.
13. Convocar e presidir reuniões necessárias na Unidade Escolar;
CAPÍTULO II
DA SECRETARIA
Art. 38 - A secretaria é o setor encarregado de todo serviço burocrático da Escola, executando as normas administrativas e o serviço de escrituração escolar.
Art. 39 - A secretaria está sob responsabilidade de uma pessoa idônea e hábil, autorizada pela Secretaria Estadual de Educação ou um outro órgão de autoridade reconhecida, com capacidade para o desempenho da função, diretamente subordinado à Direção.
Art. 40 - São atribuições da pessoa responsável pela Secretaria:
1. responsabilidade básica de planejamento, organização, coordenação, controle e avaliação de todas as atividades pertinentes à secretaria e sua execução;
2. participar da elaboração do Plano de Desenvolvimento Escolar;
3. participar juntamente com os técnicos administrativos educacionais, da programação das atividades da secretaria mantendo-a articulada com as demais programações da Escola;
4. atribuir tarefas aos técnicos administrativos educacionais, orientando e controlando as atividades de registro e escrituração, assegurando o comprimento de normas e prazos relativos ao processamento de dados determinados pelos órgãos competentes;
5. verificar a regularidade da documentação referente à matrícula, adaptação, transferência de alunos, encaminhando os casos especiais à deliberação do diretor (a);
6. atender, providenciar o levantamento e encaminhamento aos órgãos competentes de dados e informações educacionais;
7. preparar a escala de férias e gozo da licença dos servidores da escola submetendo à deliberação do Conselho Deliberativo da Comunidade Escolar;
8. elaborar e providenciar a divulgação de editais, comunicados e instruções relativas às atividades;
9. elaborar relatórios das atividades da Secretaria e colaborar na elaboração do relatório anual da escola;
10. cumprir e fazer cumprir as determinações do diretor, do Conselho Deliberativo e dos órgãos competentes;
11. assinar, juntamente com o diretor (a), todos os documentos escolares destinados aos alunos;
12. facilitar e prestar todas as solicitações aos representantes da Secretaria de Estado de Educação e do Conselho Estadual de Educação sobre o exame de livros, escrituração e documentação relativa à vida escolar dos alunos e vida funcional dos servidores e, fornecer-lhes todos os elementos que necessitarem para seus relatórios, nos prazos devidos;
13. redigir as correspondências oficiais da escola;
14. dialogar com o diretor (a) sobre assunto que diga respeito à melhoria do andamento de seu serviço;
15. não permitir a presença de pessoas estranhas ao serviço da secretaria;
16. tomar as providências necessárias para manter atualização dos serviços pertinentes ao estabelecimento;
17. fazer a distribuição de serviços aos técnicos administrativos educacionais;
18. tabular os dados dos rendimentos escolares em conformidade ao processo de recuperação e no final de cada ano letivo.
19. atender o Corpo Docente e Discente no que se refere a esclarecimentos sobre registros escolares e Legislação de Ensino;
Art. 41 – A secretaria mantém organizada e atualizada a escrituração da vida do corpo discente, do corpo docente, do corpo técnico administrativo em locais de acesso facilitado em:
a. Pasta do Aluno;
b. Pasta de funcionários
c. Pasta de professores
Art. 42 – Os referidos documentos são organizados de forma alfabética de modo a permitir a verificação de identidade de cada profissional que faz parte da Unidade Escolar.
Art. 43 – A secretaria tem sob sua única e exclusiva responsabilidade a escrituração e arquivo de:
1. Livro ata de Resultado Final de todas as séries;
2. Livro de Controle de Transferências Expedidas;
3. Livro de Incineração de Documentos;
4. Livro de Termo de Visita e Inspeção;
5. Livro Ponto;
6. Livro ata de reuniões pedagógicas/administrativas;
7. Livro ata de reuniões de pais;
8. Livro de Registro de Certificados;
9. Livro de Registro de Diplomas;
10. Livro de Registro de Matrículas;
11. Pasta para arquivo de Diários Oficiais relativos à Unidade Escolar;
12. Pasta de Documentação da Escola.
Art. 44 – Nenhum Documento é retirado da Secretaria sem o prévio requerimento e despacho da autoridade competente.
Art. 45 - Os serviços do setor pessoal são executados pelo (a) secretário (a) da escola.
CAPÍTULO III
DO APOIO ADMINISTRATIVO EDUCACIONAL
SEÇÃO I
DA FUNÇÃO – VIGIA
Art. 46 - São atribuições do Vigia:
I. Zelar pelo bom funcionamento da portaria durante todo o período de aula;
II. Cumprir todas as determinações da direção;
III. Receber e encaminhar a quem de direito, as pessoas que tenham assuntos a tratar na escola;
IV. Impedir a saída de alunos antes do término das aulas sem autorização da diretoria e coordenação;
V. Tratar os alunos com respeito;
VI. Evitar que pessoas estranhas ao serviço escolar adentrem no estabelecimento sem a devida autorização superior;
SEÇÃO II
DA FUNÇÃO – NUTRIÇÃO ESCOLAR
Art. 47 - São atribuições do responsável pela Nutrição Escolar:
I. Armazenar e controlar os produtos recebidos;
II. Elaborar o cardápio da semana e afixar em lugar visível;
III. Manter a cozinha, os vasilhames e o espaço físico onde é servida a merenda sempre limpos e organizados;
IV. Distribuir a merenda de forma organizada;
V. Zelar pela conservação dos utensílios sob sua responsabilidade;
VI. A pessoa responsável pela nutrição escolar deve comunicar à direção quando ocorrer deterioração de gêneros alimentícios, para que se proceda a devida incineração, na presença das autoridades competentes;
VII. Executar outras atividades correlatas;
VIII. O depósito da merenda e a cozinha do estabelecimento de ensino ficam sob responsabilidade das funcionárias responsáveis pela nutrição escolar, nos seus respectivos turnos de trabalho;
IX. As funcionárias responsáveis pela nutrição escolar devem relacionar todos os gêneros alimentícios periodicamente, impedindo sua retirada sob nenhum pretexto.
SEÇÃO III
DA FUNÇÃO – MANUTENÇÃO DE INFRA-ESTRUTURA
Art. 48 - São atribuições do pessoal de Manutenção de Infra-estrutura:
I. Zelar pela limpeza e asseio das dependências do estabelecimento que no interior, quer no exterior;
II. Acatar e executar as ordens recebidas da direção, a que são diretamente subordinados;
III. Zelar por todos os materiais sob sua responsabilidade respondendo ao estabelecimento, todo e qualquer dano que se fizer cometer ou acontecer eventualmente, depois de apurada a responsabilidade;
IV. Responsabilizar-se pela horta escolar;
V. Executar outras atividades correlatas;
Art. 49 - Os trabalhos do pessoal de manutenção de infra-estrutura são determinados pela direção, no início de cada ano letivo ou época em que se fizer necessário, atendendo a necessidade do estabelecimento de ensino.
Art. 50 - Os trabalhos a serem executados pelos servidores de Apoio Administrativo Educacional – Manutenção de Infra-estrutura, devem ser distribuídos de forma harmônica, para que um não seja prejudicado em detrimento ao outro.
SEÇÃO IV
DO TRANSPORTE ESCOLAR
Art. 51 - O ônibus escolar tem por finalidade transportar os alunos, funcionários e professores dos pontos determinados pela direção à Escola e vice-versa, e ainda aos pais quando se fizer necessário a sua presença no Estabelecimento.
Art. 52 - A função de motorista deve ser exercida por pessoa idônea e devidamente habilitada para este fim, fazendo todos se sentirem seguros e confiantes.
Art. 53 - A Prefeitura Municipal de Alta Floresta mantém convênio com a Secretaria de Estado de Educação quanto ao transporte escolar. Todos os motoristas são efetivos da Prefeitura Municipal.
Art. 54 - Os critérios de admissão são de inteira responsabilidade da Secretaria Municipal de Educação.
Art. 55 - São deveres do motorista:
1 – cumprir as determinações da Direção, e/ou alguém de autoridade reconhecida ou delegada;
2 – dirigir com responsabilidade, respeitando o Código Nacional de Trânsito;
3 – zelar pelo estado e conservação dos ônibus;
4 – levar o ônibus para oficina mecânica quando se fizer necessário;
5 – tratar os alunos e demais pessoas com todo respeito e dignidade;
6 – avisar imediatamente a Direção ou alguém responsável em caso de problema mecânico ou outro gênero;
7 – não transitar com o ônibus se este apresenta perigo de seguridade e encaminhar o caso a alguém de responsabilidade.
Parágrafo Único - O horário de trabalho do motorista é determinado pela Direção no início de cada ano letivo ou em época que se fizer necessário, atendendo às necessidades do Estabelecimento.
Art. 56– São direitos e deveres do motorista:
1 – ser tratado com respeito pelos alunos, professores, funcionários e por pessoas ligadas direta e indiretamente à Escola;
2 – ser avisado com antecedência por escrito, ou oralmente para eventualidade fora do seu horário de trabalho;
3 – ter autoridade dentro do ônibus em qualquer situação que infringir o bom andamento do mesmo;
Art. 57 – É vedado ao motorista:
1 – usar o ônibus para outros fins;
2 – transportar pessoas alheias à Escola, salvo se autorizado;
3 – dirigir em estado de embriagues;
4 – fumar dentro do ônibus;
5 – deixar alunos fora do local de origem de embarque sem a prévia autorização da Direção.
6 – tomar decisões isoladas de repreensão ou correção sem o prévio consentimento da Direção.
CAPÍTULO IV
DOS SERVIÇOS TÉCNICOS PEDAGÓGICOS
SEÇÃO I
DA COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA
Art. 58 – Em conformidade com a Lei nº 206/04 SEDUC/MT, são atribuições do coordenador pedagógico:
1. investigar o processo de construção de conhecimento e desenvolvimento do educando;
2. criar estratégias de atendimento educacional complementar e integrada às atividades desenvolvidas na turma;
3. proporcionar diferentes vivências visando o resgate da auto-estima, a integração no ambiente escolar e a construção dos conhecimentos onde os alunos apresentam dificuldades;
4. participar das reuniões pedagógicas planejando, junto com os demais professores, as intervenções necessárias a cada grupo de alunos, bem como as reuniões com pais e conselho de classe;
5. coordenar o planejamento e a execução das ações pedagógicas da Unidade Escolar;
6. articular a elaboração participativa do Projeto Pedagógico da escola;
7. coordenar, acompanhar e avaliar o projeto na Unidade Escolar;
8. acompanhar o processo de implantação das diretrizes da Secretaria de Estado de Educação relativas à avaliação da aprendizagem e ao currículo, orientando e intervindo junto aos professores e alunos solicitado e/ou necessário;
9. coletar, analisar e divulgar os resultados de desempenho dos alunos, visando a correção e intervenção no Planejamento Pedagógico;
10. desenvolver e coordenar sessões de estudos nos horários de hora-atividade, viabilizando a atualização pedagógica em serviço;
11. coordenar e acompanhar as atividades nos horários de hora-atividade na unidade escolar;
12. analisar/avaliar junto aos professores as causas da evasão e repetência propondo ações para superação;
13. propor e planejar ações de atualização e aperfeiçoamento de professores e técnicos, visando à melhoria de desempenho profissional;
14. divulgar e analisar, junto à Comunidade Escolar, documentos e diretrizes emanadas pela Secretaria de Estado de Educação e pelo Conselho Estadual de Educação, buscando implementa-las na unidade escolar, atendendo às peculiaridades regionais;
15. coordenar a utilização plena dos recursos da TV Escola pelos professores, onde não houver um técnico em multimeios didáticos;
16. propor e incentivar a realização de palestras, encontros e similares com grupos de alunos e professores sobre temas relevantes para a formação integral e desenvolvimento da cidadania;
SEÇÃO II
DO COORDENADOR DE CICLO
CAPÍTULO V
Art. 59 - O coordenador de ciclos também é membro do coletivo de professores do ciclo. Ele não é substituto do professor regente ou do coordenador pedagógico. Não possui uma turma fixa, trabalha com pequenos grupos de alunos que apresentam dificuldades na aprendizagem.
Art. 60 - Atribuições do coordenador de ciclo:
I. Investigar o processo de construção do conhecimento e desenvolvimento do educando;
II. Criar estratégias de atendimento educacional, complementar integradas as atividades desenvolvidas pelo regente;
III. Utilizar os mais diferenciados multimeios na sala de aula e em outros espaços;
IV. Participar das reuniões, planejar com os demais professores e participar do conselho de classe;
V. Registrar as atividades desenvolvidas, freqüência e avanços na ficha do aluno;
VI. Proporcionar diferentes vivências educativas visando o resgate da auto-estima, identidade cultural e a construção dos conhecimentos.
SEÇÃO III
DA BIBLIOTECA ESCOLAR
Art. 61 – A Biblioteca tem a finalidade de atendimento aos alunos, professores, coordenadores, direção, pais, funcionários e outros, desde que previamente autorizado, visando a consulta para enriquecimento e trabalho de pesquisa, estudo particular e grupal.
Art. 62 – A organização e funcionamento da Biblioteca são determinados por regulamento próprio, específico, podendo ser passivo de alterações de acordo com acúmulo de experiência e necessidades, aprovado pela Direção do Estabelecimento, atendendo às necessidades.
Art. 63 – O regulamento deve ser afixado em local de visibilidade e de fácil acesso.
Art. 64 - O funcionário da biblioteca deverá ser responsável pelo uso e conservação dos equipamentos de multimeios didáticos da escola.
Art. 65 – O acervo é constituído através de compras, permutas e doações.
Art. 66 – O horário de atendimento da Biblioteca é determinado em conjunto com os professores e sugestões de alunos.
Art. 67 – O bibliotecário deve exercer o seu trabalho sempre em sintonia com os professores inclusive, selecionando programações na TV escola e Futura de interesse pedagógico.
Art. 68 – Cabe ao bibliotecário auxiliar a todos os que procuram fontes de pesquisa, orientando-os sob os trabalhos a serem desenvolvidos.
Art. 69 – O responsável pela Biblioteca deve buscar capacitação quanto às normas técnicas de pesquisas de campo, bibliográficas, acompanhar àqueles que utilizam a pesquisa, bem como o aperfeiçoamento através de palestras, cursos, e aplicá-los no seu dia-a dia.
TÍTULO IV
DA ORGANIZAÇÃO E DESENVOLVIMENTO DO ENSINO
CAPÍTULO I
DA OFERTA DO ENSINO
SEÇÃO I
DO ENSINO FUNDAMENTAL REGULAR
Art. 70 - O Ensino Fundamental regular está estruturado em ciclos de formação, com duração de 09 (nove) anos letivos, divididos em 03 (três) ciclos com 03 (três) fases cada um.
Art. 71 - O Ensino Fundamental regular é oferecido em regime de externato nos turnos vespertino e noturno, com duração de 04 (quatro) horas cada turno, incluindo o período do recreio.
SEÇÃO II
DO ENSINO FUNDAMENTAL – EJA
Art. 72 – A Escola Estadual Ouro Verde oferece o 2º segmento (anos finais) do Ensino Fundamental – EJA, na modalidade regular, divido em três fases.
Art. 73 – O ensino fundamental – EJA, é oferecido no período noturno, com duração de quatro horas diárias, em caráter presencial.
Art. 74 – A carga horária anual será de 840 horas, distribuídas em duzentos dias letivos, divididas em três áreas do conhecimento: Linguagem, Ciências Sociais e Ciências Naturais e Matemática.
SEÇÃO III
DO ENSINO MÉDIO REGULAR
Art. 75 - O curso de Ensino Médio é organizado sob a forma presencial com carga horária diária de 04 (quatro) horas, incluindo o intervalo do recreio escolar.
Art. 76 - Para organização do trabalho pedagógico, a carga horária de cada ano será de no mínimo 840 (oitocentas e quarenta) horas distribuída no mínimo em 200 (duzentos) dias letivos e dividida em 03 (três) áreas do conhecimento: Linguagens, Ciências Humanas e Sociais, Ciências da Natureza e Matemática.
SEÇÃO IV
DO ENSINO MÉDIO INTEGRADO
Art. 77 - O Ensino Médio integrado é organizado de forma presencial com duração de 4 anos e carga horária diária de 04 (quatro) horas, incluindo o intervalo do recreio escolar.
Art. 78 - A carga horária de cada ano será de no mínimo 840 (oitocentas e quarenta) horas distribuídas no mínimo em 200 (duzentos) dias letivos e dividida em 04 (quatro) áreas do conhecimento, são elas: Linguagens; Ciências Humanas; Ciências Naturais e Matemática; e Área Técnica Profissional.
CAPÍTULO II
DO CURRÍCULO
SEÇÃO I
DO ENSINO FUNDAMENTAL REGULAR
Art. 79 - O currículo do Ensino Fundamental é especificado em Matriz Curricular organizada nas diferentes áreas do conhecimento, seguindo a Base Nacional Comum, conforme LDB – 9394/96, a Resolução 02/98–CNE e Resolução 262/02 – CEE/MT:
I. Área de Linguagens: Língua portuguesa, Língua Estrangeira, Arte e Educação Física;
II. Área de Ciências Naturais e Matemática: Ciências Físicas e Biológicas e Matemática;
III. Área de Ciências Sociais e Humanas: História, Geografia, Ensino Religioso.
Art. 80 - Os conteúdos de Geografia e História de Mato Grosso serão trabalhados nas disciplinas de Geografia e História respectivamente.
Parágrafo Único: O Ensino Religioso é ofertado na forma do art. 33 da LDB-9394/96 e suas alterações e Resolução 006/00 – CEE/MT.
SEÇÃO II
DO ENSINO FUNDAMENTAL - EJA
Art. 81 - O currículo do Ensino Fundamental - EJA é especificado em Matriz Curricular organizada nas diferentes áreas do conhecimento, seguindo a Base Nacional Comum, conforme LDB – 9394/96 e a Resolução 180/00–CEE/MT.
I. Área de Linguagens: Língua portuguesa, Língua Estrangeira, Arte e Educação Física;
II. Área de Ciências Naturais e Matemática: Ciências Físicas e Biológicas e Matemática;
III. Área de Ciências Sociais e Humanas: História, Geografia, Ensino Religioso.
SEÇÃO III
DO ENSINO MÉDIO REGULAR
Art. 82 - Os componentes curriculares do ensino médio seguem a Base Nacional Comum:
IV. Área de Linguagens: Língua portuguesa, Literatura, Língua estrangeira, Artes e Educação Física;
V. Área de Ciências Naturais e Matemática: Biologia, Física, Química e Matemática;
VI. Área de Ciências Sociais e Humanas: História, Geografia, Filosofia, Sociologia.
SEÇÃO IV
DO ENSINO MÉDIO INTEGRADO
Art. 83 - Os componentes curriculares do ensino médio seguem a Base Nacional Comum:
VII. Área de Linguagens: Língua portuguesa, Literatura, Língua estrangeira, Artes e Educação Física;
VIII. Área de Ciências Naturais e Matemática: Biologia, Física, Química e Matemática;
IX. Área de Ciências Humanas: História, Geografia, Filosofia, Sociologia.
VII.Área Técnica Profissional em Administração Rural.
CAPÍTULO III
DOS PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS
SEÇÃO I
DO ENSINO FUNDAMENTAL REGULAR
Art. 84 - O professor deve desenvolver um trabalho dinâmico, não só com atividades variadas, mas também com recursos diversificados, desenvolvendo uma metodologia onde permite a maior integração possível de conteúdos (interdisciplinaridade), se diferenciado do enfoque tradicional.
Art. 85 - Ao planejar suas aulas e ou atividades o professor deve ter como referência o conhecimento prévio apresentado pelos alunos. As questões apresentadas por eles indicam os diferentes níveis de construção e expressão do conhecimento e devem ser consideradas como ponto de partida para o planejamento de uma prática educativa flexível para um trabalho mais autônomo coerente com o Projeto Político Pedagógico da escola.
SEÇÃO II
DO ENSINO FUNDAMENTAL – EJA
Art. 86 – Os docentes que atuam na EJA utilizam-se de instrumentos de aprendizagem variados como leitura, escrita, expressão oral, cálculos, resolução de problemas, conceitos, atitudes, valores e ética para abordagem dos conteúdos curriculares, previstas no plano de curso.
SEÇÃO III
DO ENSINO MÉDIO REGULAR
Art. 87 - O desenvolvimento do trabalho pedagógico no nesta etapa de ensino tem um olhar específico tanto teórico quanto prático, para que, na concretização dos dois aspectos o aluno perceba o seu processo de construção de novas formas de pensamentos e pratique a reflexão– ação–reflexão.
Art. 88 - O Ensino Médio tem sua proposta pedagógica elabora e desenvolvida no âmbito dessa comunidade escolar rural dentro do seu nível sócio–econômico–cultural por meio de metodologias de projetos visando à interdisciplinaridade.
Art. 89 - Para o desenvolvimento da proposta pedagógica do Ensino Médio de forma interdisciplinar é necessário à prática do planejamento coletivo.
SEÇÃO IV
DO ENSINO MÉDIO INTEGRADO
Art. 90 - O ensino médio integrado deverá ser desenvolvido de forma a promover a integração do pensamento crítico, do pensar criativo e da prática como atuação consciente. As atividades pedagógicas envolvem procedimentos baseados em: estudo de casos; exposições orais e audiovisuais; aulas práticas; desenvolvimento de tarefas; seminários; projetos educacionais, entre outros previstos no plano de curso.
CAPÍTULO IV
DA AVALIAÇÃO E VERIFICAÇÃO DE APRENDIZAGEM
Art. 91 - A avaliação de aprendizagem é parte integrante do processo educativo, e que deve subsidiar a construção do conhecimento do aluno, possibilitando a verificação de seu desenvolvimento de maneira contínua e acumulada, durante todo o período letivo, visando os seguintes objetivos:
a. Possibilitar ao professor o subsídio básico de acompanhamento do processo ensino-aprendizagem;
b. Condução do aluno à dinâmica de seu processo educativo do qual ele é o próprio agente;
c. Observação das falhas ocasionadas durante o processo ensino-aprendizagem;
d. Levar o aluno a uma reflexão crítica sobre a prática, a fim de captar seus avanços, suas resistências, suas dificuldades, possibilitando uma tomada de decisão sobre o que fazer para superar obstáculos;
e. Informar ao aluno sobre o seu aproveitamento incentivando-o ao estudo e a auto-avaliação;
f. Replanejar as atividades do ensino, atendendo as necessidades dos alunos;
g. Apuração do rendimento escolar, para fins de promoção ou conclusão do curso;
h. Fornecer à escola dados necessários à verificação da consecução dos seus próprios objetivos.
Art. 92 - A avaliação é uma atividade intrínseca, indissociável e contínua a qualquer tipo de ação que vise provocar mudanças, e portanto, ela não deve se limitar a julgamento sobre sucesso ou fracasso do aluno. É compreendida como um conjunto de atuação que tem a função de alimentar, sustentar e orientar a intervenção pedagógica por meio da interpretação qualitativa e quantitativa do conhecimento construído pelo aluno.
SEÇÃO I
DO ENSINO FUNDAMENTAL REGULAR
Art. 93 - Na correção de todas as atividades do processo avaliativo, o professor deve preocupar-se em valorizar a originalidade e a demonstração do raciocínio do aluno.
Art. 94 - Compete ao professor analisar a participação do educando no processo de avaliação e registrar em relatório o seu desempenho acadêmico. Esse relatório deve expressar além do aproveitamento, a evolução do aluno nos aspectos cognitivo, afetivo-social e psicomotor.
Art. 95 - Para subsidiar o relatório o professor possui um caderno de campo, para registrar o processo de construção do conhecimento do aluno, possibilitando análise dos avanços e dificuldades.
Art. 96 - Os alunos que apresentam dificuldades no processo ensino-aprendizagem recebem acompanhamento por meio do plano de apoio pedagógico.
Art. 97 - O plano de apoio pedagógico a ser trabalhado com os alunos que necessitam deste recurso é feito em conjunto com o professor regente, coordenador pedagógico e coordenador de ciclo.
SEÇÃO II
DO ENSINO FUNDAMENTAL – EJA
Art. 98 – A forma de avaliação utilizada é a mesma do Ensino Médio regular
Art; 99 – O professor deve manter o caderno de campo com as anotações reflexivas considerando o processo dos diferentes níveis de aprendizagens e o ritmo específico dos educandos.
SEÇÃO III
DO ENSINO MÉDIO REGULAR
Art. 100 - A avaliação da aprendizagem deverá acontecer durante a construção do conhecimento por meio do desenvolvimento das competências e habilidades do aluno, sendo de maneira contínua e acumulada.
Art. 101 - Avaliar a aprendizagem tem um sentido amplo e é feito de formas diversas, devendo o professor utilizar vários instrumentos de avaliação como:
I. Discussão coletiva;
II. Conselho de classe;
III. Trabalho em grupo;
IV. Seminários;
V. Provas objetivas;
VI. Provas dissertativas;
VII. Mapas conceituais;
VIII. Trabalho de pesquisa;
IX. Auto-avaliação.
Parágrafo único: Diante destas possibilidades avaliativas, caberá ao professor eleger os instrumentos de avaliação para análise do desempenho dos alunos.
SEÇÃO IV
DO ENSINO MÉDIO INTEGRADO
Art. 102 - No Ensino Médio Integrado utiliza-se de todos os instrumentos citados no artigo anterior da seção III.
CAPÍTULO V
DA PROMOÇÃO
SEÇÃO I
DO ENSINO FUNDAMENTAL REGULAR
Art. 103 - Considera-se promovido para outro ciclo, o aluno que atingir os objetivos propostos, atendendo os critérios de avaliação previstos no currículo da escola e ter no mínimo 75% de freqüência.
SEÇÃO II
DO ENSINO FUNDAMENTAL REGULAR –EJA
Art. 104 - Considera-se promovido para fase seguinte, o aluno que atingir no mínimo a média 60 em cada disciplina ao término do ano letivo, bem como freqüência mínima de 75% do cômputo geral da carga horária estabelecida na matriz curricular da escola.
Parágrafo único: para obtenção da média anual utiliza-se a seguinte fórmula:
I. Média Anual = Notas do 1º bim.+2º bim.+3º bim.+4º bim. / 4 = 60, mínimo para aprovação.
SEÇÃO III
DO ENSINO MÉDIO REGULAR
Art. 105 - Para fins de promoção no Ensino Médio o aluno terá que atingir média anual igual ou superior a 60, e ter no mínimo 75% de freqüência.
SEÇÃO IV
DO ENSINO MÉDIO INTEGRADO
Art. 106 - Para fins de promoção, no final do ano letivo, o aluno deverá ter desenvolvido as competências e habilidades previstas nos planos de curso condizente com o perfil de saída e ter no mínimo 75% de freqüência da carga horária total.
CAPÍTULO VI
DA RETENÇÃO
SEÇÃO I
DO ENSINO FUNDAMENTAL REGULAR – CICLOS DE FORMAÇÃO
Art. 107 - No Ensino Fundamental Regular o aluno só poderá ser retido, apenas no final de cada ciclo, por um período que não pode ultrapassar 01 (um) ano, caso seja realmente necessário.
Art. 108 - A retenção só poderá ocorrer depois de analisado todo o processo de desenvolvimento do aluno, pelo conselho de professores e os mesmos concluírem que o aluno não terá nenhuma condição de acompanhar o ciclo seguinte.
SEÇÃO II
DO ENSINO FUNDAMENTAL REGULAR - EJA
Art. 109 - No Ensino Fundamental-EJA onde os resultados das avaliações são decodificados em notas de 0 a 100, considera-se reprovado o aluno que não atingir a média final 60 em cada um dos componentes curriculares. O aluno pode ser reprovado também caso no decorrer do ano letivo ultrapasse os 25% de faltas que lhe é de direito calculados sobre o cômputo geral da carga horária anual.
SEÇÃO III
DO ENSINO MÉDIO
Art. 110 – Considera-se reprovado no Ensino Médio o aluno que ao fim do ano letivo não alcançar a média mínima de 60 e ter mais de 25% de faltas.
CAPÍTULO VII
DA RECUPERAÇÃO
SEÇÃO I
DO ENSINO FUNDAMENTAL REGULAR
Art. 111 - É oferecido estudos de recuperação contínua e paralela aos alunos que não atingirem os objetivos propostos no currículo.
Art. 112 - A recuperação é aplicada através dos Planos de Apoio Pedagógico de intervenção no processo de aprendizagem.
Art. 113 - Os estudos de recuperação paralela serão ministrados pelos professores no horário de sua permanência na escola, como atividades normais de seu trabalho, além das demais formas que julgarem convenientes.
SEÇÃO II
DO ENSINO FUNDAMENTAL REGULAR -EJA
Art. 114 - Os professores proporcionarão estudos de recuperação que acontecerão ao longo do período letivo.
Art. 113 - O processo de recuperação deve ser planejado cuidadosamente para que supere de fato, as dificuldades de aprendizagem do educando; e que não se trate apenas de um trabalho formal para atender aos preceitos da lei.
SEÇÃO III
DO ENSINO MÉDIO REGULAR
Art. 114 – Os professores farão intervenções no processo de aprendizagem durante o ano letivo aos alunos com dificuldades na aprendizagem.
SEÇÃO IV
DO ENSINO MÉDIO INTEGRADO
Art. 115 – A superação das dificuldades dos alunos serão trabalhados no decorrer do processo.
CAPÍTULO VIII
DOS PLANOS DE ENSINO
Art. 116 - Os planos de curso devem ser elaborados pelos professores com base na proposta pedagógica de cada etapa e modalidade de ensino ofertado pela escola. Os planos devem ser elaborados conforme a fase/série e/ou disciplina trabalhada pelo professor.
Art. 117 - Os planos de curso devem ser apresentados e entregues à equipe pedagógica da escola no início de cada ano letivo.
TÍTULO V
DA ORGANIZAÇÃO DA VIDA ESCOLAR
CAPÍTULO I
DA MATRÍCULA
Art. 118 – A matrícula é o ato formal que vincula o educando ao Estabelecimento de Ensino credenciado e autorizado a funcionar.
Art. 119 – O período de Matrícula será estabelecido no calendário escolar e seguirá todos os critérios estabelecidos nos artigos 13 a 23 da Resolução 150/99 – CEE/MT de 14/12/99.
Art. 120 A matrícula quanto à sua natureza é:
a)inicial
b)renovada
c)por transferência
d)extraordinária
Art. 121 No ato da matrícula, o aluno ou seu responsável, deverá apresentar cópia da certidão de nascimento e, quando maior, cópia do RG, Reservista e Certidão de casamento, juntamente com o histórico da escola de origem.
Art. 122 – Para efetivação de matrícula no 2º segmento da EJA do ensino fundamental, o aluno deverá ter 14 anos completo.
Parágrafo único – a matrícula no Ensino Médio Integrado, conforme disposto no decreto 5.154/04 conta com matrícula única para cada aluno que já tenha concluído o ensino fundamental.
CAPÍTULO II
DO CANCELAMENTO DA MATRÍCULA
Art. 123 - A matrícula do aluno será cancelada caso a escola detectar algum indício de irregularidade em seu documento de transferência.
Parágrafo Único: Caso a matrícula seja cancelada, a situação será encaminhada para os órgãos competentes e regularizado de acordo com a legislação vigente.
CAPÍTULO III
DA TRANSFERÊNCIA
Art. 124 – De acordo com o disposto no artigo 33 da Resolução 150/99 CEE/MT, a transferência é a passagem do aluno de um estabelecimento de Ensino para outro, inclusive da Escola de país estrangeiro, ou ainda de uma habilitação, curso ou modalidade para outra no mesmo nível de ensino dentro de um mesmo Estabelecimento de Ensino.
§ 1º. A transferência de alunos na educação básica , de acordo com a Resolução nº 383/04CEE/MT pode ocorrer entre:
I. cursos e exames supletivos, concomitantes ou não;
II. cursos de regime de oferta diferenciada e ou modalidade de EJA, observada a faixa etária;
II. cursos de outros sistemas de ensino, inclusive estrangeiro.
Art. 125 – A transferência é solicitada pelo responsável ou pelo próprio aluno, se maior de idade.
Art. 126 – A transferência de turno só pode ocorrer por um causa justa, mediante solicitação do aluno ou responsável.
Art. 127 – Por conveniência didática – pedagógica a Direção da Escola após ouvido a Coordenação, ou ainda o Conselho de Professores, pode determinar a transferência do aluno de uma turma para outra no mesmo período, de um turno para outro, sempre com amparo legal.
Parágrafo Único – A decisão é comunicada ao aluno ou responsável imediatamente.
Art. 128 – Alunos transferidos de outros sistemas de Ensino do país, procede-se ouvindo o Conselho de Professores ou similar, à inserção do aluno na série ou fase adequada, sem prejuízo de continuidade, a vista de uma correta documentação e outras verificações julgadas necessárias.
Art. 129 – O aluno procedente do estrangeiro tem sua matrícula condicionada à apresentação dos documentos conforme a legislação civil em vigor, satisfeitas as seguintes exigências:
CAPÍTULO IV
DA FREQUÊNCIA DOS ALUNOS
Art. 130 – A freqüência do(a) aluno (a) às aulas e a todas as atividades escolares é obrigatória, desde o início ao término do ano letivo.
Art. 131 – O controle de freqüência fica sob responsabilidade da escola, exigida a freqüência mínima de setenta e cinco por cento do total da carga horária letiva, de acordo com a legislação em vigor.
Art. 132 – A freqüência é apurada sobre a carga horária total, e não sobre a carga horária de cada componente curricular.
Art. 133 – Conforme a Lei 9.394/96 a justificativa das faltas serve apenas como norma disciplinar, não abona as faltas, exceto os que se encontram nas seguintes condições:
I – Alunos (as) portadores de afecções contagiosa: Decreto Lei nº 1044 de 21/10/69;
II – Alunos (as) em exercício militar; Decreto Lei nº 4375 de 17/06/64;
III – Alunas gestantes; Lei nº 6202 de 14/04/75.
Art. 134 – Os alunos que, por motivos religiosos, não puderem comparecer às aulas em certos dias da semana, devem receber faltas, não havendo amparo legal para o abono desta, entretanto a escola poderá propiciar provas substitutivas para avaliação do aproveitamento do aluno quando devidamente justificada a ausência; Parecer nº 43084 aprovado em 07/06/84.
CAPÍTULO V
DA CLASSIFICAÇÃO E RECLASSIFICAÇÃO
Art. 135 - A classificação é o posicionamento do aluno em etapa organizada sob a forma de série anual, período semestral, ciclo, período de estudo, grupo não seriado ou outra forma adotada pela escola.
Art. 136 - Reclassificação do aluno é seu reposicionamento em série, ciclo, período ou outra forma de organização adotada pela escola, diferente daquela indicada em seu histórico escolar.
Art. 137 - Para fins de classificação ou reclassificação do aluno serão observados os critérios estabelecidos nos artigos 27 à 31 da Resolução 150/99 – CEE/MT de 14/12/99.
CAPÍTULO VI
DA ADAPTAÇÃO
Art. 138 – A adaptação tem por finalidade situar o aluno transferido na nova realidade escolar.
Art. 139 – A adaptação ocorre quando houver divergência nos currículos, nos seguintes casos:
1 – componentes curriculares não estudados nas séries anteriores;
2 – conteúdos programáticos incompletos;
3 – carga horária insuficiente.
Art.140 – A adaptação se faz sempre de maneira progressiva, podendo ser utilizadas aulas individuais.
Art. 141 – A forma de adaptação a que se refere este artigo atende-se as exigências de freqüência e aproveitamento.
Parágrafo Único – A adaptação e a suplementação devem sempre estar em conformidade com a Resolução 150/99 do CEE/MT, nos seus artigos 46, 47 e 48, no máximo em 05 (cinco) disciplinas.
CAPÍTULO VII
DA PROGRESSÃO PARCIAL
Art. 142 - Entende-se por Progressão Parcial aquela em que o aluno passa a cursar a fase seguinte, mesmo não tendo sido aprovado em todos os componentes curriculares anteriores.
Art. 143 - O aluno beneficiado com o regime de progressão parcial poderá acumular, no mesmo período letivo, até 04 (quatro) dependências em componentes curriculares anteriores.
Art. 144 - Para fins da Progressão Parcial serão observados os critérios estabelecidos nos artigos 1º à 3º da Resolução 382/04 – CEE/MT de 23/12/2004.
CAPÍTULO VIII
DOS CERTIFICADOS E DIPLOMAS
Art. 145 – A expedição dos certificados e diplomas são feitos pela Unidade Escolar em consonância com a legislação vigente.
Art. 146 – É de exclusiva competência da Secretaria da Unidade Escolar, efetuar o preenchimento e encaminhar à Assessoria Pedagógica, obedecendo os amparos legais.
Art. 147 – Os registros dos Certificados e Diplomas deverão ser feitos pela Unidade Escolar em Livro próprio, separado por modalidade, com termo de abertura e de encerramento contendo carimbo e assinatura do diretor e secretário.
Art. 148 – Os diplomas da educação técnica profissional em Administração Rural serão expedidos pela Unidade Escolar e terão validade nacional, e assegura prosseguimento de estudos em nível superior.
Art. 149 – O acompanhamento e a orientação dos serviços de registro e expedição de diplomas e certificados serão feitos pela SEDUC, e pela Secretaria de Estado de Ciência e Tecnologia referente à Educação Profissional técnica de nível médio.
Art. 150 – O responsável pela inspeção do Estabelecimento de Ensino no Município vistará, após verificação da regularidade de aprovação dos concluintes à vista da ata de resultados finais, a relação nominal dos alunos aprovados, datando e assinando juntamente com o Diretor e Secretário.
TÍTULO VI
DA ORGANIZAÇÃO DISCIPLINAR
CAPÍTULO I
DO CORPO DOCENTE
SEÇÃO I
DAS COMPETÊNCIAS
Art. 151 – O Corpo Docente do Estabelecimento de Ensino é constituído por professores qualificados de acordo com as normas legais.
Art. 152 – Os profissionais da Educação devem ser admitidos de acordo com o grau de formação específica de cada área e conforme as Portarias e Pareceres em vigor, emitidas por Órgão Superior.
Art. 153 – Ao se apresentarem no Estabelecimento, os professores tomam conhecimento das disposições deste Regimento.
Art. 154 - Ao corpo docente, além das incumbências descritas no artigo 13 da LDB, compete-lhes:
I. Planejar conjuntamente com seus pares;
II. Acompanhar o processo de construção do conhecimento e desenvolvimento do aluno;
III. Utilizar jogos, brincadeiras, materiais alternativos para o trabalho em sala de aula;
IV. Adotar organização espacial da sala de aula em círculo ou grupo, favorecendo a troca de saberes pela interação;
V. Elaborar o Plano de Apoio Pedagógico juntamente com o coordenador de ciclo para os alunos com dificuldades de aprendizagem;
VI. Encaminhar ao apoio pedagógico os alunos com dificuldades no processo de ensino-aprendizagem;
VII. Estabelecer parcerias com pais e funcionários.
SEÇÃO II
DOS DIREITOS
Art. 155– São direitos dos Docentes:
1 – requisitar e confeccionar todo o material didático que julgar necessário às aulas, de acordo com as possibilidades do Estabelecimento de Ensino;
2 – propor a pessoa responsável a aquisição de livros e materiais didáticos para o bom desempenho das atividades escolares;
3 – utilizar os materiais disponíveis existente na Escola para a prática pedagógica e disciplinar;
4 – opinar sobre programações, cursos, técnicas, metodologias usadas e outros assuntos necessários ao bom andamento da Escola, bem como as práticas pedagógicas;
5 – participar de forma ativa no amplo processo pedagógico que o Estabelecimento mantém e desenvolve, através de sua formação e tarefas específicas;
6 – Dispor, no ambiente de trabalho, de instalações adequadas e material técnico e pedagógico suficiente e adequado para que possa exercer com eficiência as suas funções;
7 – ser tratado com respeito dignidade por todos os membros de todos os segmentos da Comunidade Escolar;
8 – Ficam, enfim, assegurados os direitos que lhe são conferidos pelo estatuto dos funcionários e pelas leis do ensino.
trabalhar na construção e permanência de um ambiente harmonioso e saudável;
09 – participar assiduamente de cursos de capacitação que venham a contribuir para o enriquecimento de suas aulas.
10 . participar da montagem do calendário escolar.
SEÇÃO III
DOS DEVERES
Art. 156 – São deveres do Corpo Docente:
1. cumprir os horários destinados às aulas e Calendário Escolar;
2. ser assíduo
3. marcar presença 10 minutos antes do início das atividades letivas e retirar-se somente depois de ter vencido seu horário de trabalho;
4. zelar pela disciplina geral do Estabelecimento em cooperação com todos os segmentos existentes;
5. Cumprir as decisões tomadas no coletivo com a direção e demais autoridades de ensino do estabelecimento;
6. comparecer às reuniões pedagógicas e atender as demais convocações da Direção.
7. interessar-se e participar assiduamente por cursos de aperfeiçoamento e atualização, visando uma educação permanente;
8. participar na montagem do Calendário Escolar;
9. elaborar o seu Plano de Ensino de acordo com o Calendário Escolar e a Matriz Curricular e apresentá-lo no prazo determinado;
10. colaborar com a Direção do Estabelecimento na organização e execução dos trabalhos complementares de caráter cívico, festivo, recreativo, cultural e outros que a Comunidade Escolar julgar conveniente;
11. ter sempre em seus objetivos a formação do conhecimento através das disciplinas aplicada à vida, do incentivo a pesquisa, conduzindo-os a capacidade de pensar e criar possibilidades de ação;
12. evitar comentários abertos de problemas pessoais dos alunos;
13. preparar convenientemente as aulas e avaliações durante o período que é destinado às horas atividades;
14. reger suas disciplinas e atividades de acordo com as diretrizes metodológicas próprias propostas no PPP;
15. executar os programas das atividades e disciplinas, mantendo rigorosamente em dia as escriturações dos Diários de Classe.
16. entregar nos dias determinados no Calendário Escolar as notas e os relatórios descritivos;
17. estabelecer com os alunos e colegas de trabalho um regime de ativa e constante colaboração, tratando-os com fineza, respeito e compreensão, levando em consideração a cultura e o modo de ser de cada um;
18. efetuar as avaliações dos alunos, levando em consideração as aptidões, jeito de ser, de se expressar e de conceber a realidade vigente;
19. avaliar e deixar ser avaliado pelos alunos, contribuindo reciprocamente, gerando um clima de harmonia e de confiança;
20. comentar com os alunos os resultados das atividades avaliativas esclarecendo os erros cometidos a fim de que possam ser evitados;
21. comunicar à Direção e Coordenação a relação dos alunos que não acompanham ou não conseguem alcançar os objetivos propostos no Planejamento de Ensino, bem como aqueles que não possuem conduta coerente com o ambiente escolar;
22. ministrar aulas de recuperação de acordo com que prevê a Legislação em vigor;
23. receber condignamente as autoridades;
24. manter com todos os colegas de demais órgão, espírito de colaboração e solidariedade indispensável à eficiência da obra educativa;
25. vir uniformizado à Escola;
26. falar diretamente com os colegas e Direção de assuntos que dizem respeito ao exercício que cada um desempenha para evitar entendimento dúbio, gerando no ambiente de trabalho um clima de hostilidade;
27. fazer constante leitura do que lhe é conferido, como Estatuto dos Funcionários, Estatuto do Magistério, Leis das Diretrizes e Bases da educação Nacional, Lei Complementar nº 50/98 e 206/04, e outros assuntos que o mantenham atualizados.
Art. 157 - O cumprimento da hora de trabalho pedagógico será feito de forma coletiva, em horário e dias a serem definidos pelos professores. Deverá ser respeitado o seguinte critério: de segunda à sexta-feira das 7:00 às 11:00 hs, das 13:00 às 17:00 hs e das 19:00 às 23:00 hs.
SEÇÃO IV
DAS PENALIDADES
Art. 158 – As penalidades aplicadas ao pessoal do Corpo Docente e Administrativo são feitas em conformidade com o Estatuto dos Funcionários Públicos, Estatuto do Magistério Público (Lei nº 4.566 de 24/06/83), Lei complementar 050/98 de 15/10/90 e o presente Regimento.
Art. 159 - Corpo Docente são aplicadas as seguintes penalidades:
1 – advertência oral;
2 – advertência escrita, encaminhada à Secretaria de Educação para anotações na ficha;
3 – apreciação e decisão com os representantes dos segmentos da Comunidade Escolar – CDCE para análise do caso e a aplicação da penalidade, após esgotados todas as tentativas de diálogo e negociação;
Art. 160 Em caso de persistência, será elaborado um relatório circunstanciado e encaminhado a SEDUC para conhecimento e providências necessárias.
Art. 161 – Aos profissionais da educação, cabe o direito de defesa perante o órgão competente, respeitada a decisão e parecer tomado pela Escola e apresentada pela Direção do Estabelecimento, quanto a sua permanência no quadro de pessoal da Unidade Escolar.
SEÇÃO V
DAS PENALIDADES
Art 162 – Ao Profissional da Educação é vedado:
1 – fornecer aos alunos informações que a Direção reserva para si;
2 – tratar em sala de aula de assuntos alheios à aula que deverá lecionar;
3 – preencher o tempo destinado às aulas com assuntos banais, com a finalidade do cumprimento ao horário, sem objetividade;
4 – usar trajes contraditórios à conduta moral e costume da Comunidade Escolar;
5 – tratar os alunos com distinção;
6 – usar de critérios fraudulentos nas avaliações;
7 – Lecionar particularmente em aulas remuneradas, individual ou grupal, a alunos das turmas sob a sua regência;
8 – ferir a suscetibilidade dos alunos no que diz respeito às suas convicções morais, religiosas, culturais, políticas ou de nacionalidade e outros;
9 – faltar com o devido respeito à dignidade do aluno ou a ele se dirigir com aspereza e atitudes inadequadas;
10 – Fumar dentro da unidade escolar de acordo com a lei 7.599;
11 – aplicar penalidades aos alunos, que não sejam as de advertência, de repreensão e, em casos especiais, de saída de classe, fazendo neste caso, a comunicação imediata a Direção;
12 – faltar com o devido respeito à Direção, Coordenação, funcionários e colegas de trabalho e demais órgãos;
13 – namorar de forma que venha afetar a moral e os bons costumes nas imediações da Escola ou dentro da mesma;
14 – dispensar os alunos antes do seu término das aulas sem a autorização da Direção;
15 – colocar substituto sem apresentar justificativa real e comunicar previamente a sua saída à Direção ou à Coordenação;
16 – colocar presença no Livro Ponto quando a sua saída não for para atender exigências diretas da própria Escola;
17 – comentar fora do Estabelecimento Escolar de assuntos que vão contra o ambiente em que trabalha.
18 – ingerir ou trazer consigo qualquer espécie de bebida alcoólica em qualquer dia de atividades letivas, seja na Escola ou fora dela, salvo se for objeto de estudo, de acordo com o seu planejamento.
CAPÍTULO II
DO CORPO DISCENTE
Art. 163 – O Corpo Discente é constituído por todos os alunos regularmente matriculados na Unidade Escolar.
Parágrafo 1º - O centro de todas as atenções e de todas as atividades deve ser o aluno.
Parágrafo 2º - Cada estudante é tido dentro de um autêntico processo educativo, pois o mesmo é a peça fundamental para todo o andamento de tudo aquilo que se realiza na Escola.
SEÇÃO I
DOS DIREITOS
Art. 164 – São direitos do Corpo Discente:
1 – ser tratado com respeito, atenção e urbanidade pela Direção, Coordenação, Corpo Docente, colegas e pelos demais segmentos da Unidade Escolar;
2 – utilizar os livros da Biblioteca e demais pertences da Escola, nos termos de regulamentos e normas próprias;
3 – expor as dificuldades encontradas nos trabalhos escolares em qualquer disciplina ou atividades, solicitando orientação do professor;
4 – requerer o cancelamento da Matrícula nos prazos legais estipulados, quando maior de idade, ou através dos pais ou responsáveis, quando menor de idade;
5 – requerer transferência de turno nos termos deste Regimento caso haja uma justificativa plausível para tal finalidade;
6 – Ter acompanhamento extra-horário, dentro da hora de trabalho pedagógico, caso o mesmo necessite;
7 – apresentar-se à Direção quando querer contribuir com idéias ou sugestões, qualquer tipo de dificuldade encontrada ou ainda para conversas informais;
8 – exigir que professores e Direção cumpram o seu horário de trabalho integral, no desempenho de seu papel de educador;
9 – utilizar o transporte escolar com decência, visando a sua integral conservação física.
SEÇÃO II
DOS DEVERES
Art. 165 – São deveres do Corpo Discente:
1 – cumprir as determinações da Direção, da Coordenação, do Corpo Docente e demais órgãos de autoridade do Estabelecimento;
2 – atender as determinações disciplinares oriundos da Direção;
3 – inserir-se e integrar-se no amplo processo pedagógico desenvolvido pelo Estabelecimento;
4- Usar uniforme, documentos e materiais de identificação, quando lhe forem exigidos;
4 – comparecer e participar das solenidades, festas, momentos cívicos e demais atividades escolares promovidas pela Unidade Escolar;
5 – freqüentar assiduamente as aulas e demais atividades escolares;
6 – esforçar-se ao máximo para o bom andamento e aproveitamento das atividades escolares;
7 – manter o ambiente escolar isento de poluição sonora, afetando a atenção necessária nas aulas, evitando manifestações desse porte que perturbem o bom andamento do processo educativo;
8 – apresentar-se com o máximo de asseio e alinho, não só na pessoa e no traje, mas também nos livros e demais utensílios escolares portando-se corretamente dentro e fora do Estabelecimento;
9 – providenciar documentos quando forem exigidos;
10 – tratar com urbanidade e respeito a Direção, coordenação, colegas, professores, funcionários e demais autoridades;
11 – zelar pela limpeza e conservação das instalações da Escola, bem como materiais, móveis e qualquer tipo de utensílio, ressarcindo o Estabelecimento do prejuízo causado;
12 – requerer a transferência com o mínimo quinze dias de antecedência;
13 – contribuir para a elevação moral do nome do Estabelecimento e promover seu prestígio em qualquer lugar onde estiver;
14 – não faltar nos dias marcados para avaliação sem justa causa pois, não será aplicado novamente sem comprovação da justificativa formal;
15 – submeter à avaliação e aprovação da Direção à realização de atividades de iniciativa pessoal, de grupo no âmbito da Escola ou em nome da mesma.
16 – participar ou incentivar a criação de Agremiação Estudantil.
SEÇÃO III
DAS PROIBIÇÕES
Art. 166 – É expressamente proibido ao Corpo Discente:
1 – ausentar-se do Estabelecimento durante o período de aula sem a prévia licença da Direção;
2 – ocupar-se durante as aulas com qualquer trabalho estranho ao assunto ministrado em sala;
3 – promover atividades, encontros, competições esportivas ou atividades de qualquer natureza em nome do Estabelecimento, sem autorização da Direção ou órgão competente;
4 – promover coletas ou inscrições para obter fundos dentro do Estabelecimento ou fora dele, usando o nome do mesmo em benefício próprio;
5 – forçar os colegas em atos de rebeldia, greves ou ausência, desrespeitando dessa forma o direito de cada um;
6 – portar material que represente perigo para a saúde, segurança, integridade física e moral sua ou de outrem;
7 – trazer consigo livros, impressos, gravuras ou escritos considerados imorais, bem como armas, bebidas alcoólicas, tóxicos, fogos ou outros objetos que contribuam para perturbar o bom andamento das aulas e do ambiente escolar;
8 – distribuir folhetos ou impressos de qualquer natureza nas imediações ou interior do Estabelecimento, ou fixa-los sem autorização da Direção;
9 – formar grupos e promover algazarras ou distúrbios no pátio escolar ou fora dele;
10 – desacatar a Direção, Coordenação, Professores, colegas, funcionários e Autoridades;
11 – rasurar ou falsificar qualquer documento escolar;
12 – namorar de forma que venha afetar a moral e os bons costumes, nas imediações da Escola ou dentro da mesma;
13 – fumar na área da escola ou trazer consigo para uso próprio ou tráfico, substâncias entorpecentes que causem dependência física ou psíquica, ou induzir alguém ao uso;
14 – praticar qualquer tipo de atitudes que danifique o transporte escolar;
15 – vir à Escola de carona, salvo se tal transporte oferecer a seguridade de vinda e de regresso;
16 – Vir à escola fora do horário de aula sem autorização.
SEÇÃO IV
DAS PENALIDADES
Art. 167 - Por delegação e responsabilidade da direção e em razão do exercício de próprias funções, à aplicação de sanção dar-se-á pela direção, CDCE e coordenação pedagógica na respectiva ordem ou competência;
Art. 168 - Conforme a gravidade e reincidência das faltas, são aplicadas as seguintes penalidades:
I. Advertência oral, pelo professor, diretor ou outra autoridade dentro da escola que tenha presenciado a falta;
II. Advertência escrita, feita pela direção ou coordenação, sendo que o aluno assina o livro de ocorrência. Nesta ocasião, é enviado um comunicado aos pais informando-lhes a ocorrência;
III. Quando o aluno for advertido pela terceira vez deve vir acompanhado pelos pais, se for menor;
IV. Após todas as tentativas de solucionar a situação do aluno e ele voltar a importunar, o problema será informado ao Conselho Deliberativo da Escola que juntamente com a direção encaminhará às instâncias superiores e órgãos competentes como Juizado do Menor, Conselho Tutelar e outros.
Parágrafo único – dependendo da gravidade, os pais ou responsáveis, poderão ser chamados na primeira advertência.
Art. 169 - Toda e qualquer penalidade será sempre comunicada por escrito ao educando faltoso e/ou aos seus pais ou responsáveis, no caso de se tratar de menor.
TÍTULO VII
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 170 – Todas as petições, correspondências ou ofícios dirigidos a qualquer autoridade, formulados por membros da Escola ou diretorias das instituições auxiliares, devem ser encaminhadas e devidamente informadas à direção da Escola.
Art. 171 – Os veículos utilizados no transporte escolar somente devem ser usados para tal finalidade. O uso em outras circunstâncias deve ser expressamente autorizado pelo responsável do transporte escolar no município de Alta Floresta e comunicado à Direção.
Art. 172 – Encerrado o ano letivo, os Diários de Classe devem ser encaminhados à Secretaria para serem conferidos e, no caso de reformulação total ou parcial, o professor respectivo tem a incumbência de fazê-lo e, só então, irá para o arquivo.
Art. 173 – Incorpora-se a este Regimento Escolar às determinações supervenientes oriundas de disposições legais ou normas baixadas pelos órgãos competentes
Art. 174 – Todos os atos, solenidades, festas de conclusão de série ou etapas, embora de iniciativa livre dos alunos, estão sujeitas à aprovação da Direção.
Art. 175 – O sigilo a respeito da vida escolar do corpo discente, de assuntos particulares do corpo docente e do corpo administrativo deve ser respeitado por todos.
Art. 176 – O uso de qualquer bem imóvel ou móvel só pode ser utilizado por outrem sob a autorização expressa da Direção ou autoridade competente.
Art. 177 – As instalações da Escola estão à disposição da Comunidade Escolar ou outra entidade que queira promover eventos de cunho educativo na mesma, desde que a Direção seja avisada com antecedência para que possa, de acordo com o evento, deliberar, executar e encaminhar a respectiva organização, se for o caso.
Art. 178 – Os casos omissos neste Regimento serão resolvidos pela Direção expressa ou com a ajuda do CDCE, de acordo com a gravidade do fato, ou ainda pelos órgãos competentes e a Legislação vigente.
Art. 179 – Este Regimento pode ser alterado sempre que houver necessidade justificada, do ponto de vista didático-pedagógica ou de ordem disciplinar, bem como outras necessidades, mediante um consentimento da Comunidade Escolar na sua generalidade.
Art. 180 – O corpo docente, discente e administrativo deve ser valorizado e respeitado por todos os segmentos da Unidade Escolar.
Art. 181 - Este regimento está de acordo com a Legislação Vigente.
Art. 182 - Este Regimento Escolar entra em vigor na data de sua aprovação pela Direção e Conselho Deliberativo da Comunidade Escolar – CDCE.
Alta Floresta – MT, 02 de Agosto de 2007.
SUMÁRIO
DA IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA
DA CONCEPÇÃO DE EDUCAÇÃO ESCOLAR/FILOSOFIA
DAS FINALIDADES DA EDUCAÇÃO EM ÂMBITO NACIONAL
DAS FINALIDADES DA EDUCAÇÃO NO ÂMBITO DA ESCOLA
DA EDUCAÇÃO ESPECIAL LEI Nº 9394/96 ART. 59
DA ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DA ESCOLA
DO CONSELHO DELIBERATIVO DA COMUNIDADE ESCOLAR – CDCE
DA ORGANIZAÇÃO TÉCNICA ADMINISTRATIVA
DO APOIO ADMINISTRATIVO EDUCACIONAL
DOS SERVIÇOS TÉCNICOS PEDAGÓGICOS
DA ORGANIZAÇÃO DA VIDA ESCOLAR
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS
18. ANEXOS